conecte-se conosco


Política MT

Associação de proteção a animais de Alta Floresta pode ser declarada de utilidade pública

Publicados

em


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) apresentou na quinta-feira (9), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei 797/2021, que declara  utilidade pública a Associação Protetora Amamos Animais de Alta Floresta (APAAF). Este tipo de título é uma forma de reconhecimento do Poder Público de que a entidade presta serviços relevantes para a sociedade.

A Associação, liderada pela empresária Leir Ribeiro, atua de forma firme na cobrança de políticas para dar acolhimento a animais de rua, principalmente cães e gatos. A APAAF proporciona abrigo, associação alimentar e de saúde, sem qualquer tipo de auxílio do poder público, utilizando-se apenas de recursos financeiros doados por voluntários.

O deputado já disponibilizou para a associação um “castramóvel”, ferramenta considerada importantíssima no controle reprodutivo de cães e gatos e que trazem consequências significativas na redução da população de animais de rua influenciando na saúde em geral.

Para se ter uma ideia da importância da entidade para Alta Floresta, somente em 2020, foram atendidos por eles um total de 580 animais, sendo 423 cães e 157 gatos. Deste montante, 523 animais foram encaminhados para adoção, sendo 378 cães e 145 gatos.

Veja Também:  João Batista tem seis leis aprovadas e mais de 200 proposições em andamento no 1º semestre de 2021

“A declaração de utilidade pública é uma medida necessária e justa para essa associação de importância ímpar para um segmento tão importante socialmente. Com isso, eles poderão promover campanhas públicas, atividades culturais e educacionais, fiscalizar e tomar medidas jurídicas em relação a infratores que desrespeitem a lei de proteção dos animais, entre outra série de questões que agora a APAAF poderá atuar, aumentando, ainda mais, a relevância desta entidade para Alta Floresta e para Mato Grosso”, afirmou o parlamentar.

Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Propaganda

Política MT

Mercado do Porto é reconhecido como patrimônio histórico, artístico e cultural

Publicados

em


Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Já está em vigor a Lei 11511/21, que declara como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial, o Mercado do Porto, de Cuiabá. Numa iniciativa do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), defensor ferrenho de melhorias aos feirantes e trabalhadores da agricultura familiar.

Popularmente chamado de Campo do Bode, o Mercado do Porto se tornou um dos pontos turísticos da Capital, com estrutura coberta que abriga 480 boxes, que oferecem imensa variedade de produtos de qualidade, como peixes, verduras, legumes, cerais e frutas.

De acordo com o Jorge Antônio Lemos Junior, presidente da Organização do Mercado do Porto, entidade que representa os permissionários desse espaço oferecido aos feirantes, a iniciativa é o reconhecimento aos trabalhadores e frequentadores do local.  

“A lei do deputado Eduardo Botelho é uma grande conquista para nós porque, além de termos o reconhecimento simbólico, teremos muito mais possibilidades de captar recursos públicos para melhorar o Mercado do Porto, as condições de vida e de trabalho dos permissionários e a qualidade do serviço prestado ao consumidor”, comemorou Lemos Junior.

Botelho já trabalhou nas feiras livres e agricultura familiar, e tem gratidão por tudo que vivenciou à época. “O reconhecimento do Mercado do Porto como Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Imaterial tem o objetivo de proteger, preservar e difundir a riqueza cultural do local, que é, sem dúvida, uma referência em Cuiabá e Mato Grosso”, avalia Botelho.

Veja Também:  CST que trata da inclusão efetiva das pessoas com deficiência debate reabilitação, emprego e educação

HISTÓRIA – Na justificativa do projeto que virou lei, Botelho fez uma retrospectiva sobre a história do Mercado do Porto. Confira:

As primeiras lembranças do que é hoje o Mercado do Porto de Cuiabá, surgem em meados de 1960, conforme registro da memória oral de feirantes remanescentes da primeira grande feira pública e popular da capital de Mato Grosso.

A feira nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

Veja Também:  Dr. Leonardo solicita ao presidente Jair Bolsonaro envio de Forças Armadas para combater incêndios em Mato Grosso

Hoje é um complexo comercial varejista composto por 167 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Além de importante entreposto comercial, o Mercado do Porto de Cuiabá desponta como um dos principais ambientes de circulação. Mantém o método tradicional de preparo de peixes, retirando a espinha e fazendo cortes especiais. Também oferece raridades da gastronomia cuiabana, como o pixé, o furrundú, o doce de caju, as bananinhas fritas, além de frutos típicos da região do cerrado, como o pequi, dentre vários outros ícones da cultura regional.

Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Continue lendo

Política MT

Deputado Nininho destaca primeiro modal ferroviário estadual do Brasil

Publicados

em


Foto: Daniel Meneguini / Gabinete Parlamentar

Nesta segunda-feira (20), o deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, participou da agenda de assinatura do contrato para a construção do modal ferroviário. Conforme o projeto, o traçado da nova malha ferroviária vai ligar os municípios de Rondonópolis à Cuiabá; Rondonópolis a Nova Mutum até o município de Lucas do Rio Verde. 

De acordo com o deputado, o dia 20 de setembro fica marcado na vida de todos os mato-grossenses. “Esse é o primeiro modal ferroviário estadual do Brasil, precisamos reconhecer a habilidade do governador Mauro Mendes, que teve o apoio da Assembleia Legislativa, conseguiu convencer o governo federal por meio do ministro de Infraestrutura Tarcísio, e agora estamos diante de um grande momento para toda população”, asseverou Nininho.

O parlamentar lembrou o grande sonho do ex-senador Vicente Vuolo, e também destacou a contribuição do saudoso Olacyr de Moraes. “Nós temos dois gigantes em nossa história, dois homens visionários, os quais merecem ser lembrados com muito respeito”, destacou Nininho.

A nova malha ferroviária terá acesso à malha nacional até o Porto de Santos. “Com esse novo investimento o estado vai ofertar mais empregos, é preciso investir neste momento em capacitação, serão pelo menos 230 mil empregos diretos e indiretos. O estado vai conseguir fomentar e impulsionar a indústria, o comércio e a geração de empregos”, comentou Nininho.

Veja Também:  João Batista tem seis leis aprovadas e mais de 200 proposições em andamento no 1º semestre de 2021

Outro ponto relevante lembrado pelo deputado, é a redução no frete ferroviário. “Se o frete ferroviário nos últimos cinco anos teve uma queda de 50%, nos próximos quatro anos vai diminuir um pouco mais. Vale ressaltar que esse meio de transporte não é apenas para insumos agrícolas e commodities, mas de uma variedade de produtos”, explicou.

“Além de todos os benefícios com o desenvolvimento que esse investimento ferroviário vai trazer, nós vamos ter mais segurança em nossas rodovias”, concluiu o deputado.

2025 – A previsão é de que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá seja concluído e inicie as atividades em 2025, enquanto a operação de Cuiabá a Lucas do Rio Verde está prevista para 2028. Para os 730 quilômetros de linha férrea, estão estimados cerca de R$ 11,2 bilhões. Uma vez implantada a ferrovia, a Rumo S/A fica autorizada a explorar a malha ferroviária no prazo de até 45 anos, onde poderá ser compartilhada pela empresa vencedora com outra empresa de transporte ferroviário que venha prestar serviços em Mato Grosso.

Veja Também:  CST que trata da inclusão efetiva das pessoas com deficiência debate reabilitação, emprego e educação
Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA ATÉ O MOMENTO A GESTÃO DR. DIVINO PREFEITO DE BARRA DO BUGRES ESTÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana