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Apple contrata ex-executivo da Lamborghini para criar carro elétrico

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Renderização do possível Apple Car baseada em patentes
Reprodução/Vanarama

Renderização do possível Apple Car baseada em patentes

A Apple quer acelerar o desenvolvimento do seu carro elétrico autônomo. Para ajudar no processo de construção do modelo, a gigante de Cupertino contratou um ex-executivo da Lamborghini especialista em chassi e design. O veículo, conhecido popularmente como Apple Car, pode ter a produção em massa iniciada até 2025.

Segundo a Bloomberg, o contratado da vez foi Luigi Taraborrelli, executivo que trabalhou na Lamborghini por 20 anos e deixou a empresa em maio de 2022.

Enquanto estava na montadora italiana, Taraborrelli ajudou a liderar projetos de componentes de suspensão, sistemas de direção e tecnologias de assistência ao motorista, por exemplo. Alguns modelos que trazem seus esforços incluem: o SUV Urus, Huracán Coupé, Performante e Aventador Coupé, além de projetos de séries limitadas, como o Huracán Sterrato.

A chegada de um executivo com anos de carreira sugere que a Apple está comprometida em produzir seu próprio carro elétrico autônomo. No entanto, esse projeto, chamado até então de Titan, vem apresentando altos e baixos desde o lançamento em 2014, com a empresa adiando a chegada ao mercado devido a problemas e perda de funcionários importantes para o desenvolvimento do carro.

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Um deles foi Doug Field, executivo de engenharia que liderava os Projetos Especiais da Apple, uma equipe que também estava trabalhando no Apple Car. Ele foi contratado pela Ford em setembro de 2021 e sua saída, aparentemente, impactou o andamento do projeto.

De qualquer forma, a empresa da maçã fez algumas contratações e nomeações importantes no ano passado, deixando Kevin Lynch, um dos seus principais executivos de software, como supervisor do projeto. Em maio, a Apple também contratou Desi Ujkashevic, ex-diretora global de engenharia de segurança da Ford.

O que esperar do Apple Car

Ainda não há muitas informações sobre o suposto Apple Car, mas segundo um relatório publicado pelo The Information, ele deve trazer quatro assentos, teto curvo e porta-malas com detecção de movimento para facilitar a abertura.

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O documento também afirma que a gigante de Cupertino vem pressionando a Administração Nacional de Segurança no Trânsito nas Rodovias dos Estados Unidos para liberar um veículo sem volante e pedal de freio.

O analista Ming-Chi Kuo revelou que a empresa pretende iniciar a produção em massa até 2025, mas considerando que o projeto já enfrentou diversas mudanças de liderança e outros problemas técnicos, é possível que o prazo de lançamento continue sendo adiado.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Facebook e Instagram rastreiam usuários quando eles clicam em links

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Meta rastreia usuários
Unsplash/Dima Solomin

Meta rastreia usuários

O navegador próprio do Instagram e do Facebook consegue rastrear dados completos dos usuários, de acordo com uma análise do pesquisador Felix Krause.

Quando um usuário clica em qualquer link no aplicativo do Instagram ou do Facebook, ele não é redirecionado para outros navegadores, como o Safari ou o Google Chrome, mas permanece em um navegador interno à rede social em questão. É justamente nessa página que a Meta consegue rastrear dados dos usuários.

“O aplicativo do Instagram injeta seu código de rastreamento em todos os sites exibidos, inclusive ao clicar em anúncios, permitindo que eles monitorem todas as interações do usuário, como todos os botões e links tocados, seleções de texto, capturas de tela, bem como quaisquer entradas de formulário, como senhas , endereços e números de cartão de crédito”, afirma Krause. Sua análise foi feita nos aplicativos para iOS.

Ao The Guardian, a Meta admitiu que usa o código para rastrear usuários, mas disse que não viola as regras da App Store de segurança dos usuários e que dados como senhas e números de cartão só são salvos se o usuário optar pelo preenchimento automático.

Krause defende que a Meta não conseguiria ter esse nível de rastreamento dos usuários se os sites fossem acessados em outros navegadores. Segundo ele, em outros navegadores, a empresa não conseguiria adicionar o rastreador em qualquer site seguro. Já na própria plataforma, a ferramenta “funciona para qualquer site, independentemente de estar criptografado ou não”.

O pesquisador sugere que Instagram e Facebook ofereçam aos usuários a opção de abrir links nos navegadores de sua preferência.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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CEO do Telegram culpa Apple por demora em atualização ‘revolucionária’

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Telegram ficou com atualização
Unsplash/Christian Wiediger

Telegram ficou com atualização “presa” na App Store, diz CEO

Não é novidade que a App Store tem um processo de revisão de aplicativos rigoroso. Mas, para Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, esse processo é rigoroso demais. Ele reclama que a próxima versão do app, que irá “revolucionar a forma como as pessoas se expressam em mensagens”, só não foi liberada ainda por ter ficado “presa” na Apple por duas semanas.

Durov não explica o que a nova versão tem de revolucionária. Na verdade, o texto que o empresário publicou nesta semana, usando o próprio Telegram, serve para criticar abertamente o que ele chama de “monopólios da tecnologia”.

O fundador do Telegram afirma que a próxima atualização do aplicativo ficou presa por duas semanas no processo de revisão da App Store, sem que alguém da empresa fornecesse uma explicação para tamanha demora. Em seu entendimento, essa falta de comunicação não só é revoltante, como causa prejuízo.

“Se o Telegram, um dos 10 aplicativos mais populares do mundo, está recebendo esse tratamento, só podemos imaginar as dificuldades experimentadas por desenvolvedores de aplicativos menores. Não é apenas desmoralizante: isso causa perdas financeiras diretas a centenas de milhares de aplicativos móveis em escala global”, escreveu Durov.

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O executivo também afirma que esse prejuízo se soma à taxa de 30% que Apple e Google cobram em compras realizadas dentro de aplicativos distribuídos em suas lojas.

Na mesma mensagem, Durov reconhece que a União Europeia e outros países estão investigando essas lojas, mas afirma que “os danos econômicos infligidos pela Apple na indústria de tecnologia não serão recuperados”.

Não é a primeira crítica de Durov à Apple

O CEO do Telegram tem um histórico de atritos com a Apple. Em maio de 2018, por exemplo, Durov reclamou que a companhia deixou de atualizar o aplicativo após o governo da Rússia determinar o bloqueio do Telegram.

Na ocasião, o governo russo pediu ajuda da Apple para bloquear o app, mas a companhia foi além: em vez de restringir o acesso ao Telegram somente no Rússia, o fez no mundo todo. O aplicativo não chegou a ser removido da loja, mas ficou algumas semanas sem ser atualizado. O problema foi resolvido alguns dias depois da crítica.

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Em meados de 2020, Durov voltou a reclamar da Apple. Ele criticou a famigerada taxa de 30% da App Store e as políticas da loja que, naquela época, fizeram o aplicativo do Telegram ficar dias sem atualização. A novela se repete agora. Apple e Telegram foram procuradas pelo The Verge para comentar o caso mais recente, mas não deram retorno.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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