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Cultura

Cantor de Campo Novo do Parecis se classifica no The Voice Kids

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O cantor mirim Adryel Freitas, de 12 anos, que mora em Campo Novo do Parecis, representa Mato Grosso no ‘The Voice Kids’, edição 2020. Ele se apresentou e foi aprovado no episódio do reality que foi transmitido neste domingo, 09.

Tangará em Foco –  Alexandre Rolim

Adryel ficou conhecido em Campo Novo do Parecis após cantar ao lado de Eduardo Costa durante o Show que comemorou o 31º aniversário da cidade, em julho de 2019.

O cantor camponovense passou da primeira fase da competição, as ‘Audições às cegas’, onde os técnicos ficam virados de costas para o palco e escolhem as crianças apenas pela voz.

Os técnicos Claudia Leite e Carlinhos Brow viraram as cadeiras após Adryel soltar a voz com a música “Cem Mil”, de Gusttavo Lima. Eles viraram nos últimos segundos da apresentação.

O garoto escolheu fazer parte do time da cantora Claudia Leite.

Adryel de Freitas volta a se apresentar na segunda fase do programa, as ‘Batalhas’, onde as 72 crianças escolhidas nas audições vão integrar os 3 times. São 24 participantes por time que se apresentam em trios nesta fase de Batalhas. Cada criança do trio se apresenta e o técnico escolhe apenas uma para representá-lo na próxima fase.

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O vencedor(a) desta edição do programa receberá prêmio de R$ 200 mil e contrato com a Universal Music, com direito a gravação de um álbum musical.

Além de Adryel, Mato Grosso é representado por outras três vozes: Milena Schmitz, de 10 anos, moradora de Vera, Myrella Fernanda, de 9 anos, de Novo Horizonte do Norte e Matheus Freitas, de Peixoto de Azevedo.

Fonte: Tangará em Foco com informações do Parecis.Net

 

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Cultura

Primeira edição do Festival Floresta Dança ocorre em abril

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As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site do evento. Todas as atividades serão gratuitas

Dayanne Santana | Secel-MT

Entre os profissionais que conduzirão as oficinas: Bruna Lorrenzzetti (Dança Clássica na Metodologia Vaganova), Rafael Cerigato (Preparação Física para Bailarinos) e Vinícius Porto Trecha (Street Dance Infantil). – Foto por: Divulgação

De 22 a 25 de abril, acontece a primeira edição do Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento, um evento com caráter regional que oportunizará a vivência da dança por meio de oficinas, apresentações de espetáculos e performances, roda de conversa e mostra de dança competitiva e não-competitiva, com premiação aos melhores bailarinos e melhor coreografia.

O evento será realizado no município de Alta Floresta (830 km de Cuiabá) e conta com recursos via Edital Circuito de Mostras e Festivais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site https://florestadanca.com.br/. Todas as atividades do festival são gratuitas. Os organizadores ressaltam a importância de ler o regulamento do festival, dada a quantidade de informações e documentos necessários para cada atividade.

A coordenadora do festival, Cassiane Leite, fala da importância da realização do evento no extremo norte de Mato Grosso. “Realizar o primeiro festival de dança de Alta Floresta é uma grande oportunidade para toda a população, dançarinos e pessoas que tem interesse em conhecer mais sobre o mundo da dança”. Ela ressalta ainda que todos os cuidados para covid-19 estão sendo tomados para segurança dos participantes, formadores e demais envolvidos, considerando as orientações e protocolos de saúde.

Entre os dias 23 e 25 de abril, serão realizadas oficinas de dança clássica na metodologia Vaganova, dança contemporânea, jazz dance, stiletto heels class, street dance infantil, preparação física para bailarinos, e encontro do brincar. Será concedido certificado para os participantes que atingirem no mínimo 75% de frequência nas oficinas. O certificado será disponibilizado via e-mail em até 15 dias após conclusão da atividade. As inscrições ficam abertas enquanto houver vagas.

Nos dias 23, 24 a 25 de abril, às 19h30, serão as noites da Mostra de Dança, que está dividida em Competitiva e Palco Aberto. O primeiro é destinado a quem deseja apresentar seu trabalho de forma competitiva. Os melhores trabalhos inscritos e selecionados receberão troféus e prêmios em dinheiro. Já o palco aberto é o espaço de fomento à participação de quem não tem interesse em competir, mas deseja vivenciar a experiência de ter seu trabalho apresentado em um festival. As inscrições serão aceitas entre os dias 01 de março e 05 de abril, exclusivamente pelo endereço de e-mail: [email protected] As coreografias selecionadas serão anunciadas no site, no dia 12 de abril.

No dia 25 de abril, às 18h, será realizada uma roda de conversa, espaço voltado para debate, aprendizado e troca de experiências, dirigido a bailarinos e demais trabalhadores da cultura que tenham interesse em conhecer mais sobre as vivências e os processos produtivos. Para participar é preciso retirar o ingresso no site do festival.

Durante o Festival serão apresentadas duas obras inéditas, e ainda espetáculos de companhias de dança de Alta Floresta, Cuiabá e São Paulo. Em caso de dúvidas, os interessados podem encaminhar e-mail para [email protected]

Serviço

Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento

De 22 a 25 de abril de 2021

Inscrições e programação completa: https://florestadanca.com.br/

Informações: [email protected]

Fonte: Assessoria

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Cultura

Unemat traduz Declaração Universal dos Direitos Humanos para língua Xavante

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Lygia Lima | Assessoria Unemat

A Universidade do Estado de Mato Grosso acaba de lançar a tradução para a língua Xavante da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  A obra foi publicada pela Editora Unemat em formato E-book e está disponível para download gratuitamente por meio do site da Unemat http://portal.unemat.br/?pg=site&i=editora&m=catalogo-de-obras-eletronicas-paginas&c=declara-o-universal-dos-direitos-humanos  

O livro é resultado do projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos”, coordenado pelo professor da Unemat Wellington Pedrosa Quintino e os acadêmicos Tiago Tserewatawe Tsitedzé e Vinícius Sidiwê Supretaprã Xavante, que são vinculados a Faculdade Indígena Intercultural (Faindi), do Câmpus Universitário de Barra do Bugres.

O Projeto de Tradução/versão é uma das ações previstas pela Política de Línguas da Faculdade Intercultural, que consiste na versão, para as línguas indígenas, de textos legais que abordam direitos humanos, linguísticos, justiça e educação da humanidade, incluindo os direitos dos povos indígenas e assenta-se em três eixos: a consciência fonológica, a tradução de textos oficiais e a cooficialização das línguas indígenas faladas nos diferentes municípios de Mato Grosso.

A Unemat espera que por meio desta versão em Xavante da ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos’, da Unesco, assim como sua tradução na maioria das línguas naturais, possa fortalecer, dar visibilidade e tirar do silenciamento os povos e as línguas indígenas faladas em Mato Grosso, em especial, os Xavante.

Na apresentação da obra, a diretora da Faindi, professora Mônica Cidele da Cruz, explica como se deu o trabalho de pesquisa e execução para que o texto da Unesco fosse traduzido para a língua Xavante. “Para a execução do projeto, pautamo-nos nos pressupostos da interculturalidade, articulada com os fundamentos de Paulo Freire da dialogicidade e da construção de uma pedagogia da comunicação. Do ponto de vista metodológico, esta produção foi realizada em três etapas, a saber: na primeira etapa, foram realizados encontros entre a equipe colaboradora (todos os alunos Xavante da Faindi) e o propositor do projeto, professor Wellington Quintino, na terra indígena Marãiwatsédé, quando ocorreu também a seleção dos colaboradores Xavante, por Terra Indígena, que se encontram em formação na Unemat, Tiago Tserewatawe e Vinicius Supretaprã; a segunda etapa aconteceu durante o período de estudos presenciais, momento em que os textos foram lidos em português, construindo-se paráfrases com a finalidade de produzir compreensões (da mesma forma ou de maneira aproximada) dos entendimentos do mundo/ palavra Xavante. Ainda, nesta etapa, ocorreram encontros nas Terras Indígenas/aldeias com os anciãos para discussões e reorganizações, trabalho que ficou sob a responsabilidade dos acadêmicos Xavante dos cursos de Pedagogia Intercultural e da Licenciatura Intercultural; a terceira etapa foi o momento em que se deu, propriamente, o resultado final da tradução/versão do texto oficial realizada em Cáceres com os colaboradores selecionados em Marãiwatsédé, Tiago e Vinicius, nossos principais consultores nativos”, explica.

Além de possibilitar que o povo Xavante tenha acesso a esse texto universal, o projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos” articula-se com a Faculdade Indígena Intercultural, por produzir reflexões sobre os direitos humanos que também são fundamentais para os indígenas que fazem parte, principalmente, do contexto educacional do Estado de Mato Grosso, bem como, também subsidiar encaminhamentos dentro das aldeias no que se refere à educação intercultural, diferenciada e específica.

Fonte: Assessoria

 

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