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Brechas no Apple Music, Fotos e iMessage foram usadas para espionar iPhones

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App espião usou falhas da Apple
Unsplash/Tobias Tullius

App espião usou falhas da Apple



Jornalistas, ativistas e políticos estariam entre os alvos de uma onda de espionagem promovida por governos autoritários . Há indícios de que esse trabalho tem sido feito por meio do Pegasus , software de espionagem focado em dispositivos Android e iOS . Uma investigação aponta que, nos iPhones , o spyware explora brechas em ferramentas como iMessage , Apple Music e Fotos .

O que é o Pegasus?

O NSO Group é uma empresa israelense que desenvolve ferramentas para espionagem ou invasões a sistemas que, teoricamente, ajudam governos e forças de segurança a combater terrorismo ou outras práticas criminosas. O principal produto da organização é o spyware Pegasus.

Sabe-se que a ferramenta é capaz de infectar dispositivos Android e iOS para, a partir daí, realizar uma série de ações, como copiar mensagens recebidas, registrar histórico de localização geográfica, gravar chamadas, ativar microfones e câmeras, entre outros, tudo isso sem que o usuário perceba.

Espionagem de jornalistas e ativistas

O Pegasus não é um software novo. Porém, o spyware ganhou o noticiário no último fim de semana por conta de uma denúncia feita por um consórcio de imprensa em conjunto com a Anistia Internacional e a ONG Forbidden Stories.

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De acordo com a investigação, o Pegasus vem sendo usado de modo ilegal por determinados governos para vigilância de jornalistas , ativistas de direitos humanos, sindicalistas, políticos, autoridades e outras personalidades.

Estima-se que mais de 50 mil números de telefone estejam sendo espionados. Embora a investigação não tenha encontrado nomes diretamente vinculados a esses números, alguns veículos de imprensa identificaram os donos de mais de mil linhas.

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Entre eles estão mais de 600 políticos ou autoridades, cerca de 200 jornalistas e pelo menos 85 ativistas de direitos humanos. Boa parte dos números é baseada em países que já têm histórico de espionagem de cidadãos, como Arábia Saudita, Azerbaijão, Cazaquistão, Índia, Marrocos e México.

A Transparência Internacional alerta que o governo Bolsonaro também está contratando software para espionagem por meio de licitação promovida pelo Ministério da Justiça. Ainda de acordo coma entidade, o NSO Group iria participar do pregão, mas retirou a sua proposta depois das revelações.

Como o iPhone é espionado?

As investigações indicam que as ações de espionagem acontecem pelo menos desde de 2014. Mas, como o iPhone vem sendo afetado ao longo desses anos? Os mecanismos de contaminação não foram totalmente elucidados, mas tudo indica que o Pegasus explora brechas em diversos aplicativos do iOS, principalmente problemas do tipo zero-day (ainda não corrigidos).

Um método de contaminação envolve redirecionar o Safari de um site legítimo para outro com scripts maliciosos. A Anistia Internacional suspeita que aplicativos como Apple Music, Fotos e FaceTime também têm sido explorados para esse fim.

Mas o iMessage parece ser o principal vetor de contaminação. Uma análise de 23 iPhones infectados pelo Pegasus aponta que, em 13 deles, o serviço de mensagens foi usado no processo.

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Alguns fatores podem explicar a predileção pelo iMessage . Um deles é o fato de vulnerabilidades importantes terem sido descobertas na ferramenta desde 2019. Outro: o serviço incorpora funcionalidades com o passar do tempo — todo novo recurso pode trazer falhas de segurança.

Além disso, o iMessage permite que o usuário receba mensagens de desconhecidos sem necessidade de aprovação prévia, característica que pode ser explorada para envio de links maliciosos.

Há mais um agravante: aparentemente, os ataques via iMessage são do tipo “zero-click”, isto é, o spyware não depende de interação humana para infectar o iPhone.

Podemos pensar em iPhones antigos ou desatualizados facilitando os ataques, mas há registros de ações contra aparelhos rodando o atual iOS 14.6. Unidades com o iOS 14.3 e 14.4 também foram atacadas.

Ainda não está claro se o iOS 14.7 (a ser liberado nesta semana) e o futuro iOS 15 serão capazes de mitigar as falhas que permitem a ação do Pegasus.

Procurada, a Apple condenou os ataques e destacou que essas ações são altamente sofisticadas e têm alvos específicos, portanto, não representam riscos para a grande maioria dos usuários.

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Scarlett Johansson processa Disney por lançar Viúva Negra no streaming

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Viúva Negra
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Viúva Negra

A atriz Scarlett Johansson, protagonista do último filme da Marvel, Viúva Negra , entrou com uma ação nesta quinta-feira no Tribunal Superior de Los Angeles contra a Disney, alegando que seu contrato foi violado quando a companhia lançou o filme em seu serviço de streaming, o Disney+, no mesmo dia da estreia do longa-metragem no cinema. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal.

No processo, Scarlett Johansson alega que seu contrato com a Marvel Entertainment da Disney garantia um lançamento exclusivo no cinema, e que seu salário se baseava em grande parte no desempenho de bilheteria do filme.

A ação judicial pode ser um termômetro para a indústria do entretenimento. As principais empresas de mídia estão priorizando seus serviços de streaming em busca de crescimento e estão cada vez mais inserindo conteúdos com algo custo de produção nessas plataformas. Essas mudanças têm implicações financeiras significativas para atores e produtores, que desejam garantir que o crescimento do streaming não aconteça às suas custas.

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“Este não será certamente o último caso em que talentos de Hollywood enfrentam a Disney e deixam claro que, independentemente do que a empresa possa pretender, ela tem a obrigação legal de honrar seus contratos”, disse John Berlinski, advogado da Kasowitz Benson Torres LLP, que representa a atriz.

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A Disney começou a lançar filmes simultaneamente no Disney + e nos cinemas em parte por causa da pandemia Covid-19, quando os cinemas estavam fechados ou com capacidade limitada, e em parte para impulsionar seu serviço novo serviço.

A WarnerMedia, que opera o serviço de streaming HBO Max, também tem adotado uma estratégia semelhante, e recentemente decidiu renegociar muitos de seus contratos de talentos que, como no acordo de Scarlett Johansson com a Marvel, estavam vinculados ao desempenho de bilheteria. Isso levou a Warner Bros a pagar mais de US$ 200 milhões aos seus talentos como parte dos acordos alterados.

Scarlett Johansson integra o universo da Marvel desde que apareceu como Viúva Negra em Homem de Ferro 2, de 2010. Sua presença cresceu significativamente desde então como membro dos Vingadores, ao lado do Capitão América e do Incrível Hulk. Sua personagem morreu no blockbuster de 2019 Avengers: Endgame, e o spinoff nos cinemas agora se passa antes dos eventos daquele filme.

De acordo com a denúncia, os representantes da atriz buscaram renegociar seu contrato depois de saber da estratégia de lançamento duplo de Viúva Negra, que ela disse ser seu nono e último filme da Marvel. Disney e Marvel não responderam, disse o processo.

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Facebook vai lançar óculos inteligentes em parceria com Ray-Ban

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Design dos óculos ainda não foi divulgado
Unsplash/Giorgio Trovato

Design dos óculos ainda não foi divulgado

O próximo dispositivo a ser lançado pelo Facebook serão os esperados óculos inteligentes desenvolvidos em parceria com a Ray-Ban. A confirmação foi feita pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, em conferência sobre os lucros realizada nesta semana.

“Olhando para o futuro aqui, o próximo lançamento de produto será o lançamento de nossos primeiros óculos inteligentes da Ray-Ban em parceria com a EssilorLuxottica”, disse Zuckerberg, sem dar um prazo para a chegada da novidade. “Os óculos têm seu formato icônico e permitem que você faça coisas bem legais”, completou.

O Facebook ainda não detalhou quais “coisas bem legais” os óculos inteligentes serão capazes de fazer. Anteriormente, porém, a empresa já havia confirmado que eles não teriam tela integrada e nem seriam classificados como óculos de realidade aumentada. Pode ser possível que o dispositivo faça ligações e tenha acesso a uma assistente de voz, por exemplo.

De acordo com Zuckerberg, os óculos da Ray-Ban serão parte da “jornada rumo a óculos completos de realidade aumentada no futuro” do Facebook. Os dados coletados por dispositivos eletrônicos produzidos pela empresa devem sem usados em publicidade.

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