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Política Nacional

Carlos Bolsonaro volta à ativa no governo em esforços por reforma da Previdência

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Carlos Bolsonaro durante cerimônia de posse do pai: vereador exerce influência no governo federal
Rafael Carvalho/Governo de Transição – 1.1.19

Carlos Bolsonaro durante cerimônia de posse do pai: vereador exerce influência no governo federal


O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), segundo filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), voltou a exercer influência no governo do pai. Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo
, Carlos se reuniu nesse início de semana com o secretário de Comunicação Social, Floriano Barbosa, para discutir estratégias para defender a reforma da Previdência.

Leia também: Eduardo Bolsonaro só vê lado bom em áudios vazados e destaca “moral” de Carlos

O presidente quer a ajuda do filho Carlos Bolsonaro
para promover o texto da reforma da Previdência e conseguir, assim, mais apoiadores não só no Congresso, mas também na sociedade civil. Principal articulador de Jair Bolsonaro nas redes sociais, Carlos deve atuar com maior força no tema.

O primeiro post do vereador do Rio de Janeiro nesta terça-feira (26) já mostra a estratégia do governo. Carlos pede apoio a “não tão popular, mas necessária proposta da nova previdência
“.

Veja Também:  Alesp aprova reajuste de 10% e 20% para servidores públicos de SP

“Gostaria de ver mais deputados eleitos por Bolsonaro defendendo a não tão popular, mas necessária proposta da nova previdência. Sabemos que alguns já o fazem, mas qualquer um vê que a esmagadora maioria nem toca no assunto. Um time tem que jogar junto interessado só no Brasil”, escreveu o vereador no Twitter
.

Leia também: Carlos Bolsonaro diz que “arma legal resolveria” caso de mulher espancada no Rio

Aliados de Bolsonaro já demonstraram incômodo sobre a influência do filho no governo do pai. O primeiro ministro demitido pelo presidente, Gustavo Bebianno, afirmou que só deixou a Secretaria-Geral da Presidência por pedido de Carlos
. O vereador chegou a postar ataques ao ex-ministro no Twitter, dizendo que o mesmo não havia falado com Bolsonaro em meio às denúncias sobre “candidaturas laranjas” do PSL. O presidente retweetou a mensagem, o que enfraqueceu Bebianno.

O próprio Jair Bolsonaro já admitiu que Carlos Bolsonaro
tem um bom controle de redes sociais e trabalhou diretamente na comunicação do pai durante a campanha eleitoral. Pelos seus “dotes” com a internet, o segundo filho do presidente chegou a ser cotado a assumir a área de Comunicação Social do governo dentro do Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicações, comandado pelo astronauta Marcos Pontes. Atualmente, Floriano Barbosa, com quem o vereador se encontrou, é responsável pela área.

Veja Também:  Plenário aprova projeto sobre contrato de trabalhador de consórcio público

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Política Nacional

Diário da Oficial da Câmara publica cassação de Gabriel Monteiro

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A cassação do mandato do vereador Gabriel Monteiro (PL) foi publicada na edição desta sexta-feira (19) do Diário Oficial da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Em uma sessão que durou seis horas e meia, 48 vereadores votaram pela cassação e dois foram contra: Chagas Bola (União Brasil) e o outro, o próprio Gabriel Monteiro.

Do total de 50 parlamentares presentes, eram necessários pelo menos 34 votos para interromper o mandato. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) não compareceu à sessão, porque está de licença por questões pessoais.

Na Resolução Nº 1.574, de 18 de agosto de 2022, o presidente da Câmara, Carlo Caiado (sem partido) declara a perda do mandato do vereador Gabriel Luiz Monteiro de Oliveira, por conduta incompatível com o decoro parlamentar, “nos termos da Representação Nº 1/2022, com fundamento no Art. 49, Inciso 2, da Lei Orgânica do Município, combinado com o disposto no Art. 7, Inciso 3, do Decreto-Lei Nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, e conjugado com as prescrições previstas no Art. 5, incisos 1, 2 e 4 e no Art. 12, Inciso 3, da Resolução Plenária Nº 1.133, de 3 de abril de 2009”.

Em maio deste ano, Gabriel Monteiro se tornou réu na Justiça do Rio de Janeiro. Ele foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) de filmar relação sexual com uma adolescente de 15 anos. Na Câmara dos Vereadores, o parlamentar foi julgado por quebra do decoro parlamentar por encenação com uma menor de idade em um shopping center; agressão a uma pessoa em situação de rua convidada para simulação de um roubo na Lapa e pela gravação em vídeo de relação sexual com uma menor de idade, cujas imagens foram posteriormente vazadas na internet.

Veja Também:  Plenário aprova projeto sobre contrato de trabalhador de consórcio público

As denúncias de assessores do vereador por importunação sexual e estupro, que foram apresentadas durante os trabalhos da Comissão de Ética, não foram inseridas no relatório final, porque não faziam parte da denúncia inicial.

O relator do processo por quebra de decoro de Gabriel Monteiro no Conselho de Ética da Câmara, Chico Alencar (PSOL), afirmou que os vídeos foram editados de forma a abusar de pessoas vulneráveis. Alencar destacou no relatório que é crime filmar cenas de sexo com menores. “A conduta do vereador, ao filmar cenas de sexo com menores, é crime. Está no Estatuto da Criança e do Adolescente. É crime fotografar, filmar, cenas de sexo envolvendo crianças e adolescentes. Armazenar vídeo, fotografia com cena de sexo explícito é crime. Os vídeos têm diálogos estarrecedores.”

Defesa

A defesa de Monteiro, no entanto, continuou com a sustentação de que a encenação com a adolescente no shopping center foi consentida pela mãe da jovem, que a gravação com o morador de rua, que ele teria sido agressivo, era um experimento social, e que o vereador não sabia que a menina com quem se relacionava era menor de idade. Segundo o advogado Sandro Figueredo, Monteiro foi vítima de uma conspiração da chamada máfia do reboque, que ele teria denunciado.

Veja Também:  CDH aprova proibição de visita íntima em presídios acompanhada de criança

Por questionarem a conduta parlamentar, quase todos os vereadores que ocuparam a tribuna durante o julgamento, criticaram Monteiro, conhecido por publicar em seu canal no YouTube fiscalizações em hospitais, abrigos e escolas públicas, além de supostas ações contra criminosos. Último a falar, Gabriel Monteiro negou ter cometido os crimes e pediu para não ser jogado “na cova dos leões”.

Apesar da perda do mandato, Gabriel Monteiro ainda teria condição de concorrer a uma vaga de deputado federal na próxima eleição. Quando fez o registro da candidatura na Justiça Eleitoral, ele era vereador e não havia impedimentos para se lançar ao pleito.

Na sessão de ontem, além da ter o mandato cassado, Gabriel Monteiro ficou inelegível por dez anos, dois pelos que ainda faltava completar o mandato da Câmara e oito pela perda do cargo de vereador.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

Eleições 2022: treinamento de mesários é prioritariamente a distância

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu tornar prioritariamente a distância o treinamento dos mesários convocados para trabalhar nas Eleições 2022, consolidando mudanças que implementadas no pleito de 2020 em razão da pandemia.

A regra agora, por exemplo, é o treinamento ocorrer preferencialmente por meio de um aplicativo de celular desenvolvido pela Justiça Eleitoral. A ferramenta, disponível para aparelhos Android e iOS, traz todas as informações necessárias, divididas em módulos de estudo.

Para utilizar o app, é preciso fazer um login utilizando o número do título de eleitor.  “Só quem tiver sido formalmente nomeado para trabalhar nas eleições terá acesso às funcionalidades”, informou o TSE.

Na eleição deste ano, a Justiça Eleitoral convocou um contingente de mais de 2 milhões de pessoas para trabalhar nas mesas de votação ou no apoio logístico. A orientação é que os convocados já baixem a atualização do app e comecem a utilizar a ferramenta. O prazo pra concluir o treinamento é 1º de outubro, um dia antes do primeiro turno.

Ao final do treinamento, um certificado será emitido  em formato PDF, que virá com um QR Code para a validação do documento por meio do Canal do Mesário.

Veja Também:  Legislativo quer dar palavra final sobre cassação de parlamentares

A capacitação por aplicativo foi primeiro utilizada nas eleições municipais de 2020, quando as restrições impostas pela pandemia de covid-19 aceleraram a elaboração de ferramentas de ensino a distância. Naquele ano, mais de 1 milhão de pessoas se capacitaram pelo app.

Com o sucesso da iniciativa, o ensino à distância foi tornado prioritário pdlo TSE, embora os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) ainda possam realizar capacitações presenciais se julgarem necessário.

Conteúdo

Os módulos do aplicativo contém imagens, cartilhas e manuais para o mesário, bem como orientações sobre fluxo de votação; procedimentos a serem adotados na seção eleitoral; checklist de início e de encerramento dos trabalhos; dicas de como combater a desinformação; medidas sanitárias para prevenção do contágio pelo coronavírus; quiz para testar conhecimentos; e soluções para possíveis problemas que podem ocorrer durante a votação.

A ferramenta traz também informações sobre o novo modelo de urna eletrônica, que é utilizado pela primeira vez nestas eleições e traz mais recursos de acessibilidade, como janela de intérprete de Libras para auxiliar o leitor surdo, teclado em braile e recursos de áudio, para os que tenham deficiência visual.

Veja Também:  Plenário aprova projeto sobre contrato de trabalhador de consórcio público

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Política Nacional

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O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), segundo filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), voltou a exercer influência no governo do pai. Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo
, Carlos se reuniu nesse início de semana com o secretário de Comunicação Social, Floriano Barbosa, para discutir estratégias para defender a reforma da Previdência.

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O primeiro post do vereador do Rio de Janeiro nesta terça-feira (26) já mostra a estratégia do governo. Carlos pede apoio a “não tão popular, mas necessária proposta da nova previdência
“.

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“Gostaria de ver mais deputados eleitos por Bolsonaro defendendo a não tão popular, mas necessária proposta da nova previdência. Sabemos que alguns já o fazem, mas qualquer um vê que a esmagadora maioria nem toca no assunto. Um time tem que jogar junto interessado só no Brasil”, escreveu o vereador no Twitter
.

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Aliados de Bolsonaro já demonstraram incômodo sobre a influência do filho no governo do pai. O primeiro ministro demitido pelo presidente, Gustavo Bebianno, afirmou que só deixou a Secretaria-Geral da Presidência por pedido de Carlos
. O vereador chegou a postar ataques ao ex-ministro no Twitter, dizendo que o mesmo não havia falado com Bolsonaro em meio às denúncias sobre “candidaturas laranjas” do PSL. O presidente retweetou a mensagem, o que enfraqueceu Bebianno.

O próprio Jair Bolsonaro já admitiu que Carlos Bolsonaro
tem um bom controle de redes sociais e trabalhou diretamente na comunicação do pai durante a campanha eleitoral. Pelos seus “dotes” com a internet, o segundo filho do presidente chegou a ser cotado a assumir a área de Comunicação Social do governo dentro do Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicações, comandado pelo astronauta Marcos Pontes. Atualmente, Floriano Barbosa, com quem o vereador se encontrou, é responsável pela área.

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Diário da Oficial da Câmara publica cassação de Gabriel Monteiro

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A cassação do mandato do vereador Gabriel Monteiro (PL) foi publicada na edição desta sexta-feira (19) do Diário Oficial da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Em uma sessão que durou seis horas e meia, 48 vereadores votaram pela cassação e dois foram contra: Chagas Bola (União Brasil) e o outro, o próprio Gabriel Monteiro.

Do total de 50 parlamentares presentes, eram necessários pelo menos 34 votos para interromper o mandato. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) não compareceu à sessão, porque está de licença por questões pessoais.

Na Resolução Nº 1.574, de 18 de agosto de 2022, o presidente da Câmara, Carlo Caiado (sem partido) declara a perda do mandato do vereador Gabriel Luiz Monteiro de Oliveira, por conduta incompatível com o decoro parlamentar, “nos termos da Representação Nº 1/2022, com fundamento no Art. 49, Inciso 2, da Lei Orgânica do Município, combinado com o disposto no Art. 7, Inciso 3, do Decreto-Lei Nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, e conjugado com as prescrições previstas no Art. 5, incisos 1, 2 e 4 e no Art. 12, Inciso 3, da Resolução Plenária Nº 1.133, de 3 de abril de 2009”.

Em maio deste ano, Gabriel Monteiro se tornou réu na Justiça do Rio de Janeiro. Ele foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) de filmar relação sexual com uma adolescente de 15 anos. Na Câmara dos Vereadores, o parlamentar foi julgado por quebra do decoro parlamentar por encenação com uma menor de idade em um shopping center; agressão a uma pessoa em situação de rua convidada para simulação de um roubo na Lapa e pela gravação em vídeo de relação sexual com uma menor de idade, cujas imagens foram posteriormente vazadas na internet.

Veja Também:  Plenário aprova projeto sobre contrato de trabalhador de consórcio público

As denúncias de assessores do vereador por importunação sexual e estupro, que foram apresentadas durante os trabalhos da Comissão de Ética, não foram inseridas no relatório final, porque não faziam parte da denúncia inicial.

O relator do processo por quebra de decoro de Gabriel Monteiro no Conselho de Ética da Câmara, Chico Alencar (PSOL), afirmou que os vídeos foram editados de forma a abusar de pessoas vulneráveis. Alencar destacou no relatório que é crime filmar cenas de sexo com menores. “A conduta do vereador, ao filmar cenas de sexo com menores, é crime. Está no Estatuto da Criança e do Adolescente. É crime fotografar, filmar, cenas de sexo envolvendo crianças e adolescentes. Armazenar vídeo, fotografia com cena de sexo explícito é crime. Os vídeos têm diálogos estarrecedores.”

Defesa

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Apesar da perda do mandato, Gabriel Monteiro ainda teria condição de concorrer a uma vaga de deputado federal na próxima eleição. Quando fez o registro da candidatura na Justiça Eleitoral, ele era vereador e não havia impedimentos para se lançar ao pleito.

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Eleições 2022: treinamento de mesários é prioritariamente a distância

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Com o sucesso da iniciativa, o ensino à distância foi tornado prioritário pdlo TSE, embora os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) ainda possam realizar capacitações presenciais se julgarem necessário.

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Os módulos do aplicativo contém imagens, cartilhas e manuais para o mesário, bem como orientações sobre fluxo de votação; procedimentos a serem adotados na seção eleitoral; checklist de início e de encerramento dos trabalhos; dicas de como combater a desinformação; medidas sanitárias para prevenção do contágio pelo coronavírus; quiz para testar conhecimentos; e soluções para possíveis problemas que podem ocorrer durante a votação.

A ferramenta traz também informações sobre o novo modelo de urna eletrônica, que é utilizado pela primeira vez nestas eleições e traz mais recursos de acessibilidade, como janela de intérprete de Libras para auxiliar o leitor surdo, teclado em braile e recursos de áudio, para os que tenham deficiência visual.

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Fonte: EBC Política Nacional

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