conecte-se conosco


Tecnologia

Atraso no 5G pode custar R$ 100 milhões por dia ao Brasil, diz ministro

Publicados

em


source
Fábio Faria, ministro das Comunicações
Alan Santos/PR

Fábio Faria, ministro das Comunicações

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou nesta segunda-feira (13) que o atraso da aprovação do edital do 5G pode custar R$ 100 milhões por dia ao Brasil. A afirmação foi feita em coletiva de imprensa que comentou o  pedido de vistas do conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Moisés Queiroz Moreira sobre o edital do 5G.

“Nas nossas contas [do Ministério das Comunicações], estamos falando de um projeto que vai ter US$ 1,2 trilhão nos próximos anos para o Brasil, que representa R$ 2,8 bilhões por mês de prejuízo caso a gente demore a implementar. Portanto, um pedido de vistas desse representa em torno de R$ 100 milhões por dia”, disse Faria.

O ministro afirmou que o pedido foi surpreendente, já que o edital já havia passado pela Anatel e, em seguida, sido  aprovado no Tribunal de Contas da União (TCU). Queiroz Moreira questionou o edital e disse que precisava de mais tempo para analisá-lo, mas prometeu ser rápido. Durante a coletiva, Faria pediu para que a aprovação fosse acelerada.

Veja Também:  Alexa ganha voz masculina e novo nome nos Estados Unidos; ouça

“Já entramos em contato com ele [conselheiro] que as perguntas que poderiam ter sido feitas antes da votação [no TCU]. Caso tenha algum tipo de questionamento, responderemos em 24 horas, porque nós sabemos da importância que tem esse leilão. E não iremos perder o prazo desse leilão. A expectativa é que nós tenhamos o mais rápido possível porque o Brasil clama pelo 5G, porque nós não podemos perder essa oportunidade”, disse o ministro.

“As oito mil localidades que receberão internet precisam do 5G. A gente está aqui em Brasília conectado com o celular na mão, mas tem 40 milhões de brasileiros sem o celular, sem conexão, sem saber o que está acontecendo aqui nesta sala. Por isso, eu peço e clamo, é um apelo que eu faço ao relator que envie o mais rápido possível, para que a gente responda o mais rápido possível e possa ter logo a votação do 5G”, pediu Faria.

Veja Também:  Golpes no WhatsApp lideram ciberataques no Brasil; saiba se proteger

Comentários Facebook
Propaganda

Tecnologia

Chip voador menor que um grão de areia pode monitorar doenças e poluição

Publicados

em


source
Chip voador
Reprodução

Chip voador

Pesquisadores americanos criaram uma tecnologia tão inusitada que poderia ter saído de um filme de ficção-científica: um microchip voador do tamanho de um grão de areia e possivelmente o menor dispositivo aéreo já feito. Projetados para serem carregados pelo vento, eles podem ter uma infinidade de aplicações, com destaque para o monitoramento de doenças e níveis de poluição do ar.

O artigo, publicado originalmente na revista científica Nature, documenta a pesquisa realizada por uma equipe da Northwest University, de Washington nos Estados Unidos. Os pesquisadores afirmam que se inspiraram no design de sementes de algodão e de outras plantas para desenvolver o curioso microchip.

Cientistas “venceram a biologia”

Na natureza, esse tipo de semente cai lentamente, girando igual a um helicóptero, para poder ser pega pelo vento e se espalhar para longe da árvore que a gerou, aumentando assim a diversidade genética da espécie. Inspirados por esse mecanismo biológico, os cientistas criaram “estruturas que caem em uma trajetória mais estável e em velocidades terminais mais lentas do que sementes equivalentes”, como disse o professor John A. Rogers à Vice.

Veja Também:  WhatsApp deixará você entrar em chamadas em grupo que já começaram

Para ele, a equipe “venceu a biologia” ao conseguir replicar o mecanismo natural em um microchip consideravelmente menor do que uma semente de algodão e mais eficiente em termos de física aerodinâmica.

Eles são projetados para serem carregados pelo vento e podem, por exemplo, rastrear doenças transmitidas por vias aéreas e monitorar a poluição do ar. Além disso, os cientistas sugeriram que eles podem ser produzidos com materiais biodegradáveis para evitar ao máximo qualquer impacto ambiental.

Vídeo explica funcionamento do microchip voador:

Rogers explicou que o design de “helicóptero” não dribla as leis da aerodinâmica. A partir de determinado tamanho, os benefícios dessa estrutura desaparecem. Ou seja, o microchip poderia ser ainda menor, mas ele “cairia como uma pedra”. Por isso, sua atual escala seria o máximo “que a física permite”.

Microchips podem carregar uma variedade de tecnologias

Mas isso também traz algumas vantagens. Os microchips voadores conseguem ser grandes o suficiente para transportar eletrônicos, sensores e fontes de energia. A equipe testou várias versões que podiam carregar tecnologias úteis, como antenas para permitir a comunicação sem fio com um smartphone ou entre os chips. Outros sensores podem monitorar acidez do ar, qualidade da água e radiação solar, por exemplo.

“Não pensamos nesses dispositivos como um componente de monitoramento permanente, mas sim como componentes temporários que atendem a uma necessidade específica de duração finita. É assim que estamos imaginando as coisas atualmente: você monitora por um mês e então os dispositivos morrem, se dissolvem e desaparecem, e então você tem que reimplantá-los”, disse o pesquisador.

O projeto ainda está na fase conceitual e passa longe de estar pronto para ser solto pela atmosfera, mas a equipe segue trabalhando em protótipos e quer expandir ainda mais as opções de aplicação com designs diferentes. Assim, o potencial dessa inusitada tecnologia se torna ainda maior.

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Facebook rebate relatório que diz que Instagram é ‘tóxico’ para adolescentes

Publicados

em


source
Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes
Unsplash/Laura Chouette

Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes

Quase duas semanas depois do The Wall Street Journal  vazar um relatório no qual o Facebook admite que o Instagram prejudica a saúde mental de adolescentes, a rede social decidiu responder sobre o caso.

Em uma publicação no blog do Facebook neste domingo (26), Pratiti Raychoudhury, vice-presidente e líder de pesquisa da empresa disse que o Instagram não é tóxico para adolescentes.

No texto, Raychoudhury descreve o relatório citado pelo jornal e afirma que ele foi tirado de contexto. Novos dados que não estavam presentes na reportagem foram mostrados, alegando que o Instagram, na verdade, faz bem para os mais jovens.

A vice-presidente afirma que faltou “contextualizar descobertas específicas” e “deixar clara a natureza” da pesquisa citada pelo WSJ. “Algumas das pesquisas contaram com a opinião de apenas 40 adolescentes e foram projetada para informar conversas internas sobre as percepções mais negativas dos adolescentes sobre o Instagram. Não mediram relações causais entre o Instagram e problemas do mundo real”, escreveu Raychoudhury.

Veja Também:  Clientes do Banco do Brasil podem pagar o IPVA por WhatsApp

Na reportagem, o WSJ divulgou o conteúdo presente em slides que circularam em apresentações dentro do Facebook. A empresa tinha informações como “nós pioramos os problemas de imagem corporal de uma em cada três garotas adolescentes”.

Raychoudhury rebate dizendo que “esses documentos foram criados e usados ​​por pessoas que entendiam as limitações da pesquisa, razão pela qual ocasionalmente usavam linguagem abreviada e não explicam as ressalvas em todos os slides”.

A executiva ainda afirma que algumas pesquisas foram feitas para procurar justamente os piores resultados possíveis, a fim de melhorar as ferramentas presentes no Instagram. “Nossa pesquisa interna é parte de nosso esforço para minimizar o que há de ruim em nossas plataformas e maximizar o que há de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar – por isso os piores resultados possíveis são destacados nos slides internos”, escreveu.

Veja Também:  Facebook permite que contas no Afeganistão sejam bloqueadas com um clique

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA ATÉ O MOMENTO A GESTÃO DR. DIVINO PREFEITO DE BARRA DO BUGRES ESTÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana