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Saúde

Capital paulista abre todas as unidades de saúde para multivacinação

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A cidade de São Paulo está com todas as unidades de saúde abertas hoje (11) para a vacinação contra a covid-19, a gripe, e imunizantes para o público infantil. Estão funcionando todas as unidades básicas de saúde (UBS), das 8h às 17h, e as assistências médicas ambulatoriais (AMA)/UBS integradas, das 7h às 19h, exclusivamente para a vacinação.

Para o público infantil, estão disponíveis imunizantes como tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23.

Todas as unidades realizam a aplicação da primeira dose (D1) contra a covid-19, segunda dose (D2), primeira dose adicional (DA1) e segunda dose adicional (DA2). Para receber as vacinas contra covid-19, é necessário intervalo de quatro meses entre as doses. 

Em São Paulo, as pessoas com mais de 50 anos de idade e profissionais da área da saúde com mais de 18 anos podem receber a DA2. No caso de cidadãos, acima de 50 anos, com alto grau de imunossupressão, está liberada a terceira dose adicional (DA3) para aqueles que receberam a DA2 há pelo menos quatro meses.

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“É fundamental que as pessoas se conscientizem da importância de manter as suas carteiras de vacinação atualizadas. Isso vale tanto para a covid-19 como para a gripe e as demais vacinas obrigatórias”, destacou o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Os grupos que podem receber a vacina da gripe, podem ser pesquisados no site da prefeitura. A lista completa dos postos de saúde está disponível no Busca Saúde.

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa mantém proibição da venda de cigarros eletrônicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (6) manter a proibição de importação, propaganda e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. A restrição começou em 2009, mas a comercialização continua ocorrendo de forma ilegal no país. 

A decisão foi tomada durante a 10ª reunião da diretoria colegiada do órgão. Por unanimidade, a diretoria seguiu voto proferido pela diretora Cristiane Rose Jourdan. 

Segundo a diretora, estudos científicos demonstram que o uso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) está relacionado com aumento do risco de jovens ao tabagismo, potencial de dependência e diversos danos à saúde pulmonar, cardiovascular e neurológica. 

Os cigarros eletrônicos são aparelhos alimentados por bateria de lítio e um cartucho ou refil, que armazena o líquido. Esse aparelho tem um atomizador, que aquece e vaporiza a nicotina. O aparelho traz ainda um sensor, que é acionado no momento da tragada e ativa a bateria e a luz de led. 

A temperatura de vaporização da resistência é de 350°C. Nos cigarros convencionais, essa temperatura chega a 850°C. Ao serem aquecidos, os DEFs liberam um vapor líquido parecido com o cigarro convencional.

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Os cigarros eletrônicos estão na quarta geração, onde é encontrada concentração maior de substâncias tóxicas. Existem ainda os cigarros de tabaco aquecido. São dispositivos eletrônicos para aquecer um bastão ou uma cápsula de tabaco comprimido a uma temperatura de 330°C. Dessa forma, produzem um aerossol inalável.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid: capital paulista quer 4ª dose para maiores de 35 anos

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A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS) enviou um ofício ao Ministério da Saúde solicitando que a população acima de 35 anos de idade seja incluída no calendário de vacinação com a segunda dose adicional (DA2) contra a covid-19. A estimativa populacional desse contingente é de cerca de 1 milhão de pessoas.

Segundo as informações da secretaria, pelo menos 627 mil pessoas não receberam a segunda dose de reforço contra a covid na capital paulista e 2,5 milhões de pessoas aptas para a primeira dose adicional da vacina ainda não procuraram os postos. “Por meio das unidades básicas de Saúde (UBS), a SMS realiza rotineiramente busca ativa dessa população e disponibiliza, de segunda a domingo, inclusive em feriados, a vacinação em diversos postos por toda a cidade”.

“A dose de reforço é essencial para continuar protegendo a população de quadros mais graves da covid-19. São Paulo é a capital mundial da vacina e essa grande adesão da população à vacinação mostrou sua eficiência e importância para evitar que casos de covid-19 se agravem e levem a internações. Pedimos à população que procure a UBS mais próxima de sua casa ou trabalho e não deixe de se vacinar”, recomenda o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

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De acordo com a SMS, a cidade já aplicou mais de 33 milhões de doses. Até o dia 4, 2.260.434 doses foram aplicadas como segunda dose adicional, cobrindo 56,8% do público elegível. Outras 7.742.644 doses foram aplicadas como primeira dose de reforço, equivalente a 81,3% de cobertura vacinal.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que até o momento recomenda a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 para as pessoas a partir de 40 anos de idade. Disse ainda que a Câmara Técnica Assessora em Imunizações mantém as discussões referentes as alterações e ampliações do esquema vacinal para novos grupos.

“Após aprovação o conteúdo é publicado por meio de Notas Técnicas, de acordo com as evidências científicas a respeito do tema e o cenário epidemiológico, que são acompanhados diariamente pelo Ministério da Saúde”, disse o ministério.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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