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Tribunal de Contas MT

Atricon reúne informações e números para demonstrar atuação dos Tribunais de Contas

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 Fachada do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso

A necessidade de demonstrar com maior consistência a atuação dos órgãos de controle externo para a sociedade motivou um levantamento de informações coordenado pela Associação dos Membros de Tribunais de Contas do Brasil. A Atricon expediu circular para todos os 33 TCs brasileiros, pedindo um comparativo entre o orçamento de 2018 e o volume de recursos fiscalizados, quantidade de processos julgados, valores referentes a débitos impingidos entre glosas e multas aplicadas, quantidades de contas julgadas regulares, regulares com ressalvas e irregulares, assim como a quantidade de pareceres sobre contas de governo.

O dados fornecidos pelo TCE-MT demonstram que em 2018 o órgão custou pouco mais que 1% do valor representando na soma dos orçamentos sob a sua jurisdição. O orçamento do TCE foi de cerca de R$ 360 milhões, enquanto que Poderes Estaduais e Municipais e demais órgãos somaram um orçamento de R$ 33,7 bilhões – R$ 20.821.433.146,00 para o Estado e R$ 12.936.663.620,00 para os Municípios.

O TCE-MT, por outro lado, está definindo uma metodologia para responder a pergunta mais importante do levantamento, conforme entendimento do conselheiro presidente Gonçalo Domingos de Campos Neto: qual a estimativa da economia gerada pela atuação preventiva do TCE-MT? Busca-se um consenso para arbitrar esse valor, principalmente, considerando ações preventivas como termos de alerta e medidas cautelares.

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  SESSÃO PLENÁRIA
 Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso,
conselheiros analisam processos Administrativos

O TCE-MT está informando que em 2018 foram julgados 4.762 processos entre decisões plenárias e singulares, excluídos desse total os despachos, decisões interlocutórias e outras que não encerraram processos. Também informou a aplicação de R$ 45.418.115.21 em glosas a gestores e R$ 18.641.357,55 em multas.

Quanto às contas anuais, foram 18 julgadas irregulares, 31 regulares com ressalvas (recomendações, determinações, multas e restituições) e 54 contas julgadas irregulares. No caso de pareceres técnicos (contas de governo cujo aprovação final é de competência do Poderes Legislativos do Estado e dos Municípios), foram 15 contrários à aprovação e 126 favoráveis à aprovação.

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Perguntas e Respostas ao Cidadão

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Tribunal de Contas MT

Prefeito de Nova Mutum ainda está impedido de contratar solução web para gestão

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Assunto:
Representação Interna
Interessado Principal:
Prefeitura Municipal de Nova Mutum
LUIZ CARLOS PEREIRA CONSELHEIRO INTERINO
DETALHES DO PROCESSO
INTEIRO TEOR
VOTO DO RELATOR
ASSISTA AO JULGAMENTO

Por unanimidade, os membros do Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso homologaram medida cautelar que impede a gestão de Nova Mutum de praticar quaisquer atos relativos à Concorrência nº 21/2019, que teve como objeto a contratação de serviço de locação e uso de licenças para módulos de sistema de gestão de recursos públicos integrados 100% web e serviços relacionados às necessidades das Secretarias Municipais. A homologação ocorreu na sessão extraordinária do Pleno desta quinta-feira (11/04), quando, por unanimidade, o colegiado acompanhou voto do conselheiro substituto Luiz Carlos Pereira.

O conselheiro é o relator da Representação de Natureza Interna (Processo nº 99392/2019) proposta pela equipe da Secex de Contratações Públicas em face do Município de Nova Mutum. Entre as irregularidades apontadas pela Secex estão: realização de processo licitatório ou contratação de bens e serviços com preços comprovadamente superiores aos de mercado – sobrepreço; ocorrência de irregularidades relativas às exigências de qualificação técnica das licitantes; deficiência dos projetos básicos e/ou executivos na contratação de obras ou serviços, inclusive no que concerne ao impacto ambiental e às normas de acessibilidade; e ausência de justificativa da inviabilidade técnica e/ou econômica para o não parcelamento de objeto divisível.

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Na cautelar, o conselheiro determinou a notificação do prefeito, Adriano Xavier Pivetta; do secretário municipal de Administração, Geder Luiz Genz; do ordenador de despesa, João Batista Pereira da Silva; e do pregoeiro, Sérgio Vitor Alves Rodrigues, para que eles prestassem informações sobre o certame. A abertura da sessão pública do Pregão Presencial, avaliado em R$ 6.527.233,16, foi realizada em 22 de março. Já o Julgamento Singular nº 339/LCP/2019 foi disponibilizado no Diário Oficial de Contas de 25 de março.

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Tribunal de Contas MT

Falhas graves mantêm suspensa licitação para obras de asfalto em Alto Araguaia

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Assunto:
Representação Interna
Interessado Principal:
Prefeitura Municipal de Alto Araguaia
LUIZ CARLOS PEREIRA CONSELHEIRO INTERINO
DETALHES DO PROCESSO
INTEIRO TEOR
VOTO DO RELATOR
ASSISTA AO JULGAMENTO

A Concorrência Pública da Prefeitura Municipal de Alto Araguaia, para contratação de serviços de pavimentação asfáltica tipo Tratamento Superficial Duplo (TSD) com emulsão asfáltica RR-2C, continuará suspensa até o julgamento do mérito da Representação de Natureza Interna que apontou diversas irregularidades no processo licitatório. Isso porque o Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso, em sessão extraordinária nesta quinta-feira (11/04), homologou cautelar concedida pelo conselheiro substituto Luiz Carlos Pereira mês passado, suspendendo a concorrência.

Por unanimidade e em consonância com parecer do Ministério Público de Contas, o Tribunal Pleno acompanhou voto do conselheiro relator da RNI (Processo nº 103489/2019) pela homologação da cautelar. Luiz Carlos Pereira concordou com os argumentos da Secretaria de Controle Externo de Obras e Infraestrutura, autora da representação, acerca das especificações excessivas e desnecessárias que restringiam a competição do certame. Com base nessas irregularidades, a cautelar foi concedida. A decisão consta da edição nº 1580 do Diário Oficial de Contas de 25 de março.

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Orçada em R$ 2.937.800,70, a Concorrência Pública nº 01/2019 da Prefeitura Municipal de Alto Araguaia apresentou várias falhas graves, entre elas a ausência de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do engenheiro responsável pela elaboração da planilha orçamentária e a presença de especificações excessivas. Outro problema foi a falta de detalhamento acerca de quais vias seriam asfaltadas. No lugar dessa informação, o processo contém apenas uma imagem do Google.

Além do prefeito, Gustavo de Melo Anicezio, foram notificados a prestar esclarecimentos ao TCE-MT a presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura Municipal de Alto Araguaia, Flaviane Naves Fontoura, a secretária da Comissão de Licitação, Leidiane Pereira Freitas e o membro da Comissão de Licitação, Raul Oliveira Valeiro.

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