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Economia

Comprar dos pequenos negócios locais é a saída mais rápida para o seu município superar a crise

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Já está provado que as economias fortes e perenes mantêm políticas prioritárias para os pequenos negócios, valorizando-os como a principal alavanca do desenvolvimento, capazes de criar empregos, gerar rendas e estabelecer justiça social.

E agora, diante dessa inesperada crise que ameaça vidas e desarranja os mercados, mais do que nunca é necessário e urgente criar medidas eficazes para fazer girar a roda positiva do desenvolvimento local. Mais do que nunca, as instituições públicas e privadas, que respondem por apoiar o fomento aos pequenos negócios, nos municípios de Mato Grosso, precisam estar juntas e engajadas em prol dessa causa, para que unidas possam manter o ecossistema produtivo em funcionamento.

A volta à normalidade depende de vários fatores externos, mas internamente, cada localidade tem o  seu grande poder para buscar formas de se rearranjar, tem sua cultura e criatividade, força,  fé e perseverança que podem ser colocadas a serviço do  coletivo,  das demandas mais urgentes, das situações mais graves e que merecem maior atenção.

E o papel da verdadeira liderança, que trabalha pela construção do ambiente sustentável, é voltar-se agora para essa dura realidade, que requer de nós muitos sacrifícios, e tomar medidas que possam amenizar a angústia das pessoas e alimentar as perspectivas dos empreendedores e empresários para seus negócios.

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Além de um pacto pelo não esmorecimento, propomos atuar de forma conjunta, para estimular a produção e o consumo local, incentivando todos a comprarem dos pequenos negócios, valorizando o comércio de rua, dos bairros, da cidade, como medida de enfrentamento da crise.

E nós, do Sebrae  em Mato Grosso, estamos aqui trabalhando, com todos os nossos recursos técnicos e tecnológicos,  para minimizar as consequências dessa epidemia sobre as  micro e pequenas empresas, com nosso time de plantão,  para orientar, tirar dúvidas, oferecer conteúdos digitais para capacitações, ouvir e encorajar as pessoas que buscam apoio.

Temos a certeza de que, com o apoio da sociedade, das instituições governamentais, das lideranças políticas e administrativas, em todos os níveis, ONGs, confederações, federações, sindicatos entre outros, os pequenos negócios sentirão amparados e mais fortes para as desejadas superações.

Para ilustrar este contexto, destacamos a relevância das micro e pequenas empresas, para a economia de Mato Grosso, que conta com 316.275 empreendimentos. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS-MTE), a maior parte dos empregos gerados estão nos pequenos negócios, sendo 66% do total dos empregos formais, que respondem por 60% dos salários pagos.

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A palavra-chave agora é cooperação! Este é o momento de termos consciência, confiança e visão sistêmica local das nossas potencialidades, tirando lições e aprendizados, para desenharmos juntos o novo futuro que desejamos, valorizando o que realmente importa: a vida em equilíbrio.

 Sebrae MT

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Economia

Sebrae MT: 98% das lideranças empresariais de Mato Grosso já relatam impactos negativos nos seus negócios

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Pesquisa também mostra que as maiores preocupações dos empresários são a queda nas vendas, a redução de consumidores e das atividades da empresa

Assessoria de Imprensa Sebrae MT – Luiza Menezes

A economia já sente os efeitos da restrição à circulação de pessoas e do isolamento social. O Novo Coronavírus (Covid-19) mudou as cidades, o modo como as pessoas consomem e os empresários vivenciam os reflexos disso. De acordo com a pesquisa do Sebrae Mato Grosso “Percepção de Lideranças Empresariais de Mato Grosso sobre os Impactos do Coronavírus nos Negócios e na Economia”, a maioria dos empresários apontou que a crise da Covid-19 já impactou a sua empresa de forma negativa (97,94%). Veja o material completo aqui.

Desenvolvida entre os dias 26 e 27 de março, a pesquisa ouviu 354 empresários líderes de diversas atividades em municípios das principais regiões econômicas do Estado: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Cuiabá, Juína, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

A pesquisa mostra que a queda de receita é a maior preocupação dos entrevistados, visto que as questões mais relacionadas a isso foram: a aqueda nas vendas (23,17%), a redução de consumidores (17,95%) e a redução das atividades da empresa (17,22%). Para o gerente da área de Inteligência Estratégica do Sebrae MT, André Luiz Schelini, isso chama muito a atenção. “Quando você está em uma retomada do crescimento e você tem uma parada, praticamente, brusca da sua atividade empresarial, isso afeta não só o negócio, mas todo o ecossistema em que a empresa está inserida”.

A pesquisa também revela o grau de preocupação para com o Novo Coronavírus dos empresários líderes: com uma nota média de 8 o que expressa intensa apreensão com a questão. Schelini analisa que mesmo em um período de retomada na economia, no qual vivíamos, o mundo já recebia sinais de que vinha uma crise externa. “Vimos a doença crescer, tomar dimensões cada vez maiores e sendo propagada e acreditamos que isso não fosse chegar, minimizamos ela. E talvez isso seja a grande razão da preocupação, pegou todo mundo de surpresa, ninguém levou a sério de que se tratava de um problema de saúde pública mundial”.

Outro ponto significativo é que 57,63% dos líderes disseram que possuem pouco conhecimento sobre as medidas trabalhistas e econômicas já tomadas pelo governo federal para proteger as empresas brasileiras. Ao mesmo tempo, 78,81% dos empresários falaram que já haviam tomado alguma medida de gestão protetiva em razão da Covid-19. Dentre as ações mais nomeadas estão: a intensificação da higiene no ambiente de trabalho (20,18%); orientações sobre o Novo Coronavírus aos funcionários (18,49%); a suspensão do atendimento presencial, com manutenção do atendimento remoto (8,15%); e a redução de estoque/compras e o home office, que totalizaram 7,85% de citações, cada.

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O gerente de Inteligência Estratégica do Sebrae MT ressalta que o problema da Covid-19 não se trata de uma questão pontual de um setor econômico, de uma atividade ou de um território. “Ela é um problema sistêmico, que necessita e envolve uma governança para trabalhar na gestão dela. Então a saída, para pensarmos nos resultados, é desenvolver um trabalho em rede, para que esse ecossistema volte a se organizar e se reconfigurar”, explica Schelini.

Para o gerente, os negócios precisam se adaptar para a atual conjuntura. “Imagina, isso é uma mudança muito brusca, pois empresas que só trabalhavam no meio físico tiveram que partir para o digital, as empresas que já atuavam no digital tiveram que se fortificar, pois em tese, há muito mais concorrência no ambiente digital. É um contexto em que a economia brasileira ainda estava engatinhando, muitos especialistas falam que enfrentamos cinco anos de digitalização em 15 dias. Muitas empresas tiveram reinventar o seu negócio”.

Sobre isso, a pesquisa “Percepção de Lideranças Empresariais de Mato Grosso sobre os Impactos do Coronavírus nos Negócios e na Economia” apresenta algumas das medidas de gestão já tomada pelos empresário. Dentre as mais citadas como inovadoras estão: atendimento ou vendas remotas – online ou telefone (17,31%), delivery (13,46%), produção e divulgação de conteúdos (9,62%), revezamento da equipe por escala e turnos (7,69%). “Não é apenas ter um site ou WhatsApp, a digitalização de um negócio envolve mudanças de processos, de cultura e de comportamento da equipe”, afirma Schelini.

Em concomitância as medidas de gestão que os empresários estão com mais dificuldades para implantar são: reduzir custos (29,92%), implementar vendas pela internet (14,17%), implementar home office (12,60%), implementar delivery (8,66%). “Além de outras adversidades, do ponto de vista sistemático, como a flexibilização dos impostos, de contas que não estão sendo pagas, abertura de linha de crédito, auxilio para as empresas, tudo isso exigiu de todos que não se prepararam”, cita o gerente.

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O que também ascende o alerta para a manutenção dos empregos. Apesar da maioria dos empresários (60,73%) relatarem que o número de pessoas ocupadas nas empresas permaneceu o mesmo, com os impactos da Covid-19, 38,98% deles contam que houve uma redução das pessoas ocupadas nas empresas, devido a crise atual.

A pesquisa, ao comparar o total de pessoas ocupadas atualmente nas empresas (14.183 empregos) e a expectativa dos empresários quanto ao total de pessoas que estarão ocupadas daqui três meses nos seus negócios (12.938 empregos), avalia uma queda de empregos de 9% entre as empresas pesquisadas nos próximos três meses (redução de 1.245 empregos).

“Queda de 70% da comercialização de produtos e redução de quase 60% do faturamento das empresas. Isso reflete não só no capital de giro, mas na manutenção da sua equipe. Os empresários precisam conhecer melhor as medidas que o próprio governo está colocando de auxilio. Muitas ações estão vindo para ajudar”, esclarece Schelini.

Mais do que nunca o cliente é a resposta para os empresários. O modo de consumir mudou, a humanidade não será mais a mesma pós-pandemia da Covid-19, o hábito digital está mais intrínseco na sociedade. E segundo o gerente de Inteligência Estratégica do Sebrae MT isso traz outro ponto crucial: a relação de confiança entre os clientes e os negócios.

“É fundamental, essa relação de confiança para que ele possa manter a sua clientela, fazer a empresa girar, tomar medidas de contingência, para manter a sua operação. O trabalho de proximidade com o cliente de saber como ele, onde ele tá, é essencial e o cliente vai valorizar as marcas em que ele já tem essa percepção, de confiança e de credibilidade”, finaliza Schelini.

O Sebrae Nacional também desenvolveu uma pesquisa, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios pelo Brasil, e mostra, na média que a redução no faturamento das empresas foi de 69%.  Além disso, os empresários ouvidos ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses. Confira a pesquisa completa aqui.

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Economia

Governo pede prorrogação do ICMS para cerca de 150 mil pequenas empresas

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Ofício foi enviado ao comitê gestor do Simples Nacional e deve ser analisado nesta semana

Lucas Rodrigues | Secom-MT

Governador anuncia medidas para pequenos empreendedores – Foto por: Christiano Antonucci

Governador anuncia medidas para pequenos empreendedores

O Governo do Estado pediu a prorrogação do pagamento do ICMS, por 180 dias, para as empresas inseridas no Simples Nacional em Mato Grosso.

O ofício foi enviado nesta quinta-feira (02.04) ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), grupo vinculado à Receita Federal.

Atualmente, quase 150 mil empresas instaladas em Mato Grosso estão inseridas no sistema do Simples Nacional (micro e pequenas empresas e micro empreendedores individuais).

Elas deverão ser beneficiadas com a medida, que ainda precisa de aprovação do CGSN. A previsão é que o comitê analise a solicitação ainda nesta semana.

De acordo com o governador Mauro Mendes, este pedido visa auxiliar os pequenos empreendedores a manter suas atividades e os empregos dos funcionários durante este período difícil ocasionado pelo coronavírus.

Mendes explicou que o pagamento de ICMS dessas empresas previsto para 20 de abril, 20 de maio e 20 de junho será prorrogado, inicialmente, por 90 dias. Porém, com a aprovação da proposta no comitê gestor, esse prazo se estenderia para seis meses.

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“Essa medida é importante para amenizar esse momento de grande dificuldade pelo qual estão passando centenas, milhares de pequenos empreendedores”, afirmou o governador, durante o anúncio feito nesta tarde.

Outra medida anunciada pelo governador foi a proibição de excluir do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), nos meses de abril e maio, as empresas que possuírem um eventual inadimplemento perante o Estado.

“Esta exclusão traria ainda mais prejuízo e complicação nesse momento de dificuldade”, pontuou o gestor.

O governador ainda estendeu a prorrogação do pagamento do Imposto de Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que era de 60 dias, e agora passa a ser de 90 dias.

Com isso, o imposto que deveria ser pago em março (placas com final 4 e 5) foi transferido para o mês de junho e o valor referente aos finais 6 e 7, que venceria em abril, foi prorrogado para o mês de julho.

De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, as providências que o Estado tem tomado vão atenuar o impacto da crise e possibilitar que as empresas continuem a operar em Mato Grosso.

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“Precisamos aplicar ferramentas para não inviabilizarmos a entrega de obrigações acessórias e não impedirmos a retomada da atividade econômica quando isso for possível”, afirmou.

Também participaram do anúncio das novas medidas o secretário Mauro Carvalho (Casa Civil), o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, e os deputados Max Russi, Carlos Avalone e Sebastião Rezende; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, Gustavo Oliveira, e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso, José Wenceslau; além de outros representantes de entidades ligadas à indústria e comércio.

Fonte: Assessoria

 

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