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Chevrolet Tracker 1.2 Premier encara o rival VW T-Cross Comfortline

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Chevrolet Tracker Premier 1.2 e VW T-Cross Comfortline: SUVs compactos bem equipados para a família
Caue Lira/iG

Chevrolet Tracker Premier 1.2 e VW T-Cross Comfortline: SUVs compactos bem equipados para a família

Quem diria que um SUV compacto fosse passar fácil dos R$ 130 mil, hein? Mas é o que acontece hoje em dia no Brasil. Prova disso é a dupla Chevrolet Tracker Premier 1.2 (R$ 131.290) e VW T-Cross Comfortline (a partir de R$ 129.290), que ficam lado a lado numa briga entre dois modelos bem equipados, feitos para poucos.

O Tracker está em falta nas concessionárias da GM por causa da escassez de semicondutores na indústria automotiva, mas mostrou que tem mais prós do que contras na briga com o rival T-Cross , um carro até um pouco mais agradável de dirigir, mas que tem um nível de sofisticação abaixo do GM por quase o mesmo preço.

Estamos falando da versão topo de linha do SUV da GM , a única que pode vir com o motor 1.2 turbo e teto solar panorâmico entre os itens de série. A lista de itens de série é longa e inclui alguns equipamentos que o VW não tem, como partida por botão, bancos revestidos de couro em dois tons (azul e cinza), porta-malas de dois andares, seis air bags, alerta de ponto cego nos retrovisores, sistema de frenagem de emergência, entre vários outros, como p acesso à internet a bordo.

No quesito equipamentos, o Chevrolet Tracker Premier 1.2 fica bem na frente do rival VW T-Cross Comfortline , que apesar de custar quase o mesmo que o concorrente vem apenas com o básico do conforto e segurança para um modelo de R$ 130 mil, com câmera de ré, volante revestido de couro com hastes para trocas de marcha, porta-luvas refrigerado, sensores nos para-choques (para ajudar nas manobras de estacionamento) e central multimídia VW Play , com tela de 10,1 polegadas, entre os itens principais.

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O bom do VW T-Cross é que o carro se sai melhor numa tocada mais animada com respostas mais ágeis do câmbio automático de seis marchas , uma suspensão mais firme, maior vão livre do solo (19,1 cm ante 15,7 cm do GM) e hastes no volante , ao contrário do rival, que vem com um botão na própria alavanca, o que exige tirar uma das mãos no volante para ser manuseado. Até os faróis do modelo da marca alemã se mostraram mais eficientes em viagem à noite, quando os do Tracker deixaram a desejar.

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Porém, com maior cilindrada e força, o modelo da GM consegue acelerar um pouco mais rápido que o rival. São 21,4 kgfm do Tracker ante 20,4 kgfm do T-Cross e ambos atingem o torque máximo a 2.000 rpm para acelerar de 0 a 100 km/h em 9,4 s, um segundo antes do concorrente (10,4 s). De velocidade máxima, ambos se equivalem, conforme os dados das fabricantes (185 km/h do GM e 184 km/h do VW). Então, na prática, embora haja uma pequena vantagem de fôlego do Tracker, o T-Cross é melhor de guiar.

Mas o Chevrolet Tracker Premier 1.2 vem mais equipado que o VW T-Cross, tem um porta-malas mais espaçoso (393 litros, ante 373 l do T-Cross) e conta com duas facilidade bem interessantes para um SUV familar: acesso à internet a bordo e sistema de concierge e assistente pessoal OnStar. Por meio dele é possível até facilitar a localização do veículo em caso de roubo ou furto. Além disso, tem ar-condicionado digital e carregador de celular sem fio.

Na briga equilibrada entre os dois SUVs, o VW T-Cross contra-ataca com um tanque de combustível um pouco maior, de 52 litros, ante 44 l do GM. Com isso, conforme os dados do Inmetro, o primeiro pode rodar até 697 km com gasolina na estrada e 494 km com etanol, contra 594 km e 493 km do rival da Chevrolet, respectivamente.

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Ainda conforme o Inmetro, o GM mostra alguma diferença a favor no consumo apenas com gasolina na cidade, quando é capaz de fazer 11,2 km/l, ante 10,8 km/l do VW. Nas demais situações, ambos são quase iguais. Em trechos urbanos, com etanol, o T-Cross faz 7,6 km/l, ante 7,7 km/l do Tracker, que faz 13,5 km/l com gasolina, em rodoviários, quase o mesmo que os 13,4km/l do T-Cross.

Conclusão

Entre VW T-Cross e Chevrolet Tracker , o primeiro tem um conjunto mais bem acertado para dirigir, com hastes no volante para trocas de marchas, freios a disco nas quatro rodas e maior vão livre do solo, o que ajuda em caminhos de terra. Mas a relação entre custo e benefício do Chevrolet Tracker pesa a favor do GM , que fica com a vitória neste comparativo por vir com vários itens sofisticados que contribuem bastante com o conforto e a segurança pelo mesmo preço do rival da VW .

Ficha Técnica

Chevrolet Tracker 1.2 Premier

Preço: a partir de R$ 131.290

Motor: 1.2, três cilindros, turboflex

Potência: 133 cv (E) / 132 cv (G) a 5.500 rpm

Torque: 21,4 kgfm a 2.000 rpm (E) / 19,4 kgfm a 2.000 rpm (G)

Transmissão: Automático,  seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambor (traseiros)

Pneus: 215/60 R16

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,62 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 44 litros

Porta-malas: 393 litros

Consumo etanol: 7,7 km/l (cidade) / 9,4 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,2 km/l (cidade) / 13,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 9,4 segundos

Vel. Max: 185 km/h

Ficha Técnica

VW T-Cross Comfortline

Preço: a partir de R$ 129.290

Motor: 1.0, quatro cilindros, flex, turbo

Potência: 128 cv (E) / 116 cv (G) a 5.500 rpm

Torque: 20,4 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / sólido (traseiros)

Pneus: 205/55 R17

Dimensões: 4,20 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,57 m (altura), 2,65 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 373 litros

Consumo etanol: 7,6 km/l (E) / 9,5 km/l (G)

Consumo gasolina: 10,8 km/l (E) / 13,4 km/l (G)

0 a 100 km/h: 10,4 s

Vel. Max: 175 km/h

Fonte: IG CARROS

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Volvo quer liderar vendas de carros elétricos no Brasil

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Volvo XC40 Recharge Pure Electric é o primeiro de muitos modelos 100% elétricos que a marca terá no Brasil
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Volvo XC40 Recharge Pure Electric é o primeiro de muitos modelos 100% elétricos que a marca terá no Brasil

A Volvo quer que todos os seus veículos sejam 100% elétricos até meados de 2030. Apesar da falta de infraestrutura, a marca sueca considera o Brasil como um dos mercados com as melhores possibilidades. Não à toa, o catálogo nacional já conta com versões híbridas ou elétricas disponíveis em todos os modelos. 

O participante do iG Carros Podcast de hoje é o diretor de marketing da Volvo , Rafael Ugo, que deu mais detalhes sobre a estratégia da fabricante para o Brasil nos próximos anos. Ouça abaixo:

Não há qualquer perspectiva de que carros elétricos se tornem acessíveis no Brasil em um futuro próximo. O segmento premium, entretanto, anda a passos largos. Basta observar todos os lançamentos de BMW , Mini , Audi , Porsche , Mercedes-Benz e tantas outras que investem na categoria.

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Um dos destaques da Volvo é o novo XC40 Recharge Pure Electric , o primeiro modelo 100 % elétrico da marca no Brasil. que chega a partir de R$ 389.950. O SUV 100% elétrico já está disponível para pré-venda, num total de 300 unidades.

“Fazemos ações em prol da eletrificação e sustentabilidade. Temos realizado diversas ações de alto impacto para que os carros híbridos e elétrico s fiquem cada vez mais perto das pessoas e que elas entendam que o futuro é agora”, destaca Rafael Ugo.

O modelo que é equipado com dois motores elétricos P8 de 408 cv é alimentado por uma bateria de 78 kWh e conta com 8 anos de garantia. A autonomia, segundo a empresa, é de 418 km.

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Até 2025, a meta é que 50% das vendas globais sejam de carros totalmente elétricos, com o restante em híbridos e, até 2030, e com esta meta, a marca planeja tornar-se uma empresa de carros totalmente elétricos .

Fonte: IG CARROS

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Honda NXR 160 Bros 2022: veja como anda na cidade, estrada e até na praia

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A Honda NXR 160 Bros vai bem na praia...
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A Honda NXR 160 Bros vai bem na praia…

É sempre muito gostoso passear de Honda Bros. Em sua classe, é uma das motocicletas mais afinadas, sob o ponto de vista da dirigibilidade. Versátil, cumpre os papéis tanto de moto urbana, pela sua praticidade e facilidade de pilotagem, quanto de uso misto leve, pois, dentro de suas limitações de cilindrada, encara bem um circuito alternativo.

Foi o que fizemos agora, na ocasião da apresentação da Honda NXR 160 Bros 2022. O cenário foi o município de Ilha Comprida, local meio paradisíaco, meio abandonado, em um litoral sul paulista tão próximo quanto desconhecido da capital do estado. O nome é bastante sugestivo: o município tem 74 km de praia e uma largura que não chega a 4 km.

...na estrada...
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…na estrada…

 Local perfeito para experimentar as qualidades da nova Bros. Que de nova, não tem muita coisa, uma vez que, exceto alguns detalhes que sempre devem ser atualizados em toda motocicleta, continua amigável como sempre. Detalhes nas carenagens , grafismo e sanfonas de borracha nas bengalas da suspensão dianteira são as novidades. Ah! Tem também a capa do banco, agora com uma nova textura anti-derrapante.

...e na cidade
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…e na cidade


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Alguém aqui já curtiu uma motocicleta nas areias de uma praia? Para os motociclistas mais novos, essa não é uma opção fácil de ser realizada, já que atualmente poucos municípios permitem veículos motorizados em suas praias, mas há algumas décadas isso era muito comum.

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O que era bastante perigoso, por sinal, pois os banhistas poucas vezes estavam atentos aos intrusos queimadores de petróleo que lá se aventuravam. Mas isso ainda é permitido em Ilha Comprida.

O percurso de experimentação da nova Honda Bros 2022 foi justamente aí, percorrendo quase que totalmente os 74 km dessa quase deserta praia. No que a motoquinha se saiu muito bem, inclusive saltando alguns cursos d’água.

É gostoso brincar de acelerar na areia fofa, mesmo com os apenas 14,7 cv do motorzinho de 162,7 cm3 de cilindrada. A altura do banco de 836 mm e o peso de 122 kg facilitam as manobras. A volta, para lembrar que a Honda NXR 160 Bros também vai bem na estrada, foi bem mais longa, 100 km de asfalto e chuva.

 O que isso mostra? Que a Brosinha é uma excelente escolha para quem quer uma motocicleta urbana com visual arrojado e atual, mas que também se presta para algumas viagens menos despretensiosas que incluam um fora de estrada leve. Disponível nas cores vermelha, branca e preta, a Honda NXR 160 Bros 2022 custa R$ 14.600.

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Fonte: IG CARROS

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