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Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

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Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

O ano de 2019 deve terminar com, aproximadamente, 3,57 milhões de bovinos confinados, alta de 5% em relação a 2018, estimou o presidente da Associação Nacional de Pecuária Intensiva (Assocon), Maurício Velloso. O resultado tem como base a apuração feita pela entidade em 1.400 unidades de confinamento no País. “Se somarmos a nossa análise com outras realizadas por frigoríficos e demais agentes do mercado, o avanço pode ficar entre 10% e 12% no comparativo anual”, afirma o executivo.

Velloso explica que muitos pecuaristas não conseguiram se beneficiar da atual disparada nos preços da arroba porque não haviam optado pelo confinamento anteriormente e, por consequência, não têm gado terminado para entregar neste fim de ano. No último bimestre, as chuvas vieram com atraso e postergaram a terminação dos animais a pasto para meados de janeiro, quando os preços da carne bovina tendem a arrefecer e afetar a capacidade de pagamento da indústria.

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“A maior parte dos pecuaristas está vendo a arroba em patamar elevado, sem ter animais terminados porque não fez a lição de casa. A mensagem que fica deste ano é que as coisas precisam mudar e a tendência é que a aplicação de tecnologias que conferem produtividade sustentável aumente no ano que vem”, avalia. O presidente comenta, ainda, que é necessário aumentar o foco na gestão de riscos da operação pecuária.Apesar da alta de 5% no confinamento em geral ter sido modesta, Velloso destaca que outras formas de intensificação na terminação do gado cresceram significativamente.

Segundo ele, muitos pecuaristas estão utilizando alimentação suplementada e outras técnicas que permitem uma terminação mais ágil no próprio pasto, sem a necessidade de recorrer a boitéis ou unidades que mantenham o animal em ambiente fechado. “Não conseguimos mensurar os dados de modo preciso, mas seguramente o confinamento a pasto foi o grande salto do segmento no Brasil e praticamente dobrou em 2019”, estima. Esta elevação é atribuída à conscientização dos produtores rurais.

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Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

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Agronegócio

Iniciativa do Sebrae em parceria com a Embrapa dá visibilidade aos pequenos produtores de orgânicos

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O PADs está em execução em Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Após coletar informações o projeto vai mapear cadeias produtivas para conectá-las com os consumidores

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Iniciativa do Sebrae em parceria com a Embrapa dá visibilidade aos pequenos produtores de orgânicos

Com objetivo de fomentar a competitividade e o desenvolvimento sustentável de pequenos negócios agrícolas, o Sebrae selou mais uma parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O projeto intitulado “Produtos Agroalimentares Diferenciados” ou PADs, vai dar mais visibilidade, incentivando o consumo de alimentos não convencionais, tais como orgânicos e agroecológicos (frutas, verduras e hortaliças). Também serão contemplados alimentos com qualidade diferenciada e tipicidade, como por exemplo um doce de umbu artesanal produzido no interior do nordeste brasileiro.

Inicialmente o PADs está em execução em três estados: Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Os lugares foram escolhidos em razão do potencial gastronômico e turístico dessas regiões, além da carência de políticas públicas voltadas para inovação na agricultura. O plano de trabalho do PADs prevê ações como levantar informações sobre a produção, a distribuição e o consumo desses alimentos, bem como a criação de ferramentas para conectar estes segmentos e dar maior visibilidade aos produtos.

Após o levantamento, serão implementadas dinâmicas voltadas a promover maior conectividade e proximidade entre produção, mercado e consumo, considerando os diversos atores (agricultores, associações, cooperativas, agentes ATER, agroindústrias, varejo de produtos agrícolas e de gêneros alimentícios, estabelecimentos de alimentação fora do lar, consumidor final) e os vários fatores que interferem nessa relação. Em termos de resultados, será organizado um banco de dados georreferenciados e integrados, criando um espaço para fortalecer redes de produção e consumo, na forma de mapas de oportunidades em plataformas digitais.

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Para a analista da unidade de competitividade do Sebrae, Newman Costa, o mapeamento das informações irá possibilitar a realização de ações de estratégia e de inteligência, que irão motivar a inovação no agro brasileiro. “O PADs nos traz a oportunidade de rastrear e conhecer melhor a riqueza da nossa agricultura. O Brasil é referência mundial pela diversidade de alimentos produzidos, nesse contexto os pequenos negócios têm papel fundamental na garantia da segurança alimentar da população, na geração de emprego e no fortalecimento da economia”, afirma.

A analista acrescenta que por mais que a produção seja vasta, ainda há dificuldades de conexão entre produtores e consumidores. Por esse motivo, há uma importância ainda maior de concentrar as informações em mapas de inteligência. “A busca por produtos alimentares diferenciados, típicos e locais, tem crescido em todas as regiões brasileiras. Percebemos uma modificação nos hábitos, dando preferência para orgânicos e da terra. Por isso, o Sebrae entende que é cada vez mais importante apoiar iniciativas que deem visibilidade para esses pequenos produtores”, finaliza.

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De acordo com o chefe geral da Embrapa Alimentos e Territórios, João Flávio, o projeto do PADs irá beneficiar os pequenos negócios ao facilitar a comunicação entre produtores e consumidores. “A parceria é extremamente positiva devido à complementaridade das duas instituições. A Embrapa de um lado gerando e aplicando conhecimento que possui e o Sebrae de outro proporcionando a conexão tão grande que tem com o mercado. Com essas duas frentes vamos alcançar o objetivo do projeto que é conectar os produtores de alimentos diferenciados com os consumidores e revendedores. Além disso, o projeto nasce em um contexto que cada vez mais as pessoas buscam alimentos através de aplicativos. Com a criação da plataforma digital do PADs, vamos possibilitar que milhares de pessoas tenham acesso a alimentos especiais, com características de produção e regionalidade que os tornam únicos. Sem dúvida, isso vai potencializar o crescimento dos pequenos negócios”, analisa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae

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Agronegócio

SIF registra aumento na emissão de certificados sanitários para produtos de origem animal

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Também permaneceu o elevado número de solicitações de Licenças de Importação de produtos de origem animal

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SIF registra aumento na emissão de certificados sanitários para produtos de origem animal

No mês de agosto, foram realizados 94 turnos adicionais de abate requisitados de forma emergencial pelos abatedouros frigoríficos de aves, bovinos e suínos registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF). Os dados constam do 6º Relatório de Atividades do Serviço de Inspeção Federal.

Segundo o levantamento, em agosto/2020 foram emitidos 43.529 certificados sanitários para produtos de origem animal, o que representa um aumento de 39% em comparação a agosto/2019.

Assim como em julho/2020, em agosto/2020 permaneceu o elevado número de solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias. O total de LIs analisadas em agosto foi de 5.544, com tempo médio de análise de 2,8 dias.

Estão registrados no SIF 3.320 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados, além de 2.999 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal.

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Desde a publicação do Decreto 10.282, de 2020, que definiu as atividades de inspeção de produtos de origem animal e certificação sanitária como essenciais para a sobrevivência, a saúde e a segurança da população, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA/SDA/MAPA) vem adotando medidas administrativas para a manutenção das atividades exercidas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Com isso, desde o início da pandemia por Covid-19, o SIF continuou trabalhando para garantir o abastecimento interno de produtos de origem animal para consumo humano e de produtos destinados à alimentação animal.

Regulamentação 

Outro destaque para o mês de agosto foi a publicação do Decreto 10.468, de 18 de agosto de 2020, que alterou o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA). Na primeira semana após a publicação do decreto, foram realizadas pelo DIPOA um total de 12 apresentações transmitidas ao vivo por meio de redes sociais para esclarecer os principais pontos de mudança.

Essas apresentações contaram com a presença de mais de 5 mil participantes ao vivo, e os vídeos disponibilizados no canal da Enagro já somaram mais de 27,2 mil visualizações.

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