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Argo e Polo vão puxar a nova onda carros aventureiros

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Projeção antecipa detalhes de como deverá ficar o Fiat Argo Trekking,  novidade entre os carros aventureiros
Kleber Silva

Projeção antecipa detalhes de como deverá ficar o Fiat Argo Trekking, novidade entre os carros aventureiros

Depois dos SUVs, os CUVs do Fiat Argo e do Volkswagen Polo vão invadir sua praia. Eles são apenas dois dos carros aventureiros que virão por aí. Na verdade, os CUVs já existem há bastante tempo: são os Crossovers Utilities Vehichles.

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A diferença é que antes os SUVs que não tinham o DNA de utilitários eram chamados de crossovers, mas agora os carros aventureiros
estão sendo “promovidos” para essa categoria. Independentemente do nome que tenham, o fato é que não passam de versões aventureiras de hatches, sedãs, peruas ou picapes que já estão no mercado.

 O Fiat Argo “CUV” ou aventureiro deverá utilizar o bom motor 1.3 Firefly e um câmbio automático de seis marchas. Já é uma boa notícia saber que ele não virá com o câmbio GSR (automatizado de embreagem simples) usado atualmente nas versões 1.3 da Fiat.


A maior distância livre do solo será uma das diferenças do Fiat Argo que fará parte dos novos carros aventureiros
Kleber Silva

A maior distância livre do solo será uma das diferenças do Fiat Argo que fará parte dos novos carros aventureiros

O projeto chama-se X6HX.  Pelo que já se sabe, o carro terá suspensão elevada em 3 cm, segundo o site Autos Segredos, chegando a bons 17,9 cm de altura do solo. Já sobre Polo “CUV” ou aventureiro não existem muitas informações, mas a Volkswagen costuma ser menos ousada do que a Fiat nesse segmento.

História dos carros aventureiros


Fiat Palio Weekend Adventure foi o primeiro integrante do segmento de carros aventureiros, a partir de 1999
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Fiat Palio Weekend Adventure foi o primeiro integrante do segmento de carros aventureiros, a partir de 1999

 Desde que a Fiat lançou o Palio Adventure,
em 1999, esse tipo de carro faz sucesso no mercado brasileiro. O Palio Adventure foi a primeira tentativa de dar a um carro razoavelmente acessível o estilo dos precursores Volvo Cross Country e Audi Allroad, que eram muito caros.

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O Audi Allroad trazia tração 4×4 e proteção de plástico nas caixas de rodas e nos para-choques. A carroceria tinha maior distância do solo do que a de modelos normais. Os pneus eram de uso misto. Também havia bússola e inclinômetro.

 Com o Palio Adventure, a Fiat testou a fórmula em um carro com tração dianteira. Foi seguida por vários fabricantes. Mas a grande sacada foi da Ford com o EcoSport. O carro nada mais era do que um Fiesta.

Entretanto, a Ford aumentou bastante a distância do solo, introduziu os aparatos de aventura e posicionou o estepe do lado de fora do veículo. Os consumidores viram no EcoSport uma miniatura de SUV. A Volkswagen foi atrás e lançou o CrossFox,
também com o estepe do lado de fora.

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 Não demorou muito, porém, para que os estepes voltassem para dentro do carro. Isso não era um problema nos enormes SUVs, mas era para modelos compactos. Percebendo que os consumidores quase não usavam os aparatos de aventura, a Volks manteve o estepe externo no CrossFox, mas lançou outros dois carros com o estilo aventureiro (e com os estepes dentro do porta-malas): Gol Rallye e SpaceCross.

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VW Gol Rallye também faz parte dos carros aventureiros que mais fizeram sucesso no Brasil nos últimos anos
Divulgação

VW Gol Rallye também faz parte dos carros aventureiros que mais fizeram sucesso no Brasil nos últimos anos

 A Fiat seguiu fiel à ideia inicial. Seus carros aventureiros mantiveram os grandes protetores de caixas de roda, a bússola, o inclinômetro e o grafismo diferenciado do quadro de instrumentos. Várias outras versões Adventure surgiram, na picape Strada, no Doblò, no Idea e até no Uno (batizado de Way e não de Adventure). Depois a Fiat adotou o sistema Locker para que o carro pudesse atravessar atoleiros em linha reta.

A Volkswagen foi em direção oposta: eliminou até as proteções de plástico das caixas de rodas, substituindo-as por uma faixa preta colada nas bordas da carroceria. O interior também foi modificado e os carros aventureiros da marca passaram a ser exatamente iguais aos demais.

 CUVs ou crossovers, eles têm bom mercado


Chery Tiggo 2 é um SUV compacto, mas também faz parte do grupo de carros aventureiros que temos no Brasil
Cauê Lira/iG Carros

Chery Tiggo 2 é um SUV compacto, mas também faz parte do grupo de carros aventureiros que temos no Brasil

 Atualmente, versões aventureiras nada mais são do que carros com visuais diferentes e com 2 cm mais altos. Às vezes, nem isso. Os carros aventureiros existem porque muitas pessoas gostam de “parecer” ter uma vida cheia de aventura, e não necessariamente porque precisam de certos equipamentos.

Nesse ponto, as chinesas JAC Motors e Caoa Chery foram até além, pois transformaram carros que eram hatches na origem no que são hoje o T40 e o Tiggo2. Tecnicamente, esses carros seriam crossovers ou CUVs, mas ganharam o status de SUVs, como tantos outros.

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 Os números desse mercado de carros aventureiros
nunca são abertos pelas montadoras. Eventualmente, uma ou outra divulga um esboço do ranking. Mas é um mercado de 400 a 600 carros/mês para os líderes, como o Chevrolet Onix Active, o Hyundai HB20X e o Renault Sandero Stepway. É nesse jogo que a Fiat e Volkswagen vão entrar com os “CUVs” do Argo e do Polo.

Projeções: Kleber Pinho da Silva

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Mini Cooper SE: aceleramos a grata surpresa 100% elétrica

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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil
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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil

A Mini tem um plano de eletrificação ousado para essa década. A fabricante britânica deverá lançar seu último modelo com motor a combustão em 2025. Em meados de 2027, os executivos esperam que mais de 50% das vendas globais sejam de produtos elétricos. Até 2030, todo o catálogo global da Mini será formado apenas por veículos movidos que não gastam uma gota de combustível.

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O primeiro capítulo dessa história acaba de desembarcar no Brasil, com o lançamento do Cooper SE . O compacto parte de R$ 239.990 na versão de entrada Exclusive , passa por R$ 264.990 na versão intermediária Top e chega a R$ 269.990 na versão topo de linha Top Collection .

O Cooper elétrico tem as mesmas proporções do modelo convencional, mas ganhou alguns milímetros de altura para alocar as baterias sem raspar. Ele também é mais pesado que o Cooper a combustão, com 1.365 kg ante apenas 1.175 kg.

Um elétrico diferente

O Mini Cooper SE tem algumas diferenças na comparação com outros elétricos, como Renault Zoe e Nissan Leaf . O compacto inglês é um veículo térmico adaptado para rodar com eletricidade, enquanto os outros dois foram desenvolvidos como modelos puramente elétricos.

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Por este motivo, as baterias do Mini Cooper SE são bem menores, pois precisam caber na mesma estrutura do modelo a gasolina. Elas são alocadas abaixo do assoalho, em formato de “T”, enquanto as baterias da dupla Zoe e Leaf preenchem completamente a parte inferior.

O conjunto de baterias subdividido em 12 módulos tem capacidade energética de 29 kWh. Este arranjo facilita a manutenção , uma vez que se for identificada alguma falha em um dos módulos, basta substituir o componente sem afetar os outros. A bateria tem garantia de 8 anos ou 100 mil km.

Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Kart elétrico

Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque
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Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque

O motor elétrico desenvolve 184 cv de potência e 27 kgfm de torque, com velocidade máxima de 150 km/h limitada eletronicamente. Segundo a fabricante, o compacto pode atingir 100 km/h em 7,3 segundos.

A dirigibilidade sempre foi a principal característica dos modelos Mini – e fico contente que isso não tenha sido esquecido na versão elétrica. A vibe do Cooper SE é exatamente a mesma do modelo térmico, mas sem os ‘estalos’ metálicos no escapamento. 

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Pisando fundo, as rodas dão uma leve destracionada graças a o torque instantâneo, entregue em ‘zero rotação’. Este comportamento emula o hatch movido a gasolina.

Graças ao centro de gravidade mais baixo, o Mini Cooper SE é mais estável que o modelo a combustão. Sua dirigibilidade é bem direta e responsiva, o tal “go-kart feeling” que o time de engenharia gosta de destacar.

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A suspensão rígida transmite todas as irregularidades do solo para a cabine, mas o Cooper SE não deixa de ser um modelo confortável para o dia a dia. Infelizmente, sua autonomia é baixa: são 234 km de capacidade de circulação, contra 300 km do Renault Zoe e 304 km do JAC e-JS1 .

Despojado

Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022
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Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022

O pacote Exclusive (R$ 239.990) de entrada conta com painel digital de cinco polegadas, teto solar panorâmico, sensor e câmera de ré, ar-condicionado de duas zonas (o único da categoria), conjunto de iluminação full-LED, conectividade Apple CarPlay e um carregador portátil adaptado para as tomadas brasileiras.

A versão Top (R$ 264.990) inclui head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. O pacote Top Collection (R$ 269.990) ainda traz teto multi-tom e bancos de couro em combinações diferenciadas.

Julgando que o Mini Cooper  convencional tem preço base de R$ 214.990, a versão 100% elétrica surge com um pacote super competitivo. Quando a próxima geração do hatch for lançada, você não terá mais a opção de escolher o modelo a gasolina.

Vale lembrar que as lanternas traseiras do Mini Cooper trazem a bandeira do Reino Unido, nação que vai proibir a venda de carros a gasolina a partir de 2030. Alguns modelos híbridos serão tolerados até meados de 2035, mas a Mini pretende se antecipar. O Brasil precisa participar dessa transformação.

Mini Cooper SE Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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O Lamborghini mais caro do mundo é feito de ouro maciço e pedras preciosas

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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época
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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época

Em 2013, o engenheiro Robert Wilhelm Gulpen resolveu esculpir uma joia tomando como base a temática de um dos superesportivos mais desejados do mundo: o então Lamborghini Aventador.

A réplica na escala 1:8 foi esculpida a partir de um bloco de 500 quilos de ouro e anodizado com pedras preciosas nos detalhes dos assentos, o que causou certo alvoroço e polêmica, porque afinal até mesmo os multimilionários e fãs do trabalho de Gulpen ainda resistiriam em ter de gastar o equivalente na época US$ 7,5 milhões, uma média de R$ 15 milhões.

De acordo com o engenheiro, a obra preciosa ainda ganharia toda personalização e completamente elaborado de acordo com o gosto do excêntrico comprador. O veículo fez história ao atingir três recordes mundiais, como: a versão mais cara para a escala, a blindagem mais segura e o logotipo mais valioso.

Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa
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Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa

Ainda segundo Robert Wilhelm Gulpen, do montante, US$ 2,6 milhões estariam no valor total do preço das pedras e ouro. De todo o dinheiro arrecadado, US$ 650 mil seriam doados para uma instituição de caridade.

Hoje, não há vestígios do modelo de carro Lamborghini mais caro do mundo, nem com a montadora nem com o Guinness. De acordo com o site Autoevolution, não há paradeiro da miniatura e tampouco se foi vendido em leilão pelos US$ 7,5 milhões do lance pretendido.

A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora
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A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora

Parece que este foi, na melhor das hipóteses , um sonho que nunca se tornou realidade ou, na pior das hipóteses, uma retração de relações públicas que não funcionou como planejado. Seja o que for, é a prova de que algumas coisas são ultrajantes demais para existir. Ou, como se costuma dizer, nem tudo que reluz é ouro.

Fonte: IG CARROS

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