conecte-se conosco


Política Nacional

Bolsonaro repercute na web ao perguntar sobre ‘golden shower’; veja respostas

Publicados

em


Postagens do presidente Jair Bolsonaro estão causando alvoroço nas redes sociais
Alan Santos/PR – 26.2.19

Postagens do presidente Jair Bolsonaro estão causando alvoroço nas redes sociais

O presidente Jair Bolsonaro voltou a causar polêmica nas redes sociais na manhã desta quarta-feira (6). Um dia depois de postar um vídeo com conteúdo obsceno em seu perfil, o capitão da reseva voltou ao Twitter para perguntar aos seus seguidores o que seria ‘golden shower’, um dos atos performados no vídeo divulgado pelo chefe de estado no dia anterior.

Leia também: Bolsonaro publica vídeo obsceno no Twitter e sugere que cena é comum no Carnaval

A nova publicação de Bolsonaro
gerou repercurssão imediata nas redes sociais. Em meio a críticas e pessoas falando para o presidente “ir trabalhar”, internautas defendendo o capitão da reserva por “mostrar a verdade sobre o Carnaval” e até pedidos de impeachment por uma suposta quebra de decoro, alguns usuários do Twitter abusaram da criatividade na hora da resposta. Confira algumas das mais criativas:

Veja Também:  Congresso homenageia os 300 anos de Cuiabá


Entenda a polêmica envolvendo Bolsonaro


Jair Bolsonaro publica vídeo com conteúdo pornográfico no Twitter e pode ser denunciado por quebra de decoro
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro publica vídeo com conteúdo pornográfico no Twitter e pode ser denunciado por quebra de decoro

O presidente da República, Jair Bolsonaro, publicou nesta terça-feira (5) um vídeo em sua conta oficial do Twitter, que contém conteúdo pornográfico. As imagens mostram dois homens dançando em cima de um ponto de táxi, em um bloco de rua no Carnaval de São Paulo. Em um dado momento, um dos foliões coloca o dedo no próprio ânus. Mais tarde, esse mesmo homem se abaixa para o outro urinar na sua cabeça. 

As imagens chocaram tanto os apoiadores de Jair Bolsonaro quanto aqueles que se declaram como oposição ao governo. Isso porque o Twitter do presidente possui mais de 3,45 milhões de seguidores, incluindo menores de idade, e a publicação pode ser vista sem restrições.  

Veja Também:  Governo não descarta possível visita de Bolsonaro a territórios palestinos

“Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no Carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)”, escreveu o presidente. A publicação foi feita ontem às 15h08 e o vídeo foi gravado no desfile do Blocu , em São Paulo, na última segunda-feira (4).

Leia também: Bolsonaro reproduz música para atacar Daniela Mercury e Caetano com Lei Rouanet

Nesta terça, o assunto amanheceu sendo o mais comentado na rede social. A hashtag # ImpeachmentBolsonaro está no topo dos Trending Topics (TTs) do Twitter desde as primeiras horas do dia, seguida porém pela hashtag # BolsonaroTemRazão . 

O termo usado na campeã de publicações veio à tona porque muito internautas viram motivo para alegar que, nessa publicação de Bolsonaro
, houve quebra de decoro – uma das razões que podem levar um político a ser julgado por crime contra a probidade na administração. 

Comentários Facebook
Propaganda

Política Nacional

Eleições 2022: restrições para agentes públicos começam a valer 

Publicados

em

Por

Restrições para servidores públicos e pré-candidatos às eleições de outubro passam a valer a partir de hoje (2), três meses antes do primeiro turno. 

As medidas estão previstas na Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, e objetivam manter o equilíbrio entre os candidatos. 

Políticos estão proibidos de autorizar a veiculação de publicidade estatal sobre os atos de governo, realização de obras, campanhas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, exceto no caso de grave e urgente necessidade pública. Nesse caso, a veiculação deverá ser autorizada pela Justiça Eleitoral. 

Eles também não podem fazer pronunciamento oficial em cadeia de rádio de televisão, salvo em casos de questões urgentes e relevantes, cuja autorização também dependerá de autorização da Justiça Eleitoral.  

A participação em inaugurações de obras públicas também está vedada, além da contratação de shows artísticos com dinheiro público. 

Durante o período eleitoral, funcionários públicos não podem ser contratados, demitidos ou transferidos até a posse dos eleitos. 

No entanto, estão liberadas a exoneração e a nomeação de cargos em comissão e funções de confiança, além das nomeações de aprovados em concursos públicos homologados até 2 de julho de 2022. 

Veja Também:  Governo não descarta possível visita de Bolsonaro a territórios palestinos

Em julho, o calendário eleitoral também prevê outras datas importantes para o pleito. 

De 20 de julho até 5 de agosto, os partidos deverão realizar suas convenções para escolher oficialmente os candidatos que vão disputar as eleições. 

A partir do dia 20, candidatos, partidos políticos, coligações e federações terão direito à solicitação de direito de resposta por afirmações consideradas caluniosas, difamatórias ou sabidamente inverídicas que forem publicadas por veículos de comunicação social. 

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno  para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro. 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Política Nacional

Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

STF suspende lei que aumentava publicidade das três esferas de governo

Publicados

em

Por

Por maioria de 7 a 4, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (1º) suspender os efeitos de uma lei que flexibilizava as restrições legais sobre os gastos com publicidade institucional pela administração pública durante ano eleitoral.

Sancionada em maio deste ano, a lei questionada alterava a Lei das Eleições para mudar o critério de cálculo do limite de gastos com publicidade de órgãos públicos federais, estaduais e municipais durante o primeiro semestre dos anos eleitorais.

No julgamento, prevaleceu o entendimento do ministro Alexandre de Moraes, para quem a flexibilização dos limites de gastos com publicidade poderia desequilibrar a disputa eleitoral, favorecendo os candidatos à reeleição.

Seguindo esse entendimento, o plenário aprovou a concessão de uma liminar (decisão provisória) determinando que a nova legislação passe a ter efeito somente após as eleições de outubro deste ano, em obediência ao princípio constitucional da anualidade eleitoral.

A lei em questão foi questionada no Supremo em duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI´s). Além da anualidade eleitoral, as peças mencionam violação aos princípios constitucionais da moralidade pública e da isonomia e segurança jurídica.

Veja Também:  Proposta cria lei que exige transparência sobre pesquisas eleitorais

“A expansão do gasto público com publicidade institucional às vésperas do pleito eleitoral poderá configurar desvio de finalidade no exercício de poder político, com reais possibilidades de influência no pleito eleitoral”, afirmou Moraes em seu voto. Ele alegou ainda riscos à liberdade do voto ao pluralismo político, princípios também previstos na Constituição.  

Moraes seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo o qual “qualquer aumento do limite de gastos com publicidade institucional, ocorrido há menos de um ano das eleições, tem o potencial de alterar o equilíbrio preestabelecido entre os candidatos”.

Voto vencido

A divergência de Moraes foi acompanhada pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Rosa Weber. Ficaram vencidos o relator, Dias Toffoli, e os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça.

Em seu voto vencido, Toffoli havia considerado que as mudanças promovidas pela nova legislação não teriam impacto sobre as eleições, pois não permitiriam a “utilização da publicidade institucional em benefício de partidos e candidatos, limitando-se a alterar os critérios de aferição da média de gastos efetuados sob essa rubrica, além de prever índice de correção monetária e permitir a realização de propaganda direcionada à pandemia da COVID-19 sem prejudicar outras campanhas de interesse público”.

Veja Também:  Bolsonaro se reúne com presidente do Paraguai nesta terça-feira

Pela redação antiga, tal limite seria de três vezes a média de gastos no primeiro semestre dos três anos anteriores. Na nova legislação, a limitação havia passado a ser a média mensal, multiplicada por seis, dos valores empenhados e não cancelados nos três anos que antecedem ao pleito, incluindo reajuste monetário pela inflação.

Além disso, a lei suspensa isentava os gastos com publicidade relacionada à pandemia de covid-19 dos limites impostos pela legislação eleitoral.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Política Nacional

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana