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Cansaço materno: especialistas explicam a síndrome de burnout

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80% das mães brasileiras se sentem mais sobrecarregadas desde o início da pandemia
Foto de Ketut Subiyanto no Pexels

80% das mães brasileiras se sentem mais sobrecarregadas desde o início da pandemia

Thaila Ayala usou as redes sociais nesta semana para desabafar sobre o cansaço materno que vem sentindo após dar à luz seu primeiro filho, Francisco, de seis meses, fruto do casamento com Renato Góes . No entanto, ela não é exceção quando o assunto é maternidade. A chamada síndrome de burnout materno afeta milhares de mulheres ao redor do mundo, que se sentem extremamente cansadas e desamparadas durante o exercício da maternidade. 

A psicóloga Bianca Spinola Lapa explica que o burnout é um constante sentimento de cansaço e estresse, em que a vítima se sente extremamente sobrecarregada. No caso do recorte da maternidade, esse sentimento vem da sobrecarga da criação dos filhos ou do acúmulo de uma dupla jornada. 

“Especialmente após a pandemia, período em que muitas famílias tiveram suas rotinas modificadas, de forma a conviver muito mais de perto com os filhos, o burnout aparece como o sintoma da sobrecarga de mulheres, de quem ainda é esperado que se dê conta de todas as questões que envolvem os cuidados com os filhos. Por ainda se esperar, em muitas situações em que as mulheres sejam dotadas do falacioso ‘instinto materno’, isso faz com que elas não sejam só sobrecarregadas de tarefas, mas que também se sinta muitas vezes envergonhadas de dizer que não sabem ou não se sentem dispostas a se doar totalmente ao papel da maternagem”, diz a psicóloga. 

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Segundo dados divulgados pelo Atlas Político em 2021, 80% das mães brasileiras se sentem mais sobrecarregadas desde o início da pandemia, enquanto apenas 48% dos pais dizem o mesmo. Além dessa pesquisa, um levantamento feito pelo Google revelou que as buscas “cansada mentalmente” e “cansada psicologicamente” foram recorde naquele ano. 

Esse boom do burnout não está apenas restrito ao Brasil: o estudo “Women in the Workplace 2021”, feito pela McKinsey em parceria com a LeanIn, mostra que 42% das mulheres estadunidenses e canadenses entrevistadas sentem os sintomas do burnout, isso é 10% a mais do que no ano anterior. Em contraste, novamente o número de homens que se sentiam da mesma maneira é inferior ao das mulheres, ao todo, foram 32% dos entrevistados. 

Como evitar o burnout materno? 

O médico ginecologista Dr. Rogério Tabet pontua o importante papel das redes de apoio para a saúde da mulher na maternidade e ela não deve ser reduzida apenas ao papel de cuidadora. A nova mãe precisa ser humanizada e receber apoio sem julgamentos, com uma vida social e de cuidados próprios. 

“Redes de apoio são de extrema importância. Manter contato com os familiares e amigos, ter uma  vida social, deixar um momento a sós para se cuidar e se amar. Além disso, é importante ter momentos para um esporte, lazer e fazer uma boa alimentação. A maternidade é um momento muito delicado, de muitas inseguranças, por isso a mulher precisa ser acolhida e humanizada”, fala o ginecologista. 

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Ele também destaca para estar atento a outros sinais além do cansaço extremo, como insônia; insegurança; sentimento de derrota; negatividade constante; irritabilidade; falta de apetite e dores de cabeça. 

Para psicóloga Bianca, a garantia dos direitos da mulher e da criança são de extrema importância para a manutenção da saúde dessas mães, já que as desigualdades sociais e o desamparo do estado afetam principalmente as mães solos ou na autonomia feminina. 

“A busca por direitos é importante porque abrange pensão alimentícia, afastamento do trabalho, acesso à saúde, dentre outros pontos que são importantes para que a mãe possa ter suporte para se dedicar a outras questões do cuidado”, defende Bianca. 

Ela também ressalta ser necessário ter expectativas realistas sobre a maternidade, que está tudo bem precisar de ajuda e que a perfeição não existe. Por isso, não existe necessidade das mães se cobrarem tanto ou serem julgadas por não saberem de tudo. 

“É preciso trabalhar internamente e nas relações de quem participará da maternagem as expectativas e as reais possibilidades de oferta de cuidado. É importante que a mãe saiba que não vai e não precisa dar conta de tudo, nem resolver tudo imediatamente, que pode falhar, não saber, pedir ajuda, e é importante que também existam pessoas que possam reafirmar isso a ela e acompanhá-la sem julgamentos”, finaliza a profissional.

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Fonte: IG Mulher

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Como sugerir o sexo a três para o cônjuge e como começar a praticar

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Conversa franca e consentimento são chaves fundamentais para a prática do sexo a três
Cottonbro/Pexels

Conversa franca e consentimento são chaves fundamentais para a prática do sexo a três

O cantor Naldo Benny e a dançarina Ellen Cardoso, a Moranguinho, contaram que gostam de fazer sexo a três , para apimentar o casamento. A informação foi confirmada pelos artistas na última quinta-feira (30) após uma mulher expor nas redes sociais que foi chamada para transar com o casal, mas que não aceitou o convite.

Naldo e Moranguinho aproveitaram a polêmica para apontar que a prática é algo recorrente no relacionamento deles. “A gente gosta muito de namorar, temos nossa maneira de apimentar nossa relação, não houve infidelidade nenhuma, sacanagem nenhuma, a gente é parceiro pra caramba, a gente é muito fiel um ao outro, colados um no outro”, contou Naldo em seus stories.

“Tem gente que gosta de fumar maconha, tem gente que gosta de ficar doidão e a gente gosta de sexo. E isso não tem problema nenhum e não prejudica ninguém”, finalizou Moranguinho.

A psicóloga especializada em sexualidade Caroline Freitas, da paltaforma Sexo Sem Dúvida, aponta que o sexo a três é um dos fetiches que mais causa curiosidade em pessoas que querem expressar novos prazeres sexuais. Por ser uma prática que envolve uma terceira pessoa, alguns casais podem ficar receosos no momento de propor a experiência para o cônjuge.

Freitas aponta que ter desejo de fazer sexo a três não quer dizer que uma pessoa não está mais interessada no par ou que tem vontade de trair. “Não tem nada a ver. É sobre ter uma nova vivência sexual e sentir novas formas de prazer, tanto que a pessoa quer trazer a parceira para oferecer uma prática diferente para esse relacionamento. Esse cônjuge faz parte da fantasia”, explica a especialista.

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Como abordar o sexo a três com o par?

O primeiro passo é a conversa, o que pode parecer difícil no caso de casais que não têm o costume de conversar sobre sexo ou falar sobre as próprias fantasias. A psicóloga salienta que esse primeiro contato com o tema não deve ser feito fora da cena sexual, mas em um cenário mais confortável no dia a dia para sondar a opinião do outro.

“Temos muitas situações cotidianas em que dá para conversar sobre isso, desde notícias até filmes e seriados, em que pode surgir a possibilida de um comentário ou uma pergunta sobre o que a pessoa acha da ideia. É bom fazer essa pergunta com um contexto geral antes de perguntar se é uma prática que pode ser trazida ao casao ou não”, indica Freitas.

Com isso feito, vale prestar atenção nos sinais. Se for uma possibilidade, essa pessoa vai se empolgar e estender a conversa. Se não, é possível que a pessoa já corte o assunto e sinalize que não quer mais falar sobre isso.

Benefícios do sexo a três para o casal

No senso comum, é muito pensado que o ménage à trois pode dividir os casais e gerar um afastamento. No entanto, o efeito contrário também pode acontecer, como é o caso do próprio Naldo e de Moranguinho.

Para isso, no entanto, Freitas ressalta que a prática deve ser consensual e de desejo de ambas as partes. “Se for uma prática consensual, que ninguém ali faz só para agradar, dá de presente ou porque quer resolver um problema conjugal, há um aumento do prazer por se experimentar sensações diferentes. Há um aumento da intimidade e cumplicidade desse casal”.

Como escolher a terceira pessoa para participar da prática?

Freitas explica que existem casais que preferem convidar pessoas conhecidas ou do convívio próximo, enquanto outros buscam por pessoas completamente desconhecidas. Cabe ao casal conversar sobre qual perfil preferem escolher. O caso da pessoa desconhecida é mais buscado para quem quer discrição ou não quer ter convívio com a pessoa que participou da prática.

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Cabe também pensar, por exemplo, sobre o gênero dessa terceira pessoa que vai participar; afinal, essa escolha também pode ditar qual será a configuração do encontro e quais tipos de sensações poderão ser providas. Por exemplo: uma relação feita com duas pessoas com pênis e uma com vágina pode propiciar a dupla penetração. Tudo deve ser conversado para entender o perfil da pessoa que será convidada para transar com o casal.

Como o casal pode se preparar para o sexo a três?

Freitas aponta que a conversa franca e aberta sobre o desejo de experimentar o sexo a três é o primeiro passo. Além disso, é importante sempre discutir como as pessoas envolvidas vão realizar a prevenção com base nas práticas que vão acontecer.

Os limites também são um ponto importante a serem abordados. “É preciso que o casal saiba o limite individual e pensar em situações que podem causar desconforto. Se o casal quiser parar por alguma razão, vale combinar uma sinalização”, indica a psicóloga.

Pensar nos estímulos novos que o casal quer experimentar também é um norte para tornar a prática confortável e prazerosa: “Deve-se conversar sobre as fantasias e como cada pessoa terá envolvimento para que não haja uma triangulação que deixe alguém de fora – a não ser que esse de fora não queria participar fisicamente e só queira assistir, no caso do fetiche do voyeurismo”.

Freitas reforça a importância de trabalhar o emocional de ambas as partes. O sexo a três deve ser realizado apenas se todas as pessoas se sentem confortáveis com a ideia, e não para agradar a oura pessoa ou resolver um problema da relação. “Essa exploração de prazeres pensada antes vai trazer mais vontade de se soltar e se entregar de forma responsável”, pontua.

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Fonte: IG Mulher

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Os modelos de botas tendência da temporada inverno 2022

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Ícone absoluto da temporada mais fria do ano, as botas figuram entre os itens indispensáveis do closet feminino: além de serem ultra poderosas, a imensa diversidade de modelos e estilos conferem ao calçado o título de versátil e atemporal.

Para te inspirar a conquistar um visual cheio de estilo e personalidade, selecionei 3 opções de botas que caíram no gosto das fashionistas e prometem causar muito frisson no street style brasileiro, veja só!

Bota cowboy ou texana

O estilo western deu as caras lá em 2018, e muitos hits entraram para nossa lista de queridinhos, e a bota cowboy – ou country –  provou que a estética folk pode atualizar o nível de qualquer visual. 

A proposta nesta temporada é aliar o clima campestre das botas, combinando com peças urbanas, casuais e utilitárias, como a queridinha calça cargo, blazer oversized e jeans.

Bota Chelsea Tratorada

O modelo tradicional e ‘mais simples’ – que dominou a década de 60 – ganha destaque no inverno 2022 com variações de tirar o fôlego. A estética robusta e chunky transformou os solados e saltos da bota chelsea , trazendo mais imponência para o calçado e atualizando os look invernais.

Por acrescentar uma nuance mais dramática nas produções, inserir peças robustas e oversizeds são ótimas opções para conquistar um visual moderno e atual.

Bota com Salto Plataforma

Depois do sucesso absoluto causado pelo sapato Versace Medusa Aevita, o salto plataforma desponta como uma forte tendência, conquistando as botas e prometendo que o modelo vai reinar por mais algumas temporadas.

Em versões que aparecem desde cores vibrantes – como o rosa que a Valentino apresentou no desfile Outono/ Inverno 2023 –  até as mais dramáticas exibidas pela Versace, uma coisa é certa: ela será a protagonista do look!

Sem sombra de dúvidas as botas são indispensáveis no inverno. Gostou da matéria? Deixe nos comentários qual dos modelos de bota será a sua escolha!


Fonte: IG Mulher

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