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Saúde

Campinas lança edital para que empresas possam vacinar funcionários

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A Secretaria de Saúde do município de Campinas, no interior paulista, fez um chamamento público para firmar parcerias com empresas a fim de acelerar o processo de vacinação contra a covid-19 na cidade. Segundo a prefeitura, até a tarde de hoje, 13 empresas haviam aderido à parceria.

O edital que estabelece os termos para adesão das empresas interessadas foi publicado ontem (20). Com a adesão, as empresas receberão treinamento, vacinas e insumos para aplicação da vacina. Em contrapartida, elas se responsabilizarão pela vacinação dos trabalhadores que correspondam aos grupos determinados pelo cronograma de vacinação estabelecido pela Secretaria de Saúde.

Alguns requisitos que deverão ser cumpridos são ter um profissional de enfermagem para aplicar as doses de vacina e duas pessoas para cuidar da digitação dos dados exigidos pelo sistema. Além disso, não será permitida a vacinação de pessoas fora dos grupos que estão contemplados no plano de vacinação da cidade.

De acordo com a prefeitura, todo o trabalho será supervisionado pelo Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) do município. “É uma ação importante, que vai reunir esforços para a vacinação da população economicamente ativa. Dessa forma, vamos aumentar a cobertura vacinal na cidade”, avaliou a diretora do Devisa, Andrea von Zuben.

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Hoje (21) uma equipe do Centro de Referência à Saúde do Trabalhador (Cerest), que faz parte do Devisa, realizou vistoria em uma empresa que desenvolverá o projeto-piloto desse modelo de vacinação. O começo da vacinação nessa empresa está previsto para a próxima semana, segundo informou o município. Não há ainda um período determinado para a duração deste projeto-piloto.

As empresas que tiverem interesse em firmar a parceira com o município podem pedir a adesão pelo site. Após o envio, os formulários serão avaliados pelo Devisa.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: média móvel de mortes fica abaixo de mil pelo terceiro dia

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Depois de seis meses seguidos com uma média de mais de mil vítimas diárias de covid-19, o Brasil registrou ontem (2) o terceiro dia consecutivo com a média móvel de sete dias abaixo desse patamar, segundo o painel de dados Monitora Covid-19, mantido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A média móvel de mortes é calculada somando as mortes confirmadas nas últimas 24 horas com as que foram registradas nos seis dias anteriores. O resultado é dividido por sete. Esse dado é observado por pesquisadores para avaliar a tendência de evolução da pandemia de forma mais clara, já que menos informações são notificadas pelas secretarias de saúde municipais e estaduais nos fins de semana e ficam represadas nos primeiros dias de semana, gerando grande oscilação nos números.

Em queda desde a segunda quinzena de junho, a média móvel de mortes chegou a menos de mil (988,86) em 31 de julho, e manteve esse patamar em 1° de agosto (987,14) e 2 de agosto (960,14). Essa foi a primeira vez que a média ficou abaixo de mil desde 23 de janeiro deste ano, quando atingiu 1.021,29 vítimas. Daquela data até o fim de julho, o Brasil viveu o período mais letal da pandemia, com picos em que a média móvel superou 3 mil mortes diárias.

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Pesquisadores da Fiocruz apontam o avanço da vacinação como a explicação para a redução nas mortes e internações por covid-19. No último boletim Observatório Covid-19, divulgado na semana passada, a fundação ressaltou, entretanto, que o número de óbitos se mantém em patamar muito elevado e que os casos de covid-19 continuam aumentando.

“A diferença entre a curva de novos casos e a curva de óbitos é mais um indício da nova fase da pandemia no Brasil, em que há intensa circulação do vírus, mas com menor impacto sobre as demandas de internação e sobre o número de mortes”.

Apesar da queda das últimas semanas, o patamar da média móvel de mortes ainda supera a maior parte do ano passado. Enquanto em 2021 houve mais de seis meses seguidos com mais de mil vítimas diárias, em 2020, o indicador ficou acima desse nível entre 4 e 10 de junho, entre 19 e 29 de junho e entre 3 de julho e 7 de agosto. Também foram registradas mais de mil vítimas em 10, 11 e 22 de agosto, segundo o painel de dados da Fiocruz.

Entre setembro e novembro de 2020, a média móvel de mortes por covid-19 no Brasil recuou, chegando a 323 mortes diárias em 11 de novembro. A partir daí, houve uma nova tendência de alta, fechando o ano com 706 mortes diárias em 31 de dezembro. Fatores como o relaxamento das medidas de isolamento, as festas de fim de ano e a disseminação da variante Gama (P.1) fizeram com que a média móvel de mortes continuasse a aumentar em janeiro até igualar e superar os piores momentos da pandemia em 2020.

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A situação continuou a piorar em fevereiro e março, e o Brasil registrou mais de 2 mil mortes diárias na média móvel de forma ininterrupta entre 17 de março e 10 de maio. Enquanto a maior média móvel de vítimas registrada em 2020 foi de 1.096.71 mortes diárias, em 25 de julho, o indicador chegou a 3.123, 57 mortes em 12 de abril de 2021.

A média de mortes caiu ao longo de maio de 2021, mas ainda se manteve acima de 1,5 mil vítimas por dia. Entre 6 e 19 de junho, houve uma nova alta, e a média voltou a superar as 2 mil mortes. Desde então, a tendência é de queda.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

SP: 445 pessoas vão para o fim da fila por recusar marca de vacina

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A prefeitura de São Paulo registrou 445 recusas da vacina contra o coronavírus até a manhã de hoje (3). Elas assinaram um termo porque não aceitaram a marca de imunizante disponível no momento e, por isso, passaram para o fim da fila da vacinação.

A medida, adotada para coibir a escolha da marca de vacina, entrou em vigor na terça-feira (27) da semana passada, a partir de uma lei aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes. 

Assim, quem recusar a imunização ao ser informado sobre o fabricante da vacina só terá novamente a oportunidade de receber a dose quando todo o cronograma municipal de vacinação for concluído.

São abertas exceções apenas para gestantes e puérperas [que tiveram filhos recentemente] e para aqueles que tiverem comorbidade comprovada por recomendação médica.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que as equipes buscam acolher e orientar as pessoas que tentam recusar a vacina, de modo a mostrar a importância da imunização. Na abordagem, são explicados os riscos de não se vacinar e que a eficácia de todas as marcas de imunizante usadas na campanha é semelhante.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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