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Cantora que proibiu Maiara e Maraisa de usar ‘As Patroas’ desabafa

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Cantora conseguiu proibição na Justiça
Reprodução/Montagem 14.06.2022

Cantora conseguiu proibição na Justiça

Daisy Soares diz que está com medo e que não é sobre dinheiro. Desde que conseguiu uma liminar contra o uso da marca “As Patroas” — usada no projeto das cantoras sertanejas Maiara & Maraisa e Marília Mendonça, que morreu em acidente de avião em novembro —, no dia 8 de junho, ela conta que vem recebendo ameaças nas redes sociais.

Ofensas como “tinha que ser baiana” ou “ai se eu te encontro na rua” geraram medo nas integrantes da banda de forró que contestaram o uso do nome por já serem um grupo musical chamado “A Patroa” desde 2013, com registro no INPI desde 2017.

“Semana passada tínhamos um show no shopping e os fãs ligaram para lá, começaram a ameaçar o shopping e a dizer para cancelar nosso show. O contratante me ligou desesperado para saber o que aconteceu e eu fiquei com medo de ter meus shows cancelados por conta das ameaças dos fãs”, disse. 

“Eles estão furiosos, achando que eu estou as impedindo de usar uma marca que é delas. Eles dizem ‘não adianta colocar na justiça porque você nunca vai ser patroa'”, conta Daisy, que diz estar com medo de receber algum tipo de retaliação violenta durante apresentações.

De acordo com Daisy, quando soube da tentativa de registro por parte do empresário de Maiara & Maraisa e de Marília Mendonça em 2020, entrou em contato para poder resolver a situação uma vez que o projeto das sertanejas estaria utilizando não só o mesmo nome como também a mesma fonte do logotipo e cor, o que estaria prejudicando a banda de forró:

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“A gente vinha de uma crescente de quantidade de shows, visualizações, seguidores e em 2019 ganhei um prêmio de cantora revelação no São João da Bahia. Então a gente pensa: ‘é, as coisas estão dando certo'”, afirmou.

“Mas aí veio essa utilização indevida da nossa marca e em 2020 elas começaram a atropelar a gente. A sensação é como se eu tivesse adquirido um terreno, com a documentação toda certa desse terreno e de repente alguém achou interessante e começou a construir de uma forma tão absurda que a gente não tinha mais controle de como impedir aquilo”, comentou. 

A cantora de forró explica que, sem a autorização do INPI, a turnê das sertanejas não poderia acontecer utilizando a marca “Patroas” e que, por isso, ela foi procurada com pressa para que um acordo fosse firmado. Segundo Daisy, nas reuniões que fizeram nada de concreto ficou acordado.

“Eles sugeriram um apadrinhamento. Falaram ‘vamos fazer uma parceria, quem sabe um feat’. Tinha uma pressa muito grande para que eu assinasse e passasse o nome para eles, mas a nível de concreto, assinado, como seria essa parceria, não chegou para mim. Eu pedia uma proposta e eles ficavam me perguntando o que eu queria. Como se eu pudesse mensurar algo que para mim é tão importante. Não é sobre dinheiro. Não era minha intenção vender minha marca”, explica.

De acordo com posicionamento enviado à imprensa pelo advogado da WorkShow (empresa que agencia a carreira de Maiara & Maraisa e de Marília Mendonça), Maurício Vieira, nem a empresa e nem a dupla vão se manifestar sobre o caso por enquanto.

“A equipe jurídica do escritório WorkShow, e da dupla Maiara & Maraisa não foi citada e/ou intimada da referida decisão e não tem acesso ao processo. Por este motivo, não irá se manifestar”.

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Ainda segundo a nota, a WorkShow é titular da marca “Festa das Patroas” desde outubro de 2015 , projeto que já tinha a participação de Marília Mendonça e Maiara & Maraisa.

“Ressaltamos que a empresa e a dupla sempre agiram com responsabilidade e prezam pela legalidade e o respeito à normas e marcas devidamente registradas. Toda e qualquer questão jurídica será devidamente tratada no processo em questão, tão logo as partes sejam citadas e intimadas a se manifestar”, conclui o informe enviado pela equipe jurídica.

Na decisão de 8 de junho, o juiz substituto Argemiro de Azevedo Dutra decidiu a favor de Daisy sob pena de multa de R$ 100 mil por cada transgressão:

“Determino que as rés se abstenham de utilizarem, a qualquer pretexto, a marca registrada de titularidade da autora ‘A Patroa’, seja na forma singular ou plural, em quaisquer serviços, produtos comercializados, publicidades, por meio físico ou virtual (…)”, disse o magistrado.

A defesa de Maiara e Maraisa tem prazo de 15 dias úteis, a partir do dia da decisão, 8 de junho, para fazer sua apresentação do caso, que cabe recurso.

O projeto ‘A Patroa’

A banda baiana de forró surgiu em 2013 já liderada por Daisy Soares. Hoje, o grupo já conta com 11 CDs gravados e com 15 músicas autorais nas plataformas digitais. Em 2017, ‘A Patroa’ chegou a cantar no mesmo dia que Marília Mendonça em um festival na cidade de Valença, interior da Bahia. O repertório vai do forró atual passando por Solange Almeida e Wesley Safadão ao “forró das antigas”, com uma releitura de músicas de Limão com Mel e Calcinha Preta.

Fonte: IG GENTE

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Felipe Neto diz que foi ameaçado em estádio: ‘Não me sinto seguro’

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Felipe Neto diz ter sido ameaçado por segurança em estádio de futebol
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Felipe Neto diz ter sido ameaçado por segurança em estádio de futebol

Felipe Neto esteve presente no estádio Nilton Santos na tarde deste domingo para acompanhar o clássico entre Botafogo e Fluminense. Após a partida, o youtuber revelou que foi ameaçado por um segurança do evento. “Estava assistindo ao jogo no meu camarote. Um segurança da empresa Blindados abordou meu motorista na porta e perguntou: ‘de quem é esse camarote?”. Ao ouvir que era meu, respondeu: ‘por favor, tinha que botar uma bomba aí para explodir e não sobrar nada'”, publicou Felipe Neto no Twitter.

Após relatar o episódio, o youtuber revelou que vem sendo alvo de ameaças nos últimos quatro anos e afirmou que não se sente seguro em nenhum lugar.

“Vamos fazer representação contra esse homem, mas esse é o resumo da minha vida nos últimos 4 anos. A qualquer momento, algo pode acontecer comigo. Se isso acontecer, só peço que vocês lembrem quem foram as pessoas responsáveis por alimentar esse ódio contra mim”, escreveu Felipe Neto.

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“Não sei como vou me sentir seguro de novo no estádio depois disso. Eu já não me sinto seguro em lugar nenhum fora da minha casa”, completou o youtuber.

O episódio causou espanto nos seguidores e muitos fãs fizeram questão de prestar apoio ao youtuber. Felipe Neto é conhecido por ter personalidade forte e gosta de se posicionar sobre temas polêmicos nas redes sociais.

Apesar da paixão pelo entretenimento, o youtuber nunca escondeu seu amor por futebol. Torcedor fanático do Botafogo, Felipe Neto sempre foi um frequentador assíduo do estádio Nilton Santos.

O relato da ameaça sofrida por Felipe Neto vem repercutindo nas redes sociais. Revoltados com o episódio, muitos internautas vem cobrando uma atitude das autoridades.

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Fonte: IG GENTE

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Hospital abre sindicância e apura crime cometido contra Klara Castanho

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Klara Castanho teve sua intimidade exposta pela equipe médica que a atendeu
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Klara Castanho teve sua intimidade exposta pela equipe médica que a atendeu


Após o vazamento de dados sigilosos de Klara Castanho , o hospital que atendeu a atriz para a realização do parto abriu uma sindicância interna para apurar os fatos e identificar quais funcionários se envolveram na divulgação de informações que nunca deveriam ter sido retiradas dos prontuários.


Em nota enviada a este colunista que vos fala, a Rede D’Or lamentou o vazamento dos dados e afirmou que iniciará a investigação na unidade de saúde que atendeu a atriz.

“A Rede D’Or tem como princípio preservar a privacidade de seus pacientes bem como o sigilo das informações do prontuário médico. O hospital se solidariza com a paciente e familiares e informa que abriu uma sindicância interna para a apuração desse fato”, disse a rede em nota.

A profissional de saúde que vazou as informações à imprensa, quando identificada, infringiu o artigo 154 do Código Penal, que fala sobre a revelação de informações sigilosas e que possam trazer prejuízos ou danos a outrem. Caso venha a ser julgada e culpabilizada, ela poderá ser presa e pegar até um ano de detenção.

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Exposição dolorosa

Na noite de sábado (25), Klara Castanho usou suas redes sociais para informar que havia sido vítima de um estupro, que lhe resultou em uma gravidez. A criança foi entregue legalmente à adoção, porém uma enfermeira do hospital em que ela foi atendida procurou alguns veículos para vazar as informações, que estavam sob sigilo desde então.

Em seu desabafo, bastante doloroso, a atriz relata o desprezo que sentiu por parte da equipe médica que a atendeu e também das dores emocionais que a violação ao seu corpo lhe causou. Uma história triste e que merece ser tratada com respeito.

Fonte: IG GENTE

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