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Comida ou ração: qual a melhor opção para o seu pet?

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Comida ou ração: qual a melhor opção para o seu pet?
Reprodução: Alto Astral

Comida ou ração: qual a melhor opção para o seu pet?

Quem é pai ou mãe de pet sabe o quão importante é a alimentação diária do animal, não é mesmo? Dependendo do que eles ingerem, podem ficar cabisbaixos e sem energia, ou até mesmo desenvolver alguma reação alérgica e partir para situações ainda piores. Por isso, é sempre bom questionar o que o seu amigo está comendo, visto que nem todos os alimentos são bons para o organismo dos animais. Aliás, muitos possuem essa dúvida: é melhor oferecer ração ou comida ‘de gente’ para o meu bichinho?

Enquanto que alguns tutores preferem dar alimentos naturais os pets, outros optam apenas pela ração tradicional. De acordo com Maria Cecilia de Lima Rorig, médica veterinária, antes de mudar a dieta do animal, é necessário pensar nas necessidades de cada um dos peludinhos.

Assim, se você quer começar a substituir a ração por comida ‘de gente’, a médica explica que é possível, porém, é muito importante procurar um profissional especializado, como um nutricionista veterinário, e conferir o que ele indica para o seu bichinho. “Muitas vezes, essas alimentações naturais já são vendidas prontas, congeladas. Não é a comida caseira, que sai direto do nosso prato, com tempero”, diz. Ela ainda complementa esclarecenco que o tutor pode adquirir essa dieta pronta ou então aprender a preparar esse alimento especialmente para a necessidade do animal.

Ou seja, nada de comida temperada que nós, humanos, amamos comer! Por isso, é importante ter a orientação de um profissional, para que seja oferecida uma dieta equilibrada.

Vantagens da ração

Segundo a veterinária, a ração é um alimento que oferece um equilíbrio de todos os nutrientes que os pets precisam. Ela explica que, muitas vezes, os tutores não têm a possibilidade de buscar outra alternativa de alimentação que não a comercial (ração seca) ou que não possuem acesso às rações úmidas, que são os enlatados, cujo custo é, geralmente, mais alto.

Logo, a dieta do peludo também deve ser feita de acordo com o estilo de vida e condição financeira de cada tutor.

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Maria Cecilia ainda reforça que se for uma ração de boa qualidade, todos os nutrientes necessários vão estar contidos ali. “Além da questão da praticidade, a ração oferece benefícios para dentição, ajudando a diminuir o acúmulo de cálculo dentário. É preciso apenas estar atento à qualidade da ração e à necessidade de cada raça ou espécie, pois alguns animais podem ter restrições, necessidades especiais de dieta, como restrição de sódio , por exemplo”, clarifica.

Escolha a ração ideal

A profissional destaca a importância de sempre conversar com um médico veterinário. Se o pet tem, por exemplo, um problema renal, hepático, se é cardiopata ou tem predisposição para formar cálculos na bexiga, então ele vai precisar do que chamamos de rações terapêuticas. Ou seja, para cada animal é uma ração diferente.

E mesmo que o cão ou gato não tenha uma doença de base, que indique uma ração terapêutica, é importante saber qual a ração adequada para faixa etária e raça.

Alimente o bichinho pelo menos duas vezes ao dia

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Em relação à frequência, os gatos têm o hábito de beliscar o dia todo, diferente dos cães , que, normalmente, possuem horário determinado para se alimentar. Então, segundo a veterinária, a indicação para os felinos é deixar a ração disponível o dia todo (alimento seco) – no caso de um alimento úmido, enlatado, é preciso atenção para que ele não venha a se deteriorar.

Para os cães, é importante que a alimentação seja oferecida, no mínimo, duas vezes ao dia. “É incorreto alimentar os cães uma vez só ao dia, como muitos fazem, visto que ficar um intervalo muito longo sem se alimentar, eles podem (sic.) comer a comida muito rápido quando ele é oferecido, e podem desenvolver o que chamamos de aerofagia (ingestão de ar) ou até mesmo distúrbios gastrointestinais” explica.

Maria Cecilia ainda comenta que dependendo da espécie, os cães podem desenvolver uma complicação grave, que é a dilatação e torção gástrica. Então, é importante oferecer uma ração de boa qualidade, numa quantidade adequada, no mínimo duas vezes ao dia.

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Em relação aos filhotes, a especialista alerta que os cachorros precisam se alimentar ao menos quatro vezes por dia, porque os animais mais jovens têm um risco maior de desenvolver hipoglicemia se ficarem em um jejum muito prolongado.

Petiscos industrializados

Atire a primeira pedra quem não gosta de dar aquele petisco para agradar o pet! Hoje existem petiscos direcionados para várias finalidades, alguns são bastante adequados para adestramento e para dentição. “Só é importante ter cuidado com alguns tipos de ossos, como os de couro, que podem ser quebrados, ingeridos, causando obstruções caso o animal ingira um pedaço muito grande. Por isso, existem alguns que não indicamos, mesmo sendo vendidos”, informa Maria Cecilia.

No geral, a veterinária explica que petiscos podem ser usados tranquilamente, pois são alimentos desenvolvidos especialmente para os pets. Porém, é importante sempre considerar uma introdução gradativa, tomando cuidado para que o aperitivo não substitua a alimentação. Lembre-se de cuidar também da conservação desses alimentos.

Aliás, ração pode causar câncer?

Por ser um alimento industrializado, pode causar muita preocupação entre os pais dos bichinhos. Segundo a profissional, não existe nada comprovado em relação à ração ser causa de câncer . “Existem outros motivos que envolvem câncer nos animais: fatores hereditários e ambientais – se ele tem pele muito clara e fica muito exposto ao sol, o fato do animal ser um fumante passivo e inalar essa fumaça ou até mesmo o contato direto com produtos químicos”, descreve.

De acordo com Maria Cecilia, atualmente, não existe uma evidência científica de que a ração possa promover algum tipo de problema relacionado ao desenvolvimento de câncer. “O que temos é que, se a ração for de má qualidade, isso pode impactar diretamente na imunidade do paciente e trazer problemas, como o aparecimento de doenças por queda de imunidade”, finaliza a veterinária.

Fonte: Maria Cecilia de Lima Rorig, médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Fonte: IG Mulher

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Gel secativo poderoso: Testamos a linha de skincare antiacne da Hinode

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Hinode Routine Acne Control
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Hinode Routine Acne Control

Quem tem  pele oleosa sabe muito bem a dificuldade de encontrar produtos que não agravem o problema e que, de fato, façam a diferença no controle da acne. Encontrar produtos de skincare corretos é importante para tornar o cotidiano mais tranquilo e os cuidados com a pele, mais efetivos.

O último lançamento antiacne da Hinode é uma das novidades mais recentes neste ramo e testamos a linha toda para te dizer se vale a pena investir.

Lançada em abril deste ano, a linha Routine Acne Control coloca no mercado quatro produtos de cuidados básicos e cotidianos para peles oleosas: água micelar, gel de limpeza facial, hidratante facial e gel secativo — este último, já adianto, funciona de forma impressionante.

A linha é voltada principalmente para pessoas que possuem níveis mais leves de acne. A marca diz que o uso é direcionado para quem tem os graus 1 e 2 de acne, portanto os produtos combatem cravos, pequenas lesões inflamatórias, espinhas pequenas e pústulas (que são pontos amarelos de pus).


A Hinode explica que o resultado dos cuidados com a pele com a linha podem ser constatados em até quatro semanas. Apesar de parecer óbvio, acho legal que a marca dê uma previsão para que as melhorias se tornem mais aparentes. Lembre-se sempre de que nenhum produto funciona de uma hora para outra. Vamos ao teste.

Teste da linha de skincare Routine Acne Control, da Hinode

Utilizei os quatro produtos diariamente e sem interrupções por pouco mais de um mês. Decidi organizar a resenha de acordo com a ordem que utilizei os produtos no meu dia a dia.

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Começo aplicando o Gel de Limpeza Facial Routine Acne Control (R$ 45) pela manhã. Por se tratar de um gel, não estranhe a textura um pouco mais líquida. Tenha cuidado na hora de colocar na mão e exagerar na quantidade. Justamente por essa textura, senti que o gel se espalha mais facilmente por cada cantinho do rosto. Depois do enxágue, a pele fica bem macia e refrescante.

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Depois, hora de aplicar o Hidratante Facial Routine Acne Control (R$ 48), que ajuda a controlar a oleosidade e também na diminuição de cravos e espinhas. Gostei de como o produto absorve rápido. Com o uso contínuo, senti que a pele ficou mais uniforme e suave. Além disso, o sebo que vai se formando na pele ao longo do dia, algo muito comum em peles oleosas, reduziu bastante.

O hidratante leva  niacinamida na composição, um dos ingredientes de produtos de skincare que auxiliam no tratamento da acne e em manchas. Por conta de lesões de acne, tenho algumas manchinhas e lesões nas laterais do rosto. Senti que a aplicação deu uma boa clareada na região e suavizada nas lesões, mas nenhuma das duas desapareceu completamente.

Se sua queixa maior em relação à acne são as manchas, lembre-se de que esta linha é voltada para quem tem graus leves! Se você estiver enfrentando manchas muito maiores ou melasma , por exemplo, é importante encontrar outra linha mais adequada.

É importante destacar que, aliados à nova linha, utilizei alguns outros produtos para reforçar os cuidados com a pele durante o inverno , como sérum de Vitamina C, um pouquinho de ácido hialurônico e, claro, protetor solar — aliás, nós já  testamos alguns protetores solares para manter o rosto protegido mesmo fora do verão e em dias frios. Não sinto que houve interferências desses produtos no resultado do hidratante antiacne da Hinode.


Mais para o fim do dia, higienizo a pele novamente com o gel e, em seguida, aplico a Água Micelar Routine Acne Control (R$ 65). Faço isso tanto para dar uma acalmada na pele depois do banho como para tirar os resíduos que ficam mais profundamente na pele e esta água micelar cumpre com o papel!

Por fim, aplico a estrela desta linha: o Gel Secativo Routine Acne Control (R$ 43). O ideal é aplicá-lo logo depois do surgimento de uma espinha ou ponto de pus. A ação do gel secativo é rápida e começa a agir no rosto em até 6 horas depois da primeira aplicação.

A diferença de um dia para o outro já é bastante visível. No caso de espinhas menores, o desaparecimento completo pode levar de dois a quatro dias, desde que seja utilizado todos os dias ao menos uma vez.

Esse resultado me deixou bastante impressionada, já que alguns géis secantes levam mais tempo para fazer efeito ou não tratam da mancha de cicatrização. Aqui, o produto faz os dois!


O propósito principal da linha é fazer a redução de cravos e espinhas, além de recuperar a pele dos efeitos leves da acne. No meu caso, não senti uma grande melhora em relação aos cravos. Tenho muitos deles principalmente no nariz e nas laterais do rosto. No entanto, senti que as espinhas apareceram em uma proporção menor e foram embora mais rapidamente (muito disso graças ao gel secativo).

No geral, sinto que a textura e o aspecto da minha pele ficou mais saudável e agradável, tanto visualmente como no quesito do toque. A linha oferece um custo-benefício interessante, mas o que mais vale a pena apostar, realmente, é o gel secativo. Se você achou os preços salgados, lembre-se que esses produtos têm uma durabilidade de muitos meses, o que pode acabar compensando mais.

Fonte: IG Mulher

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“Quase fui traficada para a Turquia”, conta vítima que estava prestes a embarcar

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Mulheres são traficadas principalmente para exploração sexual
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Mulheres são traficadas principalmente para exploração sexual



O tráfico internacional de mulheres ainda é uma realidade mundial. De acordo com o Escritório das Nações Unidas para o Combate às Drogas e ao Crime (UNODC), mulheres e crianças representam 82% das vítimas de tráfico de pessoas no mundo, sendo o Brasil o país com maior incidência na América do Sul. Ariane Leitão, autora do livro “Tráfico de mulheres” e especialista em direitos humanos, diz que o Brasil é reconhecido no crime de tráfico de mulheres como um país que exporta mulheres.

“Muitas dessas mulheres estão em condição vulnerável no mercado de trabalho, desprovidas de base familiar, negras e pardas, vítimas de violência de gênero, que acabam caindo nestas propostas com o sonho de melhorar de vida”, explica. 

Por conta deste tema ainda não ser muito discutido publicamente, muitas mulheres não conseguem reconhecer quando estão em perigo com uma oportunidade falsa de proposta de trabalho. Realidade que Olívia* também passou ao ser recrutada para “trabalhar” em sua área de estudo na Turquia.

“Foi algo inesperado porque, na verdade, não temos informações sobre tráfico humano, sobre tráfico de mulheres. A gente não ouve falar sobre isso, não tem noção do que pode acontecer”, comenta a vítima.

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Quase traficada para a Turquia

Olívia* lembra que conheceu uma mulher que sempre a sondava em suas redes sociais, que se dizia de origem simples como ela, buscando uma identificação com a mesma. Na época, a jovem cursava dança e falava muito nas redes sobre a cultura brasileira na dança contemporânea, o que atraiu os olhos da recrutadora que sempre a parabenizava pelos posts. 

Certo dia, Olívia foi convidada por esta mulher para trabalhar em um projeto social com dança na Turquia, durante seis meses, tendo a oportunidade de dançar e ainda dar palestras. “Mandei meu documento para ela, tudo em cima da hora, assinei contrato, mandei documento para o consulado para Turquia, fiz tudo na correria para dar certo”, comenta. 

A bailarina, que na época era estudante, pensou em abandonar tudo pela oportunidade de trabalho internacional. “Eu morava numa casinha na favela, ia trancar minha faculdade para correr em busca deste sonho que ela construiu na minha cabeça. Faltando três dias, eu não tinha roupa e grana, então comentei com ela o que eu faria e ela disse: ‘Você não precisa disso, chegando lá vamos te dar uma ajuda de custo’, declara.

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No entanto, um dia antes da viagem à Turquia, uma amiga ligou para ela perguntando porque estava sumida e ela comentou que estava indo trabalhar na Turquia. Neste mesmo momento, a amiga começou a achar estranha a proposta e interrogou: 

“Ela me perguntou: você vai se prostituir? Eu fiquei muito braba porque não era meu objetivo. Neste momento minha amiga ligou para uma amiga nossa, uma bem mais velha, e esta me ligou e disse que eu não deveria ir, mandou eu entrar para dentro de casa e me trancar”. 

Esta amiga explicou para Olívia que a mulher que estava lhe contratando era uma grande traficante, uma das maiores do Brasil, e que quando ela chegasse lá o seu passaporte seria tirado e seria explorada sexualmente.

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Com medo de repressária, a vítima se isolou. “Eu comecei a ter depressão, fiquei muito traumatizada com o depoimento das meninas que conseguiram retornar, eu só andava com tudo coberto para não me reconhecerem, eu andava pouco na rua”, desabafa.

Depois do episódio, Olívia ainda recebeu um conjunto de ameaças por conta da rede criminosa de tráfico internacional de mulheres. 

Tráfico Internacional de mulheres no Brasil

De maneira geral, o tráfico de pessoas consiste no ato de comercializar, escravizar, explorar e privar vidas, caracterizando-se como uma forma de violação dos direitos humanos e, sobretudo, das mulheres. 

Segundo estudos feitos pela OMT (Organização Mundial do Trabalho) o tráfico humano movimenta cerca de US$ 32 bilhões por ano, nas quais 79% das vítimas são destinadas à prostituição , em seguida ao comércio de órgãos e à exploração de trabalho escravo em latifúndios.

Um total de 63,2 mil vítimas de tráfico de pessoas foram detectadas em 106 países e territórios entre 2012 e 2014, de acordo com o relatório publicado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). As mulheres têm sido a maior parte das vítimas, destinadas à exploração sexual. 

Para Ariane Leitão, o problema do tráfico de pessoas está relacionado com as condições precárias de vida das mulheres vulneráveis, sendo necessário, portanto o fortalecimento das políticas públicas.

“No final do governo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso iniciou um plano para o enfrentamento ao tráfico de pessoas, se aprofundando nos governos Lula e Dilma com foco mais nas mulheres. O fortalecimento de políticas públicas para as mulheres, vinculadas ao mundo da educação, são fundamentais”, acredita a especialista.

Além disso, para a especialista, um dos principais desafios atuais para finalizar os grupos criminosos ligados ao tráfico são as diversas ligações e setores que fazem parte desta operação criminosa. 

Fonte: IG Mulher

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