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Agronegócio

Armazenagem é pauta de reunião entre Aprosoja e SUDECO

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Política Agrícola e Logística

Armazenagem é pauta de reunião entre Aprosoja e SUDECO

O encontro aconteceu em Brasília, na manhã desta quarta-feira (14.07)

14/07/2021

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Fernando Cadore, se reuniu nesta quarta-feira (14.07), em Brasília, com chefe da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-oeste (SUDECO), Nelson Vieira Fraga Filho. A pauta do encontro foi a desburocratização do acesso ao crédito para construção de armazéns e implantação de políticas públicas destinadas a diminuição do déficit da capacidade estática mato-grossense.

Também participaram da reunião pela Aprosoja MT, o diretor Administrativo, Nathan Belusso, coordenador da comissão de Política Agrícola, Tiago Stefanello, diretor Executivo, Wellington Andrade e o consultor Thiago Rocha.

Associação, que atualmente representa mais de 7.400 produtores de soja e milho em Mato Grosso, mostrou ao superintendente a deficiência de armazenagem atual. Presidente Fernando Cadore apresentou os números que atestam que o Estado só pode guardar cerca de 50% do que produz. E dentro deste cenário, somente 30% estão em poder do produtor rural.

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“Estamos preocupados com essa questão da armazenagem em Mato Grosso. E durante os três anos da nossa gestão essa pauta será prioridade”, enfatizou Cadore.

A partir do encontro, Aprosoja Mato Grosso irá subsidiar a SUDECO com informações técnicas atualizadas, referentes ao tema.

“A demanda é alta e dentro da SUDECO podemos construir juntos uma diretriz de política pública, que vire regra. E a partir daí não importa se o produtor é pequeno, médio ou grande, o crédito precisará estar disponível”, pontuou o chefe da SUDECO.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agronegócio

LEITE/CEPEA: Preço do leite captado em junho é recorde da série histórica do Cepea

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Cepea, 29/07/2021 – O preço do leite captado em junho e pago ao produtor em julho chegou a R$ 2,3108/litro na Média Brasil” líquida, recorde real (dados deflacionados pelo IPCA de jun/21) da série histórica do Cepea, que se iniciou em 2005. As altas foram de 5% na comparação com o mês anterior e de 21,8% frente ao mesmo período do ano passado, também em termos reais.

O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea registrou alta de 2,12% de maio para junho, puxado pela elevação média de 5,5% na captação dos estados do Sul do País. No entanto, o aumento dos custos de produção e o período de estiagem limitaram a oferta e intensificaram a concorrência entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima durante o mês de junho – ocasionando a alta nos preços.

Dessa forma, a elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos. Para se ter uma ideia, basta comparar o poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho, insumo básico da atividade. Na média de janeiro a julho de 2021, foram precisos 44,67 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), enquanto na média do mesmo período do ano passado, eram necessários 35,20 litros – o que representou uma perda no poder de compra de 26,9% em apenas um ano.

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Com estoques de derivados enxutos, as indústrias acirraram a competição pela compra de matéria-prima em junho. Nesse mês, as negociações de leite spot estiveram aquecidas, e o preço médio em Minas Gerais, por exemplo, chegou a R$ 2,78/litro, valor 17% acima da média de maio. Com o leite mais caro no campo, a indústria precisou elevar os preços dos derivados lácteos e repassar a alta da matéria-prima ao consumidor. O queijo muçarela, o leite UHT e o leite em pó negociados entre indústria e atacado de São Paulo se valorizaram 16,1%, 8,6% e 2,6%, respectivamente, em relação a maio/21 – o que sustentou a valorização do leite captado em junho e pago ao produtor em julho.

PERSPECTIVA – O movimento altista no mercado de derivados lácteos perdeu força em julho, uma vez que os preços dos lácteos estão em patamares muito elevados, o que começa a inviabilizar a demanda, já fragilizada pelo menor poder de compra do consumidor brasileiro. De acordo com pesquisa diária do Cepea, realizada com apoio da OCB, os preços médios da muçarela, do UHT e do leite em pó recuaram 2,8%, 1,5% e 0,8%, nessa ordem, entre junho e julho (considerando dados até 28/07). Junto a isso, os maiores volumes de lácteos importados nos últimos meses diminuíram a forte competição entre indústrias pela compra de leite no mercado spot (leite negociado entre indústrias) em julho. A pesquisa do Cepea mostrou que, em Minas Geais, o leite spot registrou média de R$ 2,52/litro em julho, queda de 9,4% frente a junho. Esses resultados evidenciam que, mesmo com custos de produção ainda em alta e clima desfavorável à atividade, o preço do leite captado em julho e pago ao produtor em agosto pode não superar o do mês anterior.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

SUÍNOS/CEPEA: Com queda no preço, competitividade da carne suína aumenta

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Cepea, 29/07/2021 – A competitividade da carne suína tem aumentado frente às principais concorrentes, carnes bovina e de frango, neste mês. De acordo com informações do Cepea, esse cenário está atrelado à baixa no preço médio da carcaça especial suína atacado da Grande São Paulo nesta parcial de julho frente ao mês anterior – vale lembrar que esse cenário ocorreu mesmo com a recuperação dos valores no final de julho. Como o preço da carne suína está mais próximo do valor da proteína mais “em conta”, a de frango, e está se distanciando da concorrente de maior valor, a bovina, a proteína suína teve melhora na competitividade. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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