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Aprosoja orienta associados a plantarem semente de soja para uso próprio em fevereiro

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Defesa Agrícola

Aprosoja orienta associados a plantarem semente de soja para uso próprio em fevereiro

Decisão tomada em Assembleia Geral indica melhor mês para plantar e salvar sementes


18/12/2018

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) deliberou em Assembleia Geral, na quinta (13), orientar seus associados sobre o plantio de semente de soja para uso próprio. Na reunião, foi aprovada a recomendação de plantio em fevereiro, mesmo com a Instrução Normativa 002/2015, do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), determinando que o plantio seja realizado somente até 31 de dezembro.

 

O presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, explica que esta norma impõe ao agricultor mato-grossense dois períodos de vazio sanitário – entre dezembro e junho, com a proibição do plantio, além do período regulamentado por lei, de 16 de junho a 15 de setembro. “Estão ignorando a experiência do campo do produtor rural. Este é um assunto econômico, que favorece as empresas de sementes”, afirma.

 

Segundo Galvan, a associação procurou por diversas vezes, que empresas de pesquisa realizassem estudos para comprovar se há eficácia em relação à ferrugem asiática com a proibição de plantio depois de dezembro. “Nenhuma quis fazer a pesquisa, estivemos na Embrapa, no Indea, na Fundação MT. Não tivemos respostas sobre a gravidade do problema. Nós fizemos o trabalho que estas empresas deveriam ter feito com o acompanhamento nestes três anos”.

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Além disso, a Aprosoja também solicitou formalmente ao governo do Estado a discussão do assunto, o qual em momento algum respondeu à Entidade. “Solicitamos ao governador Pedro Taques, e também à presidência do Indea, a discussão desse assunto sobre a calendarização do plantio da soja, já que, para a implantação do período restritivo após 31 de dezembro, jamais foi feita pesquisa para validação da mesma. Porém, nem o governador, nem o Indea, atenderam nossa solicitação para debater o assunto”, afirma Galvan.

 

A Aprosoja encomendou uma pesquisa para saber se o associado também acredita que fevereiro é um mês viável para o plantio de soja para salvar sementes. Foram ouvidos 499 associados e 80% deles acenaram positivamente para a ideia. O presidente salienta que o associado que decidir plantar para salvar semente neste período terá o respaldo jurídico da associação.

 

Para o presidente, a maior vantagem do agricultor é ter semente de qualidade. “Infelizmente, ainda se recebe um número muito alto de sementes com péssima qualidade para plantio, e ninguém é responsabilizado por isso. E é importante também que o produtor rural tenha a semente que deseja plantar no momento da semeadura e não use o que a empresa tiver para vender, como é de praxe. Além de regular o preço do produto também no mercado”, diz Galvan.

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De acordo com o consultor técnico da Aprosoja, Wanderlei Dias Guerra, entre as orientações ao agricultor, está o plantio de não mais do que 5% da área total semeada com soja e a proibição total de plantio de soja sobre soja. O plantio deverá ser informado ao Indea-MT e ser somente em fevereiro, não plantando em dezembro, nem janeiro. Que os produtores priorizem o uso de fungicidas de ação multissítio e façam rotação de princípios ativos.

 

De acordo com Guerra, os agricultores de Mato Grosso ficam de dezembro a junho sem plantar soja e, de dezembro até o final de janeiro, é um período de muitas chuvas no estado, o que propicia a proliferação da ferrugem asiática. Desta forma, os produtores rurais precisam aplicar mais fungicidas, chegando a 10 ou 12 aplicações, aumentando o custo. Como o campo de semente salva é uma área pequena, seria importante que o plantio fosse em fevereiro para uma semente de mais qualidade.

 

 

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

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Agronegócio

Sem tratamento antifúngico adequado, pecuarista pode perder até um terço da silagem

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Especialista da Trouw Nutrition alerta para a ação dos micro organismos que afetam a qualidade nutricional da silagem, com impacto direto no desenvolvimento dos bovinos.

 

A alimentação representa entre 60% e 70% do custo de produção dos bovinos. Sendo assim, é preciso ter atenção especial a uma série de fatores, incluindo a proteção da silagem utilizada para compor a dieta. “Está aí um item importante da composição nutricional. A silagem tem qualidade nutricional e bom custo-benefício. Porém, é preciso cuidado com o seu manejo. Por exemplo: quando parte da silagem estocada perde qualidade, normalmente os produtores descartam esse percentual, que pode chegar a um terço da capacidade total. Ou seja, a cada três carretas de silagem, uma acaba não sendo utilizada. São investimentos jogados fora”, alerta Bruna Demétrio, gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

A perda de qualidade da silagem deve-se à ação dos micro organismos que se alimentam da matriz nutricional dos grãos, na qual estão concentrados os nutrientes. “As perdas das silagens começam quando a parte superficial estocada passa a apresentar coloração escura. Isso é comum em praticamente todas as fazendas.  As condições de umidade, calor e pH tornam o ambiente adequado à proliferação do mofo, principalmente pela ação dos fungos dos gêneros Penicillium e Fusarium, que se adaptam a esse ambiente e são, na maioria das vezes, as principais causas das perdas”, explica Bruna.

A especialista da Trouw Nutrition informa que são mais de 80 espécies de fungos em silagens de milho e gramíneas, o que torna a aplicação de antifúngicos a solução preventiva fundamental contra a contaminação – inclusive porque esse problema também prejudica o desempenho dos animais, podendo levar a quadros graves de contaminação por toxinas.

“A utilização de antifúngicos é apenas parte da estratégia. Os cuidados começam desde o momento em que o pecuarista define a dimensão do silo. Em seguida, vem a escolha da lona para cobrir e proteger a área das condições climáticas. O antifúngico pode ser aplicado em todas as camadas durante a ensilagem e, principalmente, na camada superior do silo, na qual as perdas costumam ser maiores. O antifúngico precisa de contato com toda a superfície da silagem para agir de forma eficaz”, destaca Bruna Demétrio.

A Trouw Nutrition oferece Fylax® Forte HC, potente antifúngico, que atua não apenas no controle do mofo, mas também possui ação na vida útil das silagens de planta inteira e grão úmido. “Esta solução age diretamente no fungo, causando sua morte e impedindo sua proliferação, garantindo o eficiente processo de silagem”, destaca a gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

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Agronegócio

Empaer lança novo aplicativo em maio para facilitar contato de agricultores e técnicos

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O objetivo é levar tecnologia ao campo e tornar o contato com o técnico da Empaer mais fácil e rápido

Rosana Persona | Empaer | MT

Esse novo aplicativo estará interligado com o Sagae – Foto por: Divulgação | Empaer

Com objetivo de levar tecnologia ao campo e tornar o contato com técnicos da Empaer mais fácil e rápido, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) lançará uma plataforma digital para atender agricultores familiares. O aplicativo está sendo desenvolvido em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e te previsão de lançamento para a segunda quinzena do mês de maio. 

O técnico em Administração Sistêmica da Empaer, Eder Antônio da Silva, comenta que o aplicativo será inserido na plataforma de Governo MT Cidadão e vai atender o público rural e também urbano. A ferramenta vai facilitar a rotina dos agricultores e simplificar a vida no campo por meio de uma interação de fácil manuseio.

“O produtor vai interagir com uma equipe composta por técnicos, pesquisadores e profissionais de várias áreas aptos a prestarem informações e atendimento”, explica.

De acordo com Eder,  por meio do aplicativo o produtor poderá acessar as informações da sua propriedade e dúvidas sobre assuntos diversos, como crédito rural e administração da propriedade, obter informações técnicas sobre culturas e criações e solicitar visitas para atendimento in loco na propriedade rural. Além dos produtores, os moradores urbanos, feirantes, diretores de escolas, ou qualquer outra pessoa que tenha alguma dúvida relacionada ao trabalho rural também poderá entrar em contato para obter orientação. Tudo isso diretamente pelo celular.

O novo aplicativo estará interligado com o Sistema de Acompanhamento e Gerenciamento das Atividades da Empaer, o Sagae. A plataforma está sendo utilizada para coletar as informações dos serviços prestados ao público alvo, além de avaliar o ganho social dos produtores rurais e o trabalho executado pelos técnicos da Empaer.  O cadastramento dos produtores começou em 2019 e já foram cadastrados, pelo Sistema Sagae, mais de 50 mil agricultores familiares de 2.270 comunidades rurais em 123 municípios.

“O produtor  cadastrado no Sagae, quando solicitar um atendimento pelo aplicativo, o técnico da Empaer já contará com os dados relacionados à sua propriedade, produção, localização, área total e outros. Esses dados vão auxiliar a equipe a prestar um atendimento de qualidade de forma remota e caso o produtor solicite, de forma presencial. O agricultor contará com um  novo canal para troca de informações com a Empaer”, enfatiza Eder.

A nova ferramenta está sendo desenvolvida pelo setor de Tecnologia da Informação com a colaboração da equipe de Comunicação da Empaer, de técnicos da área de Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural), Pesquisa e Fomento, com recursos do Programa REED+For Early Movers (REM). A publicitária da Empaer, Lara Jordani, responsável pela parte visual e fluxo de informações do aplicativo, comenta que a ferramenta tem como objetivo atender o agricultor e a sociedade em geral de forma mais prática, célere e econômica.

Conforme Lara, além desse atendimento direto ao produtor e a sociedade em geral, o aplicativo também permitirá uma comunicação mais eficiente entre os próprios técnicos de diferentes localidades no Estado, considerando a especialidade de cada um e atendendo, assim, a uma demanda específica que já existia dentro da empresa.

 

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