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Agronegócio

Canadá aprova mais duas fábricas de exportação de carne suína brasileira

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Uma semana após autorizar as primeiras fábricas brasileiras a exportar carne suína, as autoridades sanitárias canadenses anunciaram a aprovação de mais duas fábricas para exportar o produto, conforme o Ministério da Agricultura à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Com novas qualificações, o Brasil passa a ter cinco unidades de produção autorizadas a exportar carne suína para o mercado canadense. A abertura sanitária do mercado foi concluída em março deste ano, após anos de negociações entre as autoridades dos dois países, como resultado das ações do Ministério da Agricultura, da Embaixada do Brasileira e da adidância agrícola brasileira em Ottawa.

Da mesma forma que três primeiras habilitações, as duas novas plantas que foram implantadas se localizam no estado de Santa Catarina. São unidades da Pamplona Alimentos, de Presidente Getúlio (SC), e da Cooperativa Central Aurora, de Joaçaba (SC).

“Com as novas habilitações, esperamos que o Canadá ganhe relevância no resultado final das exportações brasileiras de carne suína, aumentando a capilaridade dos embarques deste ano com produtos de bom valor agregado, como barriga e costela, em complementaridade à produção local. Ao mesmo tempo, há expectativa que as vendas para o Canadá contribuam para a redução da forte pressão interna sobre os produtores, que enfrentam custos de produção em patamares históricos”, examina Ricardo Santin, o presidente da ABPA.

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Vale ressaltar que o Canadá é o país na terceira colocação global de exportação de carne suína, com 1,5 milhão de toneladas exportadas no ano de 2021. Paralelo a isso, o país é um grande importador reconhecido internacionalmente com importações com cerca de 250 mil toneladas registradas no decorrer do último ano.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

ARROZ/CEPEA: Demanda prevalece sobre a oferta e preços sobem

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Cepea, 06/07/2022 – Os preços do arroz em casca reagiram em junho, segundo informações do Cepea, impulsionados pelas maiores demandas interna e externa. As cotações, inclusive, recuperaram parte das perdas registradas nos dois meses anteriores e voltaram aos patamares nominais observados na primeira dezena de abril. O Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) avançou 3,76% no acumulado de junho. A média mensal foi de R$ 72,66/sc de 50 kg, 2,54% superior à de maio/22. Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 19,01%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Indicador recua expressivos 22% em junho

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Cepea, 06/07/2022 – Os valores internos do algodão em pluma caíram com força ao longo de junho. No acumulado do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, recuou expressivos 22,08%. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da desvalorização externa, da queda na paridade de exportação e da posição mais flexível de vendedores nacionais. Atentos a esse cenário, compradores ofertaram valores ainda menores na aquisição de novos lotes, o que reforçou o movimento de baixa nos preços internos. Ressalta-se que a queda observada em junho foi a maior para um acumulado do mês desde abril/11, quando a baixa foi de 24,35%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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