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ChatGPT: IA ficou mais burra ao longo do tempo, segundo cientistas

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ChatGPT: IA ficou mais burra ao longo do tempo, segundo cientistas
Unsplash/Rolf van Root

ChatGPT: IA ficou mais burra ao longo do tempo, segundo cientistas

Uma pesquisa recente, ainda não revisada por pares, realizada por Lingjiao Chen, Matei Zaharia e James Zou revelou que os modelos de linguagem GPT-3.5 e GPT-4, desenvolvidos pela OpenAI, apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os cientistas, que atuam em Stanford e Berkeley, constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade dos sistemas.

De acordo com o resumo do estudo , “GPT-4 (Março de 2023) demonstrou alta eficácia na identificação de números primos (precisão de 97,6%), porém, GPT-4 (Junho de 2023) apresentou um desempenho muito inferior nessas mesmas questões (precisão de 2,4%)”.

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Embora os pesquisadores não tenham apontado as razões específicas para essa degradação na precisão e habilidade, eles destacaram que esse declínio comprovado ao longo do tempo contraria a afirmação da OpenAI de que seus modelos estão sempre melhorando.

Peter Welinder, vice-presidente de produto da OpenAI, tentou atenuar os rumores de que as mudanças seriam intencionais, afirmando: “Não, não tornamos o GPT-4 menos inteligente”, em um tweet na semana passada. “Muito pelo contrário: fazemos cada nova versão mais inteligente do que a anterior”.

Ele sugeriu que as alterações na experiência do usuário podem ser resultado do uso contínuo, explicando que “quando você usa mais intensivamente o [ChatGPT], começa a perceber problemas que não via antes”.

O ChatGPT conquistou grande popularidade nos últimos meses, tornando-se uma das ferramentas mais utilizadas na internet. Desde o seu lançamento já conta com mais de 100 milhões de usuários.

Para utilizar o ChatGPT, é necessário criar uma conta no site da OpenAI, a empresa responsável por essa inteligência artificial. Ao acessar a plataforma, o usuário encontrará uma interface de chat semelhante a uma conversa em tempo real. Nesse ambiente, é possível fazer perguntas ou solicitar informações à IA. O comando inserido no chat, conhecido como “prompt”, é essencial para direcionar a interação.

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Fonte: Tecnologia

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Meta, Google e OpenAI firmam compromisso por IA mais responsável

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OpenAI, dona do ChatGPT, é uma das empresas que assinou compromisso com governo dos EUA
Unsplash/Rolf van Root

OpenAI, dona do ChatGPT, é uma das empresas que assinou compromisso com governo dos EUA

As sete principais empresas de inteligência artificial (AI) dos Estados Unidos concordaram nesta sexta-feira (21) em adotar uma série de medidas para desenvolver seus sistemas de forma mais responsável. O acordo foi realizado entre as companhias e o governo dos Estados Unidos.

Dentre os compromissos aceitos pela Amazon, Anthropic, Google, Inflection, Meta, Microsoft e OpenAI, estão investimentos em cibersegurança, realização de testes envolvendo aspectos de discriminação nos sistemas de IA antes de seus lançamentos, e um novo sistema de marca d’água em conteúdos gerados por IA.

Este último compromisso é uma forma das empresas sinalizarem que um texto, áudio, vídeo ou foto foi gerado por uma inteligência artificial, evitando que usuários acreditem, por exemplo, em deepfakes. As empresas ainda trabalham para implementar as novidades.

Por se tratar de um compromisso voluntário, a medida não é considerada uma regulação das empresas de IA, já que não há consequências para o descumprimento das promessas.

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Em paralelo à medida do governo, o Congresso dos EUA estuda propor uma lei para regulamentar sistemas de IA.

No Brasil, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou no início de maio um projeto de lei para regulamentar sistemas de inteligência artificial. Por enquanto, a matéria ainda não tem data para ser votada.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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