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Saúde

Brasil registra 506 mortes por covid-19 em 24 horas

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O Brasil registrou mais 18.578 casos de covid-19 e 506 mortes causadas pela doença nas últimas 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nesta sexta-feira (1º) pelo Ministério da Saúde. Com isso, chega a 597.255 o número de pessoas que perderam a vida para a doença.

Boletim epidemiológico 01.10.2021 Boletim epidemiológico 01.10.2021

Boletim epidemiológico 01.10.2021, por Ministério da Saúde

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.445.651.

Ainda há 415.753 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Há 3.185 falecimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque, em muitos casos, a análise sobre a causa da morte continua mesmo após o óbito. Segundo o boletim, 20.432.643 pessoas se recuperaram da doença.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado, estão São Paulo (149.953), Rio de Janeiro (65.261), Minas Gerais (54.613), Paraná (39.109) e Rio Grande do Sul (34.881).

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Os estados que menos registraram mortes por covid-19 foram o Acre (1.838), o Amapá (1.984), Roraima (2.001), o Tocantins (3.791) e Sergipe (6.010).  

Vacinação

Dados atualizados do Ministério da Saúde apontam que 237,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 146,5 milhões como primeira dose e 90,8 milhões como segunda dose (ou dose única).

Em 24 horas, foram aplicadas 2,2 milhões de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 294,7 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil recebe nova remessa de vacinas da Pfizer

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O Brasil recebeu hoje (22) uma nova remessa com 1,7 milhão de doses do imunizante Comirnaty contra a covid-19. Esse é o oitavo lote do segundo contrato da Pfizer com o governo brasileiro. O avião, que veio de Amsterdã, na Holanda, pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) às 6h55. As próximas entregas estão previstas para a semana semana que vem.

Segundo o Ministério da Saúde, desde o início da campanha de vacinação contra o coronavírus, em janeiro de 2021, foram usados mais de 102 milhões de doses do imunizante fabricado pela Pfizer. O total de vacinas distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal é de 230 milhões.

A Pfizer informou que, desde o dia 9 de outubro, quando foram iniciadas as entregas das doses que contemplam o segundo contrato com o governo federal, o total de doses entregues ultrapassa 13 milhões. O contrato prevê a remessa de 100 milhões de imunizantes entre outubro e dezembro.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Coronavac tem intervalo reduzido para 15 dias na capital paulista

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A partir de hoje (21) o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina contra covid-19 Coronavac será reduzido de 28 para 15 dias na cidade de São Paulo. O objetivo é completar o esquema vacinal da população. Até o momento, 91,2% dos moradores da capital paulista já tomaram as duas doses da vacina ou a dose única.

Também tem início hoje a aplicação da dose adicional da Coronavac para os profissionais da Guarda Civil Metropolitana (GCM), sepultadores residentes na cidade e fiscais das subprefeituras, que tenham tomado a segunda ou dose única do imunizante há mais de seis meses.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, a vacinação contra a covid-19 na capital paulista ocorre tanto para a primeira dose (D1) quanto para a segunda (D2), além da dose adicional para idosos acima de 60 anos de idade e trabalhadores da Saúde com mais de 18 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal (D2 ou dose única) há pelo menos seis meses, exceto grávidas e puérperas.

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A vacinação também segue liberada para pessoas com mais de 18 anos que tenham alto grau de imunossupressão. Para este grupo, com mais de 18 mil cidadãos, é preciso ter tomado a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única) há pelo menos 28 dias.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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