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Agronegócio

Aprosoja MT acompanha audiência pública da BR-163

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja MT acompanha audiência pública da BR-163

Durante o encontro, foram debatidos assuntos como a celebração do TAC, que a Rota do Oeste deve assinar com o Governo Federal

16/07/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) acompanhou a audiência pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), sobre a BR-163. O evento contou com a participação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, governador Mauro Mendes, deputados, senadores e empresários.

Diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz e o diretor executivo da Aprosoja MT, Wellington Andrade, acompanharam a audiência na sede da OAB, em Cuiabá. Outros diretores e delegados da entidade participaram em Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop.

Durante a audiência, foram debatidos assuntos como a celebração do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que a concessionária Rota do Oeste S/A deve assinar com o Governo Federal. Além disso, foi destacada a importância das ferrovias no escoamento de grãos no Estado.

Durante coletiva, o ministro, destacou a importância da Ferrogrão para diminuir as tarifas de transporte e cuidados com o meio ambiente.

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“A Ferrogrão vai funcionar como um grande regulador de tarifas. Com o aumento das ofertas, consequentemente as tarifas diminuem. Além disso, a Ferrogrão será o que tem de melhor em sustentabilidade e conduta ambiental”, afirmou.

“Aprosoja acompanha todas as ações que podem impactar diretamente na vida do produtor rural. A BR-163 é um dos mais importantes corredores de escoamento da safra e diariamente, via Movimento Pró-Logística, estamos tratando das ações e obras de infraestrutura do nosso país, em especial de Mato Grosso”, pontuou o diretor Wellington Andrade.

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agronegócio

FRANGO/CEPEA: Preço do vivo atinge recorde nominal da série do Cepea

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Cepea, 30/07/2021 – Com a boa liquidez no mercado da carne de frango, devido à forte demanda interna pela proteína mais em conta, o setor tem elevado as cotações do animal vivo. Segundo pesquisadores do Cepea, as altas ocorrem para acompanhar o custo de produção elevado, que, além dos insumos nutricionais, também lida com os impactos da crise hídrica e o aumento da energia elétrica. De acordo com dados do Cepea, na média das regiões do estado de São Paulo, o frango vivo foi comercializado a R$ 5,74/kg na parcial de julho, valor recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2004, com alta de 5,9% em relação a junho. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

LEITE/CEPEA: Preço do leite captado em junho é recorde da série histórica do Cepea

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Cepea, 29/07/2021 – O preço do leite captado em junho e pago ao produtor em julho chegou a R$ 2,3108/litro na Média Brasil” líquida, recorde real (dados deflacionados pelo IPCA de jun/21) da série histórica do Cepea, que se iniciou em 2005. As altas foram de 5% na comparação com o mês anterior e de 21,8% frente ao mesmo período do ano passado, também em termos reais.

O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea registrou alta de 2,12% de maio para junho, puxado pela elevação média de 5,5% na captação dos estados do Sul do País. No entanto, o aumento dos custos de produção e o período de estiagem limitaram a oferta e intensificaram a concorrência entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima durante o mês de junho – ocasionando a alta nos preços.

Dessa forma, a elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos. Para se ter uma ideia, basta comparar o poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho, insumo básico da atividade. Na média de janeiro a julho de 2021, foram precisos 44,67 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), enquanto na média do mesmo período do ano passado, eram necessários 35,20 litros – o que representou uma perda no poder de compra de 26,9% em apenas um ano.

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Com estoques de derivados enxutos, as indústrias acirraram a competição pela compra de matéria-prima em junho. Nesse mês, as negociações de leite spot estiveram aquecidas, e o preço médio em Minas Gerais, por exemplo, chegou a R$ 2,78/litro, valor 17% acima da média de maio. Com o leite mais caro no campo, a indústria precisou elevar os preços dos derivados lácteos e repassar a alta da matéria-prima ao consumidor. O queijo muçarela, o leite UHT e o leite em pó negociados entre indústria e atacado de São Paulo se valorizaram 16,1%, 8,6% e 2,6%, respectivamente, em relação a maio/21 – o que sustentou a valorização do leite captado em junho e pago ao produtor em julho.

PERSPECTIVA – O movimento altista no mercado de derivados lácteos perdeu força em julho, uma vez que os preços dos lácteos estão em patamares muito elevados, o que começa a inviabilizar a demanda, já fragilizada pelo menor poder de compra do consumidor brasileiro. De acordo com pesquisa diária do Cepea, realizada com apoio da OCB, os preços médios da muçarela, do UHT e do leite em pó recuaram 2,8%, 1,5% e 0,8%, nessa ordem, entre junho e julho (considerando dados até 28/07). Junto a isso, os maiores volumes de lácteos importados nos últimos meses diminuíram a forte competição entre indústrias pela compra de leite no mercado spot (leite negociado entre indústrias) em julho. A pesquisa do Cepea mostrou que, em Minas Geais, o leite spot registrou média de R$ 2,52/litro em julho, queda de 9,4% frente a junho. Esses resultados evidenciam que, mesmo com custos de produção ainda em alta e clima desfavorável à atividade, o preço do leite captado em julho e pago ao produtor em agosto pode não superar o do mês anterior.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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