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Armazenagem é tema da Abertura Nacional da Colheita do Milho

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Fortalecimento Institucional

Armazenagem é tema da Abertura Nacional da Colheita do Milho

O evento aconteceu em Primavera do Leste, nesta quinta-feira (22.07)

22/07/2021

“Enquanto não tivermos onde guardar nossos grãos, não seremos o celeiro do mundo, seremos apenas produtores, precisamos ser donos do que produzimos”, enfatizou o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Fernando Cadore, durante Abertura Nacional da Colheita do Milho, na manhã desta quinta-feira (22.07), em Primavera do Leste, no Parque de Exposições do município. O evento, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Canal Rural em parceria com a Aprosoja, contou com as presenças de representantes de diversos setores do agro, além de autoridades locais.

Além da armazenagem, temas como mercado e política de crédito também foram discutidos nos três painéis do evento, com a participação do presidente executivo da Abramilho, Alysson Paolinelli, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal ( ABPA), Ricardo Santin, consultor Ricardo Martins , analista da Célere, Anderson Galvão, analista Safras e Mercado, Paulo Molinari e do diretor Executivo da Aprosoja MT, Wellington Andrade.

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“O intuito do evento é fazer a discussão desses desafios, a interação entre os participantes do setor da cadeia produtiva, insumos e créditos. As portas estão abertas para esses debates, em uma safra tão importante e junto dela temos projetos, como o de armazenagem”, declarou Fernando Cadore.

De acordo com o analista da Céleres Consultoria, Anderson Galvão a produção de milho nesta safra está reduzida, por conta das condições climáticas. “Estimamos no ano passado para esta safra de inverno a produção de 86 milhões de toneladas de milho, mas com o clima, janelas de plantio, seca, geadas, a produção dificilmente passará de 60 milhões de toneladas”, afirmou Galvão.

O presidente executivo da Abramilho, Alysson Paolinelli, disse que MT é responsável pela grande produção de milho do Brasil e merece uma atenção especial. “O Brasil não pode continuar a perder mercado de milho, temos que ampliar e muito nossa produção”.

Prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin, parabenizou a Aprosoja MT por trazer uma discussão importante como a armazenagem. “ A questão da falta de armazéns em Mato Grosso e no Brasil é grande , suprir essa demanda é o sonho dos produtores rurais, estocar seu próprio produto, não importa se são 100,200,300,1.000, 10.000 hectares, cada um merece ter armazém que atenda sua capacidade”.

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Dados apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), apontam que o plantio do milho, cerca de 5,7 milhões de hectares, 45% ficou fora da janela ideal. “Esses números já apontavam problemas no futuro, se não bastasse tivemos problemas com a praga cigarrinha-do-milho. Dentro dessa perspectiva começamos otimistas estimando 36 milhões de toneladas, porém esse número se tornou 32 milhões, mesmo após o aumento da área plantada, teremos uma queda de 15 % na produtividade”, afirmou o superintendente do Imea, Daniel Latorraca.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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FRANGO/CEPEA: Preço do vivo atinge recorde nominal da série do Cepea

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Cepea, 30/07/2021 – Com a boa liquidez no mercado da carne de frango, devido à forte demanda interna pela proteína mais em conta, o setor tem elevado as cotações do animal vivo. Segundo pesquisadores do Cepea, as altas ocorrem para acompanhar o custo de produção elevado, que, além dos insumos nutricionais, também lida com os impactos da crise hídrica e o aumento da energia elétrica. De acordo com dados do Cepea, na média das regiões do estado de São Paulo, o frango vivo foi comercializado a R$ 5,74/kg na parcial de julho, valor recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2004, com alta de 5,9% em relação a junho. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

LEITE/CEPEA: Preço do leite captado em junho é recorde da série histórica do Cepea

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Cepea, 29/07/2021 – O preço do leite captado em junho e pago ao produtor em julho chegou a R$ 2,3108/litro na Média Brasil” líquida, recorde real (dados deflacionados pelo IPCA de jun/21) da série histórica do Cepea, que se iniciou em 2005. As altas foram de 5% na comparação com o mês anterior e de 21,8% frente ao mesmo período do ano passado, também em termos reais.

O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea registrou alta de 2,12% de maio para junho, puxado pela elevação média de 5,5% na captação dos estados do Sul do País. No entanto, o aumento dos custos de produção e o período de estiagem limitaram a oferta e intensificaram a concorrência entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima durante o mês de junho – ocasionando a alta nos preços.

Dessa forma, a elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos. Para se ter uma ideia, basta comparar o poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho, insumo básico da atividade. Na média de janeiro a julho de 2021, foram precisos 44,67 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), enquanto na média do mesmo período do ano passado, eram necessários 35,20 litros – o que representou uma perda no poder de compra de 26,9% em apenas um ano.

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Com estoques de derivados enxutos, as indústrias acirraram a competição pela compra de matéria-prima em junho. Nesse mês, as negociações de leite spot estiveram aquecidas, e o preço médio em Minas Gerais, por exemplo, chegou a R$ 2,78/litro, valor 17% acima da média de maio. Com o leite mais caro no campo, a indústria precisou elevar os preços dos derivados lácteos e repassar a alta da matéria-prima ao consumidor. O queijo muçarela, o leite UHT e o leite em pó negociados entre indústria e atacado de São Paulo se valorizaram 16,1%, 8,6% e 2,6%, respectivamente, em relação a maio/21 – o que sustentou a valorização do leite captado em junho e pago ao produtor em julho.

PERSPECTIVA – O movimento altista no mercado de derivados lácteos perdeu força em julho, uma vez que os preços dos lácteos estão em patamares muito elevados, o que começa a inviabilizar a demanda, já fragilizada pelo menor poder de compra do consumidor brasileiro. De acordo com pesquisa diária do Cepea, realizada com apoio da OCB, os preços médios da muçarela, do UHT e do leite em pó recuaram 2,8%, 1,5% e 0,8%, nessa ordem, entre junho e julho (considerando dados até 28/07). Junto a isso, os maiores volumes de lácteos importados nos últimos meses diminuíram a forte competição entre indústrias pela compra de leite no mercado spot (leite negociado entre indústrias) em julho. A pesquisa do Cepea mostrou que, em Minas Geais, o leite spot registrou média de R$ 2,52/litro em julho, queda de 9,4% frente a junho. Esses resultados evidenciam que, mesmo com custos de produção ainda em alta e clima desfavorável à atividade, o preço do leite captado em julho e pago ao produtor em agosto pode não superar o do mês anterior.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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