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Carteira do Google chega ao Brasil com pagamentos por aproximação

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Carteira do Google chega ao Brasil
Divulgação/Google

Carteira do Google chega ao Brasil

O Google anunciou nesta quarta-feira (20) que seu novo aplicativo Carteira está disponível no Brasil. Ele é compatível com Android e WearOS e permite levar cartões de crédito e débito para pagamentos por aproximação, bilhetes de transporte, ingressos para eventos e documentos. Entre os parceiros locais, estão Nubank, Ingresso.com e o Ministério da Saúde.

Ao todo, são 15 bancos, bandeiras e emissores parceiros do Google no Brasil:

  • Bradesco
  • Banco do Brasil
  • Caixa
  • BTG
  • C6Bank
  • Itaú
  • Inter
  • Digio
  • Neon
  • Next
  • Nubank
  • XP
  • Visa
  • Mastercard
  • Elo

A ideia do Google, porém, é ir além de pagamentos. Por isso, a Carteira tem também suporte ao comprovante de vacinação contra Covid-19, emitido pelo Ministério da Saúde por meio do Datasus.

Outra parceira é com a Ingresso.com. Ela é responsável pela emissão dos tíquetes para o Rock In Rio 2022, que podem ser guardados no aplicativo. Segundo o Google, a ideia é expandir essa lista ao longo dos próximos meses.

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É fácil obter o aplicativo: se o Google Pay está instalado em seu aparelho, ele será atualizado automaticamente para Carteira do Google. Também é possível fazer o download por meio da Play Store.

Google quer integrar Carteira a seus serviços

A nova Carteira foi apresentada em maio deste ano na Google I/O , conferência da empresa voltada a desenvolvedores.

A promessa é que ela tenha condições de realmente substituir sua carteira, com suporte a itens como passagens aéreas, cartões de fidelidade, ingressos, bilhetes de transporte, documentos de identidade e habilitação, e meios de pagamento.

O Google pretende integrar a Carteira a seus serviços. Assim, se você tem uma passagem aérea salva, receberia notificações sobre atraso ou cancelamento daquele voo.

Um ingresso para show apareceria na agenda como um compromisso, e o aparelho avisaria qual a melhor hora para sair e qual caminho pegar. Ao consultar informações no Google Maps, o app exibiria o saldo do seu cartão de transporte, e assim por diante.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

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Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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