conecte-se conosco


Agronegócio

CITROS/CEPEA: Tempo frio limita demanda, e preços caem

Publicados

em

Cepea, 20/5/2022 – Por mais uma semana, as vendas de cítricos estão desaquecidas no estado de São Paulo. Segundo colaboradores do Cepea, além do período do mês (segunda quinzena), quando normalmente a comercialização diminui, a queda das temperaturas no País reforçou a menor procura pela fruta. Além da demanda, o aumento gradual da oferta de laranjas também está pressionando os valores. Na parcial desta semana (segunda a quinta-feira), a laranja pera tem média de R$ 36,11/cx de 40,8 kg, na árvore, queda de 6,09% em comparação com a semana anterior. A rubi tem média de R$ 31,98/cx, desvalorização de 5,04% na mesma comparação. No caso da lima ácida tahiti, os preços ainda não reagiram, tendo em vista que a oferta da variedade segue superior à demanda. A média parcial da semana é de R$ 15,07/cx de 27 kg, colhida, queda de 2,81% na mesma comparação. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

Comentários Facebook
Veja Também:  SUÍNOS/CEPEA: Preços do animal reagem em muitas regiões
Propaganda

Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Valor externo cai e pressiona cotações no BR

Publicados

em

Por

Cepea, 29/6/2022 – Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Veja Também:  Controle biológico de pragas e doenças cresce 20% ao ano no Brasil

Fonte: CEPEA

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

CAFÉ/CEPEA: Colheita avança, mas volume disponível e liquidez seguem baixos

Publicados

em

Por

Cepea, 29/6/2022 – A colheita da safra 2022/23 de arábica está ganhando ritmo, porém, a quantidade de café novo a chegar no mercado nacional segue limitada, com o volume de negócios sendo fechados no spot está abaixo do esperado para a época. Os fechamentos para entregas futuras também estão lentos, uma vez que a maior parte dos cafeicultores está cautelosa, devido às incertezas em relação ao clima no Brasil e à oferta do grão. Colaboradores do Cepea seguem reportando dificuldades na contratação de mão de obra e aumento dos gastos com colhedores. Além disso, têm crescido as reclamações de quebra de rendimento na secagem dos grãos. Esse cenário reforça as preocupações em relação aos custos de produção desta temporada, que já vinham sendo impulsionados pela elevação dos preços dos insumos e combustível. Para o robusta, a colheita avança gradualmente. Cafeicultores também continuam relatando problemas na contratação de mão de obra. Colaboradores do Cepea alegam que, nos locais onde a colheita é predominantemente manual, cafés estão secando nos pés, em decorrência da falta de trabalhadores, fator que pode influenciar no volume final da produção. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Veja Também:  Encontro Mato-grossense de ILP apresenta painel de discussão com ênfase em recursos humanos

Fonte: CEPEA

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana