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Aprosoja apresenta realidade do roubo de defensivos agrícolas em curso da GCCO

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Defesa Agrícola

Aprosoja apresenta realidade do roubo de defensivos agrícolas em curso da GCCO

Policiais que participaram de curso puderam entender por que os produtos são tão visados por quadrilhas


GCCO

06/12/2018

A importância dos defensivos agrícolas nas culturas da soja e milho em Mato Grosso e porque os mesmos se tornaram alvo de quadrilhas armadas nos últimos anos foi o tema de palestra apresentada nesta semana, pelo gerente de Defesa Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Daniel Pasculli. 
 
A palestra ocorreu em Cuiabá, durante o segundo curso de “Operações Antissequestro”, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), órgão ligado à Polícia Judiciária Civil. Cerca de 30 policiais civis, que passarão a atuar na GCCO, estiveram na palestra. 
 
Além de traçar um histórico sobre a criação da Aprosoja, suas comissões e ações ao longo dos últimos 13 anos, Pasculli também falou a respeito de parceria firmada entre a associação e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) com foco no combate ao crime organizado com foco em propriedades rurais. 
 
Mais conhecido como “Projeto Monitor de Segurança”, a parceria entre Aprosoja e Sesp foi possível graças a um Termo de Cooperação, assinado no fim de 2016. O objetivo é que seja feito um monitoramento maior na área rural, uma vez que os roubos de defensivos agrícolas e gado estavam crescendo anualmente em Mato Grosso. 
 
“Mostrei que a parceria foi e continua sendo fundamental para que ambas as instituições tenham força para não apenas combater, mas também punir quem pratica roubos, furtos e receptação de produtos ilícitos na área rural, especialmente de defensivos agrícolas. Por isso mesmo, mostramos a importância destes produtos durante o ciclo de plantio das safras de soja e milho”, completou Daniel Pasculli. 
 
Placas – Outra ação da Aprosoja apresentada durante o curso foi sobre a instalação de placas, na entrada das fazendas, informando que aquela propriedade é monitorada pela “Operação Combate ao Roubo”, que faz parte do termo de cooperação do Projeto Monitor de Segurança. 
 
Na placa também é informado o número do disque-denúncia: (65) 99811-2033. É possível denunciar via WhatsApp e, tanto a Sesp como a Aprosoja, garantem o sigilo dos denunciantes. Até o fim deste ano serão mais de mil placas instaladas. A associação espera continuar com a instalação também nos próximos anos.

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Agronegócio

Com demanda superior à oferta, preço da laranja se sustenta nesta semana

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Nesta semana, a demanda por laranjas permanece superior à oferta. Na parcial, de segunda a quinta-feira, a laranja pera, na árvore, tem média de R$ 36,91/cx de 40,8 kg, apresentando alta de 3,2% em comparação com a semana passada. 

A laranja rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,66/cx, valorização de 1,8% na mesma comparação. Já para a lima ácida tahiti, a diminuição da oferta neste mês no estado de São Paulo impulsionou as cotações e na parcial desta semana a média de negociação da tahiti é de R$ 41,48/cx, com aumento de 30,7% frente ao período anterior.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Com produção superior a 87 milhões de toneladas na 2ª safra, Conab estima recorde para milho

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Conforme aponta o 11º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta quinta-feira (11), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra total de grãos para a temporada 2021/2022 está estimada em 271,4 milhões de toneladas, com aumento de 6,2% no volume colhido em 2020/21, ou 15,9 milhões de toneladas a mais.

O grande destaque do levantamento é o milho, visto que os produtores do cereal deverão colher, na segunda safra, 87,4 milhões de toneladas. Se confirmado, o volume estimado representará a maior produção registrada na série histórica. A colheita do milho segunda safra segue avançando e ultrapassa 79% da área plantada.

O número estimado leva em consideração a redução de produtividade, quando comparado com o levantamento anterior, devido ao impacto da falta de chuva e ataques de pragas em importantes regiões produtoras, como o Paraná. Em relação ao ciclo anterior, o aumento na produção chega a 44%.

Outra cultura de destaque é o algodão. Com a colheita realizada em mais de 67% da área cultivada e a finalização estimada para setembro, a expectativa é de 2,74 milhões de toneladas da pluma do algodão, 16% superior à safra passada.

Já para o feijão, mesmo com as oscilações climáticas registradas durante o ciclo, a produção da segunda safra, que já está praticamente finalizada, deve alcançar em torno de 1,36 milhão de toneladas, representando um incremento de 19,5% em relação à temporada anterior. Para a terceira safra da leguminosa, os técnicos da Companhia verificaram que as lavouras já foram implantadas e que houve uma redução na área plantada em comparação com a temporada 2020/21. Apesar disso, a produção total do grão ficará próximo a 3 milhões de toneladas.

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Dentre os produtos de inverno, a semeadura das culturas foi finalizada em julho. Para o principal produto semeado, o trigo, estima-se uma produção recorde de 9,2 milhões de toneladas, com aumento de 19,3%, devido de uma maior área plantada, com crescimento chegando a 18% no Rio Grande do Sul. 

Produtos de 1ª safra, como as lavouras de soja e arroz, têm produção estimada em 124 milhões de toneladas e 10,8 milhões de toneladas, respectivamente. O arroz com influência do clima e de uma menor área plantada  teve a colheita reduzida em 8,4% em relação à safra passada. No caso do milho 1ª safra, a produção se manteve praticamente estável, em volume próximo a 25 milhões de toneladas.

Mercad

Neste levantamento, o trigo se destacou, pois encerrou a safra 2021/2022 com os estoques finais totalizados em 722,6 mil toneladas. Para a exportação e importação encerradas no último mês, ajustes foram feitos e a estimativa é de cerca de 6 milhões de toneladas e 3 milhões de toneladas, respectivamente. Para a safra que se inicia, a expectativa é que o estoque finalize em 1,6 milhão de toneladas. 

A Conab ainda alterou o quadro de suprimento da soja, ajustando os estoques finais da oleaginosa para 7,66 milhões de toneladas, conforme indica a pesquisa de estoques divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse aumento dos estoques finais da safra 2020/21 também acarretou expectativa de um maior estoque de passagem na safra 2021/22, saindo de 4,65 milhões de toneladas para 5,98 milhões de toneladas.

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Em decorrência das fortes vendas para o mercado externo entre janeiro e julho de 2022, dos elevados preços internacionais e das margens de esmagamentos positivas, a estimativa nas exportações de óleo também sofreu elevação, passando para 2,1 milhões de toneladas.

Para o milho, em relação ao último levantamento, houve um pequeno ajuste no consumo interno, além de um incremento de 80,2% das exportações do grão, com estimativa de 37,5 milhões de toneladas embarcadas. Os estoques finais também tendem a aumentar em 25,3% na comparação com a safra anterior.

Devido a baixa disponibilidade de estoques do produto, as exportações de algodão apresentaram um ritmo lento em julho deste ano, quando foram embarcadas 19,68 mil toneladas do produto brasileiro, volume 68,63% menor que o mês de junho e 66,2% menor que o mesmo período do ano passado. 

Esse cenário somente deve mudar em outubro, quando a nova safra estará disponível para comercialização. Já para o feijão e arroz os no quadro de suprimentos não apresentaram alterações significativas neste levantamento.

Fonte: AgroPlus

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