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Agronegócio

Carne de frango: volume exportado em janeiro superou as 317 mil toneladas

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Carne de frango: volume exportado em janeiro superou as 317 mil toneladasNovos dados da SECEX/ME apontam que em janeiro passado os embarques de carne de frango – considerados, agora, os quatro principais itens exportados (frango inteiro, cortes, industrializados e carne salgada – ficaram próximos das 317,1 mil toneladas, aumentando mais de 15% em relação a janeiro de 2019. Em comparação com o mês anterior (cerca de 380,7 mil toneladas em dezembro/19) houve redução de, praticamente, 17%.

Sem dúvida elevados – aumento anual de mais de 15%; redução mensal de quase 17% – esses dois índices se justificam: em janeiro e dezembro do ano passado foram registrados, respectivamente, o mais baixo e o mais alto volume de 2019. Mas o que importa, no momento, é que os embarques deste janeiro alcançaram volume promissor, superando a média exportada no primeiro mês dos últimos seis anos.

Graças ao último resultado, o total exportado em 12 meses mantém-se acima dos 4,1 milhões de toneladas, registrando expansão de quase 5% sobre idêntico período anterior. Mais significativo, porém, continua sendo o avanço na receita cambial, pois os quase US$7 bilhões auferidos entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2020 significam incremento de 10% em relação aos 12 meses imediatamente anteriores.

Veja Também:  TRIGO/CEPEA: Brasil reduz importações, apesar da entressafra

A propósito, clique aqui para ver ou rever projeção efetuada pelo AviSite a propósito das tendências brasileiras de exportação de carne de frango em 2020.

Fonte: AviSite

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Agronegócio

CITROS/CEPEA: Geada atinge pomares de SP e aumenta preocupação de agentes

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Cepea, 23/7/2021 – O frio intenso observado no estado de São Paulo no início desta semana atingiu os pomares do cinturão citrícola, com registros de geadas em algumas áreas. Segundo colaboradores do Cepea, este cenário aumentou as preocupações de agentes quanto à produção de laranjas na temporada atual e ao vigor das plantas para a próxima safra, visto que as árvores estão próximas do período de indução floral e já debilitadas por conta do menor regime hídrico dos últimos dois anos. Considerando-se a safra atual (2021/22), a qualidade das laranjas que estão nos pés deve diminuir – algumas das frutas que foram afetadas pelas geadas do fim de junho/início de julho já apresentam o interior seco e cristalizado. Além disso, algumas áreas tiveram quedas de frutos. Para a próxima temporada (2022/23), as árvores mais novas (em fase de brotação) devem ser as mais afetadas, assim como aquelas com maior incidência de greening. Quanto à tangerina poncã, não há previsão de impactos significativos no volume do estado de SP, já que a colheita está praticamente finalizada. Por outro lado, em Minas Gerais, onde ainda há maiores volumes para serem colhidos, pode haver impacto negativo na qualidade das frutas. No caso da lima ácida tahiti, as preocupações são ainda maiores, visto que a fruta é bastante sensível a oscilações climáticas. Além disso, há áreas de lima ácida tahiti em diferentes estágios de desenvolvimento, inclusive com pomares em flor. Segundo colaboradores do Cepea, o frio intenso derrubou alguns frutos pequenos, brotamentos e flores. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Agronegócio

FRANGO/CEPEA: Consecutivas valorizações reduzem competitividade da carne em julho

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Cepea, 23/7/2021 – As consecutivas elevações nos preços da carne de frango estão na contramão do movimento observado para as duas principais proteínas concorrentes, bovina e suína, que têm se desvalorizado em julho, reduzindo a competitividade da carne de frango na parcial do mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a boa liquidez do frango no mercado doméstico tem se dado justamente pela competitividade da proteína, a mais em conta das três alternativas, se favorecendo, portanto, do poder de compra reduzido da população brasileira nos últimos meses. Mesmo com o recuo das vendas na comparação com as concorrentes, agentes do setor da avicultura de corte indicam que os negócios ainda estão aquecidos, apesar do período de segunda quinzena do mês. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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