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Como fica o INSS de quem teve salário reduzido ou contrato suspenso?

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Durante o período, a empresa não é obrigada a recolher os valores

hands of middle-aged man holding work book, Brazilian social security document

(Crédito: Divulgação)

A Medida Provisória 936/20, recurso autorizado pelo Governo Federal para diminuir o impacto financeiro nas empresas durante a pandemia, alterou não apenas o salário recebido pelos trabalhadores, mas também pode adiar o período da aposentadoria e diminuir a quantia recebida em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como salário-maternidade e auxílio-doença.

A princípio, não contribuir com o INSS por três meses não parece afetar profundamente o cálculo total da aposentadoria. No entanto, em casos de auxílios, como o por doenças, a quantia recebida pode ficar bem menor. Isso porque esse cálculo leva em consideração apenas os últimos 12 meses de contribuição do trabalhador.

Acontece que, para quem teve o contrato suspenso, uma ajuda emergencial será recebida no lugar do salário, mas sem que conte para o INSS. Se o trabalhador não pretende interromper o registro de contribuição na entidade, é necessário pagar à Previdência Social como se fosse um trabalhador autônomo. Caso essa opção não seja viável para a pessoa, os meses decorridos em que a contribuição não foi realizada por meio do empregador não poderão ser somados no momento da aposentadoria. Enquanto isso, os trabalhadores com o salário reduzido pagarão menos ao órgão.

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Os trabalhadores que tiveram redução salarial ou o contrato suspenso passam a ter uma regra de contribuição diferente do que os colaboradores que seguiram as atividades normais durante a quarentena. Em todos os casos, especialistas afirmam que essas regras prejudicam os funcionários.

As alíquotas para os contribuintes que decidirem pagar de forma facultativa podem ser, inclusive, mais altas do que as pagas em registro de carteira. As taxas ficam entre 11% e 20%, enquanto para quem está com a carteira assinada elas variam de 7,5% a 14%. Há ainda uma alíquota de 5% que apenas pode ser escolhida por beneficiários de programas sociais.

“O segurado vai ter uma renda menor e, se não quiser ter um buraco nas contribuições, vai precisar pagar mais”, disse a presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Adriane Bramante.

INSS

O órgão vinha passando por problemas, devido à quantidade de servidores disponíveis para atender todos os pedidos da população. No início do ano, havia 1,8 milhão de benefícios na fila de espera do INSS. Cerca de 1,2 milhão já estavam com as solicitações atrasadas há mais de 45 dias. Em abril, o Governo autorizou a contratação de aposentados e militares de forma temporária para resolver o gargalo que se formou.

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A decisão é uma medida emergencial até que o edital do INSS seja publicado para o concurso de servidores efetivos.

Para mais informações, contatar

Rodolfo Milone  –  Assessoria de Imprensa

 

 

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Como está a educação no Brasil?

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Pandemia escancara déficit educacional no país

(Crédito: Divulgação) Por Rodolfo Milone

Todos os anos o assunto é o mesmo, o Brasil está melhorando ou piorando o ensino educacional?. O tema é sempre abordado, mas não é possível ver nenhum avanço real. Com a pandemia batendo nas portas de todos os brasileiros, o déficit educacional no país está escancarado.

Desde o mês de março, todos os alunos da rede pública e privada não estão frequentando mais as aulas presencialmente. Isso trás um impacto significativo, pois milhares de alunos não conseguem ter acesso ao estudo. De acordo com a Tecnologia da Informação e Comunicação(TIC), por volta de 39% dos estudantes de escolas públicas urbanas não têm computador ou tablet em casa.

Esses dados apontam o problema na formação do aluno, que já não é boa em condições normais. Os países mais desenvolvidos ao redor do mundo tem algo em comum, todos têm um alto investimento em pesquisa científica e na tecnologia em ensinos fundamentais. Tal afirmativa é uma antítese para o nosso país, porque alguns estados ficam enquadrados todos os anos pelo TCU e Ministério público por não investirem o mínimo previsto na lei. Vale lembrar, quando as duas Coreias se separam, uma investiu em projetos bélicos e a outra em ensino, agora observe quem é a Coreia do Norte e a Coreia do Sul no cenário internacional.

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Outra análise importante é em relação ao apontamento feito pelo Instituto Unibanco e pela organização Todos pela Educação, que mostra que 95% dos estados implantaram plataformas online de aprendizagem durante a pandemia, mas só 45% estão comprando pacotes de dados para dar acesso gratuito ao conteúdo. Logo é possível ver outra incoerência, pois os pais colocam os filhos na rede pública por não terem disponibilidade financeira.

Brasil é sempre visto como o país do futuro, contudo os reais investimentos na área precisam ser realizados de forma correta, a União transfere recursos para os Estados, porém não realiza investigação para ver se o dinheiro está sendo utilizado corretamente. Por enquanto vemos governantes desviando dinheiro em plena pandemia, o que dirá em na educação. A população precisa começar a se movimentar, para que a nação tire o rótulo do futuro e comece a dar uma realidade para as próximas gerações.

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Nutricionista aponta cinco falsos alimentos saudáveis que estão sabotando sua dieta 

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Créditos – Foto: Divulgação / MF Press Global

Ao tentar equilibrar a alimentação em busca da perda de peso, muitas pessoas acabam caindo na armadilha dos falsos saudáveis. Isso porque, muitos alimentos que parecem inofensivos, são ricos em gorduras ou substâncias químicas que aumentam a ingestão calórica e acabam dificultando o processo de emagrecimento.

A nutricionista Gabi Lodewijks, aponta que muitos deles são os produtos anunciados como light ou diet. “Uma boa dica é sempre olhar o rótulo. Essas nomenclaturas quase sempre são as responsáveis por gerar essa confusão. Nos refrigerantes Lights, por exemplo, há grande teor de sódio. Já no chocolate diet, a quantidade de gordura é bem maior”, alerta.

Ainda que os falsos saudáveis existam, a nutricionista aponta que não é preciso apontá-los como vilões, podendo ser encaixados em uma dieta ou reeducação alimentar de acordo com o objetivo.  “É a quantidade de consumo desses alimentos que vai ditar se eles vão atrapalhar ou não a perda de peso. O problema é que, ao pensar que são saudáveis, as pessoas tendem a consumi-los sem restrições”, alerta.

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Confira os cinco alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem:

Gelatina

Apesar de parecer uma alimentação leve, a gelatina não deixa de ser um alimento processado, que possui conservantes, corantes e açúcares em sua composição. Em crianças, o consumo exacerbado pode levar ao desenvolvimento de problemas gástricos e até alergia.

Barra de cereais

Um dos lanches “fitness” mais rápidos adotados, não é tão nutricional assim. Esse snack, pode esconder gorduras e açúcares na composição, em especial os com cobertura de chocolate.  Na hora de comprar, a nutricionista aponta que é preciso ter atenção ao rótulo. Cereais e oleaginosas devem ser os primeiros da lista. Para verificar os açúcares procure por nomes como xarope de glicose, glucose de milho, açúcar invertido ou maltodextrina. “Optar por um mix de frutas secas pode ser uma saída melhor para o lanchinho da tarde”, recomenda.

Granola

Caso o cliente não preste atenção em qual granola está comprando, pode cair em uma pegadinha e consumir mais açúcar do que gostaria. “Compre versões sem compostos cristalizados, além disso, a granola de boa procedência possui grãos e sementes em maior quantidade”, recomenda Gabi.

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Pao integral 

Por não haver legislação que regule quando de fato um alimento é integral ou não, muitos pães ditos integrais vêm com farinha branca em maior quantidade. “Quando for comprar, a farinha integral deve ser a primeira da lista, o que significa que é o ingrediente em maior quantidade no produto”.

Peito de peru

Mesmo pouco calórico quando em comparação com demais carnes, o peito de peru não deixa de ser um alimento embutido e, portanto, rico em sódio, corantes e conservantes.  Duas fatias médias podem conter até 500 mg de sódio, 1/4 do valor diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

 

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