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Como assinar o Star+ no Brasil

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Como assinar o Star  no Brasil [Combos e parceiros]
Lucas Braga

Como assinar o Star no Brasil [Combos e parceiros]

Star+  é o serviço de streaming da Walt Disney Company com conteúdo para o público mais adulto. Assim como o Disney+ existem diversas empresas que também vendem os planos e combos, com formas de pagamento diferenciadas ou algum tipo de benefício. Confira quem são os parceiros e como assinar o app.

Índice

  • 1. Assinar pelo site do Star+
  • 2. Mercado Pago com Star+ de graça
  • 3. Vivo com Star+ na fatura
  • 4. Assinar Star+ pelo Bradesco com 6 meses grátis
  • 5. Sky também vende Star+

1. Assinar pelo site do Star+

O Star+ pode ser assinado diretamente pelos sites starplus.com e comboplus.com. Esses são os planos e os respectivos combos com o Disney+:

Plano Preço
Star+ mensal R$ 32,90 por mês
Star+ anual R$ 329,90 por ano (equivalente a R$ 27,50 por mês)
Combo+ (Star+ e Disney+ mensais) R$ 45,90 por mês
Combo+ (Disney+ anual e Star+ mensal ) R$ 279,90 por ano mais R$ 18 por mês

Um detalhe importante:  a Disney não vende um combo anual com o Disney+ e o Star+ . Caso a intenção seja fazer a assinatura direta, não vale a pena assinar o Disney+ anual mais o Star+ anual; a opção mais econômica é comprar separadamente o Disney+ anual e o Star+ mensal.

Outro detalhe importante é que assinantes do Disney+ anual que pagaram o preço promocional do lançamento devem arcar com uma diferença de R$ 22,57 por mês em vez de R$ 18. 

Na assinatura direta com a Disney é possível pagar pelo Star+ ou Combo+ através de cartões de crédito Visa, Mastercard, American Express e Elo.

2. Mercado Pago com Star+ de graça

O Mercado Livre é uma das melhores opções para quem quer ter o Star+ e o Disney+. Além de vender as assinaturas individuais, o e-commerce dá o Combo+ de graça para quem está no Nível 6 do programa de fidelidade Mercado Pontos.

Usuários com outras categorias no Mercado Pontos podem fazer um upgrade pago para o Nível 6; o valor fica mais vantajoso em comparação com a assinatura do Combo+ de forma avulsa:

Nível Mercado Pontos Preço Combo Disney+ e Star+
Nível 1 R$ 41,90 por mês
Nível 2 R$ 38,90 por mês
Nível 3 R$ 33,50 por mês
Nível 4 R$ 19,50 por mês
Nível 5 R$ 13,90 por mês
Nível 6 Grátis

O nível do Mercado Pontos é definido através de uma pontuação baseada nas compras do Mercado Livre, contas pagas pelo Mercado Pago e outros desafios a serem cumpridos no app. Cada R$ 3 gastos equivale a um ponto; para ter o serviço de graça é necessário gastar ou movimentar pelo menos R$ 13,5 mil.

Os pontos ficam vigentes pelo período de um ano. Os usuários que não conseguirem se manter na mesma categoria são rebaixados após os pontos expirarem. De qualquer forma, quem assina o Nível 6 mantém o status e paga o mesmo valor pelo período de 12 meses, uma vez que o upgrade é considerado como um plano anual.

Pontuação do Mercado Pago pode deixar Star+ e Disney+ de graça
Pontuação do Mercado Pago pode deixar Star+ e Disney+ de graça (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Além de incluir o combo com Disney+ e Star+, o Nível 6 do Mercado Pontos também dá desconto de até 50% no HBO Max, Paramount+ e Deezer Premium, preço mais baixo nos fretes para pedidos abaixo de R$ 79, R$ 10 em desconto por mês em pagamentos com QR Code em estabelecimentos físicos e dois saques sem tarifa.

O nível 6 pode ser contratado diretamente no site do Mercado Pontos, enquanto o Disney+ e Star+ podem ser assinados diretamente pelo Mercado Livre.

Um diferencial da assinatura pelo Mercado Livre é a forma de pagamento flexibilizada: é possível pagar pelos apps de streaming ou o upgrade para o Nível 6 do Mercado Pontos através de cartões de crédito, boleto bancário ou saldo no Mercado Pago.

3. Vivo com Star+ na fatura

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Clientes de telefonia móvel da Vivo também podem assinar o Star+ com a operadora. A oferta está disponível para linhas de celular com plano pós-pago, pré-pago ou controle; a empresa afirma que futuramente irá vender pacotes para usuários dos serviços residenciais (Vivo Fibra).

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Star+ é comercializado na Vivo App Store (Imagem: Reprodução)
Star+ é comercializado na Vivo App Store (Imagem: Reprodução)

Os preços para assinatura dos pacotes são os mesmos cobrados pela própria Disney. No entanto, a operadora concede um desconto de 25% nos três primeiros meses do Star+ e Combo+:

Produto Preço promocional (três primeiros meses) Preço normal (a partir do 4º mês)
Star+ R$ 24,50 por mês R$ 32,90 por mês
Combo Star+ e Disney+ R$ 34,50 por mês R$ 45,90 por mês

Além disso, a operadora permite que usuários do pós-pago Vivo Selfie com Disney+ incluído façam upgrade para o Combo+. Quem quiser adicionar o Star+ pagará R$ 6,60 extras por mês durante os seis primeiros meses; após o período, o valor sobe para R$ 18 mensais.

Os serviços estão disponíveis para adesão pelo site da Vivo App Store (Star+ ou Combo+).

4. Assinar Star+ pelo Bradesco com 6 meses grátis

Assim como os demais serviços, o Bradesco também vende a assinatura do Disney+ ou Star+ pelo mesmo preço oficial da Walt Disney Company. No entanto, o banco dá até seis meses de assinatura grátis do Combo+, dependendo do cartão de crédito do cliente:

Período gratuito do Combo+ Cartões Bradesco elegíveis
1 mês grátis Cartões de débito Bradesco
3 meses grátis Bradesco Visa Internacional Bradesco Neo Visa Internacional Bradesco Visa Gold Visa Gold Next Visa Internacional Next Bradesco Visa Nacional Bradesco Visa Universitário Internacional Bradesco Smiles Visa Internacional Bradesco Smiles Visa Gold Bradesco Seguros Visa Internacional Bradesco Seguros Visa Gold Harley-Davidson® Visa Gold Bradesco Elo Nacional Bradesco Elo Internacional Plus Bradesco Elo Plus Bradesco Elo Internacional Bradesco Elo Internacional – Função Crédito Bradesco Elo Universitário – Função Crédito Bradesco Elo – Função Crédito Bradesco Consignado INSS Elo Internacional Bradesco Consignado Elo Internacional Bradesco Music Elo Internacional Bradesco Seguros Elo Internacional Bradesco Seguros Elo Mais Bradesco Elo Mais Internacional American Express Green Card Bradesco Platinum American Express Bradesco Seguros American Express Gold Bradesco Gold American Express American Express Gold Credit Bradesco American Express Gold Credit American Express Blue American Express Credit Bradesco American Express Credit Bradesco Mastercard Black Bradesco Mastercard Internacional Bradesco Mastercard Gold Bradesco Mastercard Platinum
6 meses grátis Bradesco Visa Aeternum Bradesco Visa Infinite Bradesco Smiles Visa Infinite Bradesco Elo Diners Club Bradesco Elo Nanquim Bradesco Seguros Elo Nanquim The Platinum Card Bradesco Visa Platinum Bradesco Like Visa Bradesco Smiles Visa Platinum Bradesco Seguros Visa Platinum Harley-Davidson® Visa Platinum Visa Platinum Next Bradesco Elo Grafite Bradesco Seguros Elo Grafite American Express Gold Card

Um detalhe importante é que os meses grátis do Bradesco são vinculados a uma assinatura anual . Isso significa que não é possível aproveitar os três ou seis meses grátis e depois cancelar o serviço.

Além disso, a bonificação é dada como desconto em pagamentos mensais. Quem tem o benefício de 3 ou 6 meses gratuitos pagará 12 parcelas da assinatura do streaming, mas com cobrança proporcional ao período sem custo.

Os benefícios estão disponíveis apenas para correntistas do Bradesco – quem usa apenas cartões de crédito do banco não pode assinar o Disney+ ou Combo+ pela instituição.

Para fazer a assinatura, é necessário abrir o internet banking do Bradesco no computador. Após acessar a conta, basta ir em  Mais Opções  e selecionar a opção  Disney+ e Star+ .

5. Sky também vende Star+

A Sky também tem parceria com a Disney e comercializa o Disney+, Star+ e Combo+ aos clientes de TV por assinatura.

Sky vende Star+ (Imagem: Reprodução)
Sky vende Star+ (Imagem: Reprodução)

Falando de preço, não há nenhuma vantagem assinar o streaming pela Sky: o Star+ custa os mesmos R$ 32,90 por mês, enquanto o Combo+ é comercializado por R$ 45,90 mensais. A operadora também não possui período de gratuidade ou outros benefícios.

A assinatura do Disney+ ou Combo+ pela Sky está restrita aos usuários da operadora com planos pós-pagos. A cobrança ocorre na mesma fatura de TV por assinatura.

Com informações: Bradesco , Sky , Mercado Livre

Como assinar o Star+ no Brasil [Combos e parceiros]

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Telegram vira alternativa à dark web para venda de dados roubados

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Telegram é usado por cibercriminosos
Bruno Gall De Blasi

Telegram é usado por cibercriminosos

O Telegram fechou agosto com 500 milhões de usuários ativos. Com tanta gente, não surpreende que haja quem faça uso ilícito do mensageiro. O que preocupa é o fato de as atividades criminosas estarem aumentando por ali: um levantamento aponta que o acesso ao Telegram por cibercriminosos dobrou nos últimos meses, a ponto de a plataforma já ser considerada uma alternativa à dark web.

Na primeira olhada, a comparação é estranha, mas faz sentido se levarmos em conta a dinâmica das principais atividades criminosas. Frequentemente, hackers usam páginas e fóruns na dark web para negociar malwares, ferramentas para ataques cibernéticos e, principalmente, dados roubados em invasões.

Vide o exemplo do REvil. Esse é nome de uma das gangues de ransomware mais perigosas da atualidade. Eles fizeram uma pausa em julho, mas, aparentemente, voltaram à ativa neste mês de setembro. O grupo mantém páginas na dark web para expor amostras de dados sigilosos capturados em ataques e negociar pagamentos de resgate com as vítimas.

Como o Telegram entra nessa história?

Uma investigação realizada pela empresa de inteligência cibernética Cyberint em parceria com o Financial Times indica que existe uma rede crescente de hackers que usam o Telegram para compartilhar dados vazados e executar outras atividades ilegais.

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Os analistas perceberam que essas ações são muito semelhantes às negociações de venda de dados que são feitas via dark web. “Testemunhamos, recentemente, um aumento de mais de 100% no uso do Telegram por cibercriminosos”, relata Tal Samra, analista de ameaças digitais da Cyberint.

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Isso não significa, necessariamente, que o uso da dark web esteja caindo, mas que o Telegram tem se mostrado um meio mais interessante para ações de hackers e afins.

Entre os dados compartilhados no serviço de mensagens, a Cyberint encontrou listas de email e senha, números de cartão de crédito, cópias de passaporte, credenciais para serviço como Netflix, malwares e guias para ataques.

Há algumas razões para a escolha do Telegram para essas atividades. Uma delas é a possibilidade de canais e grupos com um número muito grande de participantes serem criados. Outra é o suporte do mensageiro ao compartilhamento de arquivos volumosos.

Os recursos de criptografia e a probabilidade menor de grupos no Telegram serem monitorados por autoridades em relação a outros serviços também aparecem como atrativos para os hackers.

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De modo geral, o Telegram é mais conveniente de se usar do que a dark web, aponta Samra, que também destaca que o aumento de atividades ilícitas na plataforma coincidiu com as buscas por outros serviços de mensagens depois que, no início do ano, o WhatsApp anunciou mudanças em sua política de privacidade.

Telegram afirma que remove dados compartilhados indevidamente

Ao Financial Times, o Telegram informou que adota uma política de remoção de dados quanto estes são compartilhados em seu serviço sem consentimento dos detentores.

Além disso, a plataforma revelou que a sua “equipe cada vez maior de moderadores profissionais” removeu mais de 10 mil comunidades públicas por violação de termos de uso após receber denúncias de usuários.

Um canal público encontrado pela Cyberint que vendia conjuntos com milhares de dados vazados está entre os que foram fechados pelo Telegram.

Apesar disso, o incremento das atividades criminosas no Telegram pode aumentar a pressão para que o serviço seja mais rigoroso na moderação de conteúdo.

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Chefe do Instagram nega que rede social seja como droga e a compara com carros

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Instagram pode prejudicar adolescentes
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Instagram pode prejudicar adolescentes

Adam Mosseri, chefe do Instagram, negou que as redes sociais possam ser comparadas a drogas, que viciam e causam consequências negativas. O comentário do executivo veio após um relatório obtido pelo jornal The Wall Street Journal revelar que o  Faceboook sabe que o Instagram faz mal para a saúde mental de adolescentes.

Em entrevista ao podcast Recode Media, Mosseri comparou os efeitos das redes sociais aos carros. “Nós sabemos que mais pessoas morrem do que morreriam por causa de acidentes de carro, mas em geral, os carros criam muito mais valor no mundo do que destroem. E eu acho que as mídias sociais são semelhantes”, afirmou.

Na entrevista Mosseri pontuou os efeitos positivos das redes sociais, como o engajamento aos movimentos Black Lives Matter e Me Too e o impulso a pequenos negócios. “Conectar pessoas tem resultados positivos e negativos”, declarou.

O apresentador do podcast, Peter Kafka, perguntou ao chefe do Instagram se as redes sociais deveriam sofrer algum tipo de restrição caso houvesse a chance delas realmente prejudicarem as pessoas, assim como os cigarros.

“Absolutamente não, e eu realmente não concordo com a comparação com drogas ou cigarros, que têm vantagens muito limitadas, se houver. Tudo o que for usado em escala terá resultados positivos e negativos. Carros têm resultados positivos e negativos”, respondeu Mosseri.

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