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Carro por assinatura: nova modalidade pode gerar até R$ 22 mil de economia

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Consultor financeiro César Karam faz a comparação entre o plano de assinatura e o financiamento automotivo e revela o mais vantajoso a longo prazo

César Karam

Uma nova modalidade de aluguel de carro desponta no mercado. Não se trata de um aluguel comum, em que se faz um acordo por alguns dias e se paga um valor pré-determinado pela locadora, nem de compartilhamento de veículos, a novidade é o plano por assinatura. 

Por ser um período maior de aluguel, as taxas são menores, e incluem as vantagens da locação comum, como zero despesas com impostos, zero custos com manutenção, nem seguro. Mas, colocando na ponta do lápis, será que vale a pena?

Para dar a resposta, o consultor financeiro César Karam, que tem formação em cursos específicos de Bolsa de Valores e possui MBA em administração pela Fundação Getúlio Vargas, fez uma simulação de um plano de assinatura e o comparou com o gasto médio de um veículo próprio.

“Escolhi fazer a pesquisa com o Chevrolet Onix Hatch, por ser o carro mais vendido do Brasil desde 2015. Pela simulação, o banco Itaú (a melhor cotação encontrada pelo especialista na época da pesquisa) pede entrada mínima de R$ 5.394,00 e financiamento de R$ 51.028,52. Em 48 vezes, com a taxa de juros de 1,65%, cada prestação mensal fica em R$ 1.568,19. O custo total fica R$ 80,667,12”, detalha.

O especialista projetou gastos para quatro anos de uso, o equivalente a 100 mil KM, e incluiu custos com troca pneus (R$ 5.700,00 para três trocas), manutenção (R$ 6.116,00), IPVA e demais taxas (R$ 8.152,00), seguro (R$ 13.620,40) e desvalorização de 9% ao ano, em média, (R$ 20.312,11).

“Se eu fosse vender esse carro ao final dos quatro anos, conseguiria vendê-lo por R$ 36.110,41. Descontando esse valor, chega-se a um gasto médio de R$ 78.145,11 por quatro anos de uso, ou R$ 19.536,28 por ano”, revela.

Para ter a comparação, o especialista fez uma cotação com a empresa Localiza (melhor cotação encontrada na época da pesquisa) com dados do mesmo veículo, um Chevrolet Onix Hatch.

“Para a assinatura mensal do mesmo modelo de carro, a empresa cobra R$1.506,00 ao mês. Em 48 vezes, ou quatro anos, o valor fica R$ 55.152,00. Subtraindo o total gasto com o carro financiado (R$78.145,11) percebe-se que há uma economia de R$ 22.993,11 no período”, afirma.

“Ao analisarmos as duas possibilidades, percebemos que no financiamento o cliente tem um gasto anual de R$19.536,27, enquanto na assinatura o valor cai para R$13.788,00, praticamente um ano grátis, na comparação com a modalidade financiada”, conclui.

*Na comparação, o especialista fez uma projeção com valores praticados hoje no mercado e usou seus dados pessoais para fazer as simulações. Os valores podem variar em cada caso. A pesquisa completa está no Canal do Karam, no Youtube. 

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Fonte: Jennifer da Silva  – Suporte MF Press Global 

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Max Russi quer a regulamentação da profissão de tradutor e intérprete de Libras em MT

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A medida prevê também que, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e os demais órgãos da administração direta e indireta deverão disponibilizar o serviço do referido profissional.

Tramita na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A proposta é de autoria do primeiro-secretário, deputado Max Russi (PSB). O intuito, conforme o parlamentar é estimular a categoria e ao mesmo tempo ampliar a inclusão das pessoas surdas em Mato Grosso. Para se ter ideia, em todo o Brasil existem 344,2 mil surdos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE-senso 2020).

“A presença desses profissionais é importante para que as pessoas surdas usuárias das Libras tenham acesso à comunicação e a serviços públicos que proporcionem a ele uma vida de dignidade e o devido respeito à diversidade linguística e sociocultural dos surdos de nosso estado”, considerou Russi.

Pela proposta, fica considerado que Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (TILS) é o profissional que tem a competência para realizar interpretação das duas línguas de maneira simultâneas ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa.

O Projeto de Lei ainda estabelece que, a formação profissional do tradutor de libras – Lingua Portuguesa, em nível médio e ou superior, deve ser realizada por meio de curso de educação profissional reconhecido pelo Sistema que os credenciou.

E ainda, curso de extensão universitária, além de formação continuada promovida por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação ou organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda.

Para atuação, o profissional deve possuir qualificação na função de intérprete comunitário, educacional e guia-intérprete de alunos surdos e cegos em sala de aula e nas dependências da unidade escolar.

O artigo 6º do projeto de lei também propõe que, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e todos os demais órgãos da administração direta e indireta deverão disponibilizar o serviço de um Tradutor e Intérprete de Libras para dar apoio à acessibilidade aos serviços e as atividades-fim do órgão.

Fonte: Assessoria

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Bebê a bordo: Gravida pode praticar ciclismo e corrida?

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Fisioterapeuta, e futura mamãe, Raquel Silvério dá dicas de como se manter ativa nessa fase.

Você provavelmente já ouviu falar que fazer exercícios durante a gestação é bom tanto para a mamãe quanto para o bebê. Afinal, permanecer fisicamente ativa durante a gravidez pode melhorar a circulação sanguínea, aliviar dores nas costas, melhorar a digestão, o sono, o humor, ajudar a controlar o ganho de peso e ainda melhora a ativação muscular promovendo força e resistência, tudo o que a mamãe precisa para um parto tranquilo e seguro, no entanto, é preciso ter cautela.

De acordo com a fisioterapeuta Raquel Silvério, diretora clínica do Instituto Trata, unidade de Guarulhos, os exercícios que a grávida fará durante a gestação dependem muito do nível de condicionamento, do trimestre da gestação que ela está e principalmente se a gestante se sente bem para praticar. “Se a grávida já era ativa antes da gravidez, tudo fica mais fácil e ela conseguirá continuar suas atividades, mas com moderação. Não tente se exercitar em seu nível anterior, faça o que for mais confortável para você neste momento e sempre respeitando o seu novo ritmo. Já aquelas que estavam paradas, podem começar a se exercitar caminhando, uma atividade segura para esse período. Mas sempre consulte o seu médico” – alerta.

Exercícios físicos durante a gestação são recomendados de maneira geral, pois ajudam a reduzir o risco de diabetes gestacional, parto prematuro, pré-eclâmpsia e a necessidade de uma cesariana prematura.  Mas e no caso dos esportes de alto impacto como a corrida e o ciclismo? Segundo Raquel, correr ou andar de bicicleta durante a gestação é uma escolha individual. “No caso da corrida, o recomendado é que a mulher que não é acostumada a correr não saia por ai correndo sem antes consultar o médico, já aquelas acostumadas às pistas, a priori, caso ao tenham nenhuma contra indicação podem continuar a atividade reduzindo a intensidade do treino e monitorando a freqüência cardíaca. ” – pontua.

Para as ciclistas de plantão o sinal também é verde, segundo a fisioterapeuta, em uma gravidez saudável e sem riscos, é possível pedalar praticamente até o parto, claro que podem ser necessárias algumas adaptações, como mudar o tipo de percurso e deixar de lado um pouco alguns pedais mais extremos. “O bom senso deve governar, tanto em um quanto no outro esporte. Se você já praticava atividades como correr ou andar de bike e se sente confortável fazendo, continue, mas com segurança e acompanhamento médico” – destaca a profissional.

As dicas que a fisioterapeuta dá é para que as futuras mamães apenas redobrem os cuidados ao realizar essas atividades. “Hidrate-se bem e evite dias tão quentes e úmidos, principalmente no primeiro trimestre. Prefira locais planos para a prática da corrida e da bicicleta a fim de evitar o risco de quedas” – explica. De acordo com a especialista, é importante tomar cuidado com as mudanças que vão acontecendo no corpo feminino, não dá pra continuar no mesmo ritmo de antes.

Outra dica é aceitar que o tipo de esporte que a gestante fazia antes de engravidar vai mudar. “Você vai ficar mais lenta, e isso é um fato. Mas essa não é a hora de se esforçar: diminua a velocidade, adicione pausas para caminhadas, não se cobre tanto. Se você fizer metade do que fazia antes, provavelmente vai acabar no mesmo nível de preparação física que tinha quando o bebê nascer” – finaliza Raquel Silvério.

RAQUEL SILVÉRIO:
Fisioterapeuta (Crefito: 116746-F) e Diretora Clínica do Instituto Trata, Unidade de Guarulhos, a profissional possui especialização em fisioterapia músculo esquelética pela Santa Casa de São Paulo, além de formação em terapia manual ortopédica nos conceitos Maitland, Mulligan e Mckenzie e forte experiência em tratamentos da coluna vertebral. Acesse: www.institutotrata.com.br

Assessoria de Imprensa – Jornalista Responsável – Ludmila Baldon

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