conecte-se conosco


Agronegócio

CAFÉ/CEPEA: Queda em NY pressiona cotações domésticas do arábica

Publicados

em

Cepea, 20/2/2019 – Os preços do café arábica recuaram no Brasil nos últimos dias, pressionados pela desvalorização dos futuros da variedade na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Segundo colaboradores do Cepea, o cenário baixista segue mantendo vendedores afastados do mercado, limitando os negócios no País. Nessa terça-feira, 19, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, fechou a R$ 403,12/saca de 60 kg, recuo de 1,4% em relação à terça anterior, 12. No mercado de robusta, o cenário também é de baixa liquidez, com grande parte dos vendedores esperando preços mais altos para voltar a negociar. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 303,82/saca de 60 kg na terça-feira, 19, baixa de 0,2% em relação ao do dia 12 – a retirar no Espírito Santo. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Comentários Facebook
Veja Também:  Mapa altera período de defeso de camarões na Lagoa de Araruama (RJ)
Propaganda

Agronegócio

PL isenta de IPI na compra de equipamentos para agricultores familiares

Publicados

em

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2618/23, que propõe a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens utilizados na agricultura de famílias cadastradas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Essa isenção do IPI englobará veículos de carga, máquinas e equipamentos agrícolas. O benefício, contudo, poderá ser aplicado apenas uma vez a cada três anos, exceto em situações de destruição total, furto ou roubo, nas quais o benefício poderá ser utilizado novamente. Caso haja a venda do bem antes desse prazo de três anos, o imposto deverá ser recolhido.

O relator do projeto, deputado Albuquerque, recomendou a aprovação do texto, destacando a importância da agricultura familiar para o país ao garantir segurança alimentar, preservação ambiental e estimular as comunidades rurais.

O autor da proposta, deputado Pompeo de Mattos, ressaltou a necessidade de incentivar a profissionalização e a adoção de tecnologias na agricultura familiar para promover o desenvolvimento sustentável e o sucesso econômico dos agricultores.

Veja Também:  Produtores de soja precisam ficar atentos às novas tecnologias na hora do plantio

O projeto segue agora para análise nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em tramitação que poderá ser conclusiva.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

Queijo Minas é candidato a Patrimônio Imaterial da Humanidade

Publicados

em

O Queijo Minas, uma tradição culinária e cultural de Minas Gerais, é candidato ao título de Patrimônio Imaterial da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco). O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) deu início ao processo de análise dessa candidatura em 2020, e desde então vem realizando esforços entre produtores, pesquisadores e entidades governamentais para aprimorar e conquistar o reconhecimento do produto.

Fabricado há mais de 300 anos sempre seguindo a mesma receita, o Queijo Minas é um produto de leite cru, com sabor suave e textura macia, consumido fresco ou curado. A produção artesanal é passada de geração em geração em várias regiões do estado, representando um símbolo da cultura mineira.

A arte da produção envolve técnicas tradicionais, desde a ordenha do leite até a maturação do queijo, exigindo habilidade, experiência e dedicação dos produtores. Essa candidatura tem o intuito de valorizar essa tradição, promover o desenvolvimento sustentável das comunidades produtoras e incentivar a preservação da biodiversidade e do meio ambiente.

Veja Também:  CAFÉ/CEPEA: Volatilidade externa mantém indefinição nos preços do arábica

A candidatura do Queijo Minas a Patrimônio Imaterial da Humanidade representa uma oportunidade de valorizar e proteger essa tradição gastronômica e cultural, além de promover o desenvolvimento sustentável das comunidades produtoras. A candidatura também busca incentivar a preservação da biodiversidade e do meio ambiente, uma vez que a produção do queijo está diretamente ligada à manutenção de sistemas agroflorestais e ao uso responsável dos recursos naturais.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana