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Como ler QR Code no iPhone sem baixar aplicativos extras

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Aprenda a habilitar a leitura de QR Code no seu iPhone
Unsplash/Jenny Ueberberg

Aprenda a habilitar a leitura de QR Code no seu iPhone

O leitor de QR Code é um recurso para ler os códigos QR que podem ser encontrados em diversos locais, como em pagamentos de compras, acesso de documentos e cardápios online. Desde o iOS 11 é possível escanear QR Code com a câmera do iPhone, sem a necessidade de apps de terceiros. Então, veja abaixo o passo a passo de como ler QR Conde no iPhone.

O processo é bem simples e tranquilo, basta posicionar a câmera do seu iPhone para o QR Code:

  • Abra a câmera do seu iPhone;
  • Posicione a câmera no QR Code: Ao posicionar, o dispositivo reconhecerá o código e um link de redirecionamento aparecerá na tela;
  • Clique no link em amarelo: Ao clicar nesse link, você será direcionado para a página ou arquivo do QR Code.
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Como habilitar a câmera do iPhone para ler QR Code

Caso a sua câmera do iPhone não esteja fazendo a leitura do QR Code, significada que você precisa habilitar a função no seu celular:

  • No seu iPhone, vá em “Ajustes”;
  • Clique na opção “Câmera”;
  • Ative a opção “Escanear Códigos QR”.

Prontinho, a câmera do seu iPhone já estará configurada para escanear QR Codes.

Precisa criar um QR Code?

Existem diversos sites gratuitos que permitem a geração de QR Codes para serem baixados e inseridos em outras imagens. Um desses sites, inclusive, é o próprio Canva que, além de permitir a edição de fotos, vídeos e criação de artes do zero, possui uma funcionalidade para criar QR Codes. O recurso pode ser utilizado tanto na versão web da ferramenta quanto no aplicativo para celular.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

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Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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