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Condomínios ainda não têm estrutura para os carros elétricos, aponta estudo

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Fiat 500e é um dos modelos 100% elétricos que foram lançados no Brasil em 2021. Outras novidades estão previstas
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Fiat 500e é um dos modelos 100% elétricos que foram lançados no Brasil em 2021. Outras novidades estão previstas

De acordo com a previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Elétricos (Anfavea), até 2035, 62% da frota de veículos no país poderá ser de automóveis elétricos. Com isso, ao invés dos postos de combustíveis, o foco de abastecimento passa a ser por meio de um carregador instalado em casa, ou nos condomínios residenciais.

Entretanto, mesmo com o mercado de elétricos crescendo, assim como o imobiliário, este ainda não está preparado para receber os pontos de carregamento. Segundo um estudo divulgado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) , só na cidade de São Paulo, o número de prédios já ultrapassou o de casas, e a verticalização deve continuar crescendo nos próximos anos.

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Para Ricardo David, sócio fundador da Elev , empresa que oferece soluções para o ecossistema de mobilidade elétrica, o que poucos sabem é que é possível realizar as alterações necessárias no condomínio sem que haja muito gasto. Dessa forma, o planejamento é a parte mais importante, e alguns condomínios precisam pensar em como melhorar a eficiência energética para atender a essa demanda.


Pontos de recarga de bateria de elétricos em prédios residenciais é um grande desafio hoje em dia
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Pontos de recarga de bateria de elétricos em prédios residenciais é um grande desafio hoje em dia

Mas o executivo ressalta que o carregador passa de um extra, a item essencial de valorização do imóvel. “Em 2020, houve um aumento em 60% na venda de carros elétricos e híbridos no Brasil e isso deve perdurar nos próximos anos e os condomínios que se preparam agora para isso”, defende.

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Na Europa, China e, mais recentemente, nos Estados Unidos , estão sendo implantadas medidas públicas que buscam trazer mais incentivos ao segmento. Em São Paulo , o governo do Estado já decretou a diminuição da alíquota do ICMS  para o desenvolvimento do segmento a partir de 2022.

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Não é tão simples ter um carregador para carro elétrico em casa. Quem mora em condomínio vai precisar de um projeto e enviá-lo para administração do prédio com alguns detalhes, entre os quais um medidor individual de consumo.   Também existe a necessidade de uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), como em toda obra.

O valor de um carregador doméstico varia entre R$ 6.700 e R$ 15.200, dependendo do modelo e da potência do aparelho. A instalação precisa ser feita por profissionais especializados e requer algumas horas para ser feita. De qualquer forma, trata-se de algo que vai passar a ser rotineiro em boa parte das residências no Brasil. 

Fonte: IG CARROS

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Toyota pretende vender apenas híbridos e elétricos no Brasil em 6 anos

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Toyota Corolla Cross: lançado no início do ano, modelo já se destaca nas concessionárias
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Toyota Corolla Cross: lançado no início do ano, modelo já se destaca nas concessionárias

A Toyota pretende vender apenas veículos híbridos e elétricos no Brasil em até seis anos. A informação foi confirmada por Masahiro Inoue, presidente da fabricante na América do Sul e Caribe, em entrevista ao site AutoIndústria.

Sendo assim, todos os modelos futuros da Toyota terão versões com algum nível de eletrificação no Brasil. Atualmente, os únicos modelos da fabricante japonesa que não contam com versões híbridas são os modelos Yaris , Yaris Sedan e Hilux .

O executivo diz que o Brasil sai na frente por contar com a tecnologia híbrida flex nos modelos Corolla e Corolla Cross. “Precisamos utilizar todo esse conhecimento e estrutura de distribuição, que foram acumulados ao longo de tantos anos”, diz Inoue. 

A declaração também dá a entender que a fabricante considera lançar uma versão híbrida da Hilux. Até o momento, não há nenhum modelo híbrido na categoria das picapes médias. 

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Fim do Yaris

A eletrificação completa do catálogo da Toyota pode passar pelo encerramento da produção de alguns modelos. Conforme apurado pelo site Auto+, o Yaris sairá de linha em suas versões hatch e sedã, sem receber uma reestilização de meia-vida.

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Isso porque a Toyota pretende focar em modelos mais lucrativos, como Corolla e Corolla Cross. Segundo as fontes consultadas pela Auto+, a fabricante japonesa não pretende ‘abrir a carteira’ para reestilizar o modelo considerado pouco lucrativo, enquanto os outros produtos estão performando bem. 

Sem o Yaris, o modelo mais barato do catálogo da Toyota voltará a ser o Corolla, que já custa R$ 128 mil em sua versão mais em conta.

Fontes:  AutoIndústriaAuto+

Fonte: IG CARROS

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Em crise, SsangYong pode ser vendida a startup de carros elétricos

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SsangYong está em 'stand-by' no Brasil, aguardando melhores condições cambiais para retomar importações
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SsangYong está em ‘stand-by’ no Brasil, aguardando melhores condições cambiais para retomar importações

A SsangYong enfrenta graves problemas financeiros e pode ser vendida para uma startup e veículos elétricos para não falir. Segundo o site Nikkei Asia, a fabricante sul-coreana pode ser negociada com a Edison Motors em uma venda na faixa de US$ 260 milhões.

Fundada em 2015, a Edison Motors tem interesse na linha de produção da SsangYong, em Pyeongtaek (Coreia do Sul). O objetivo é produzir carros elétricos de passeio com foco na exportação para todo o continente.

A SsangYong foi fundada em 1954 como uma das maiores fabricantes de automóveis da Coreia do Sul. Durante sua trajetória, passou pelas mãos da Daewoo Motors, SAIC e o grupo indiano Mahindra. 

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SsangYong no Brasil

A SsangYong chegou ao Brasil em 2005, apostando em crossovers e picapes – mas teve uma passagem discreta. Em 2015, o Grupo Districar, representante oficial da fabricante coreana, anunciou falência e o fim das importações.

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A marca coreana voltou em 2017, dessa vez pelas mãos da Venko Motors. A mesma empresa era encarregada das importações da Chery, antes do grupo chinês entrar oficialmente no Brasil sem um representante intermediário.

Neste momento, a marca se encontra em ‘stand-by’, aguardando melhores condições de câmbio para decidir se importará novos veículos ao Brasil. O site se encontra fora do ar e as redes sociais não são atualizadas desde junho de 2020.

Durante sua última passagem, a SsangYong vendeu os SUVs Tivoli, XLV e Korando, além da picape Actyon Sports. 

Fonte: IG CARROS

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