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Confira elementos importantes para a decoração da cozinha

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Confira elementos importantes para a decoração da cozinha
Laleska Diniz

Confira elementos importantes para a decoração da cozinha

Além da seleção correta de móveis, eletrodomésticos e pedras para a cozinha, é preciso estar atento à escolha de outros elementos para a decoração da cozinha. Dessa forma, é possível criar um ambiente que favoreça a estética e a rotina no lar.

Importância da iluminação

A iluminação é um elemento muito importante para a cozinha, não só pela estética, mas também pela funcionalidade, praticidade e segurança. Ela é fundamental, por exemplo, para evitar acidentes na hora de manusear facas, fogão e outros itens que exigem cuidado.

Segundo a designer de interiores Norah Carneiro, a má iluminação nesse ambiente também pode influenciar nos tons dos alimentos. Por isso, é necessário cuidado ao escolhê-la. “O ideal é sempre optar por uma luz natural e neutra. Alguns pontos de luz branca podem acarretar um toque de modernidade e até sofisticação”, explica.

Sobre os pontos de iluminação , a arquiteta e urbanista Patrícia Lacerda indica utilizar “fitas de led abaixo dos armários para iluminar a bancada, pendentes ou lustres, sempre marcando a mesa/área de refeições.”

Cores mais indicadas

Para a cozinha, Patrícia Lacerda e Norah Carneiro indicam apostarem cores mais neutras, como preto, branco, bege e cinza. As demais tonalidades podem ser usadas em pontos específicos, para dar um toque a mais ao ambiente. “Ou, até mesmo, fazer uma combinação usando a mesma cor para os eletroportáteis pequenos, como torradeiras, liquidificadores, processadores etc.”, explica a arquiteta e urbanista.

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Tons mais vibrantes também podem ser utilizados. “As cores quentes, como amarelo, laranja, vermelho, fazem com que a cozinha fique vibrante e divertida. De acordo com estudos, são cores que nos induzem ao apetite”, acrescenta.

Ampliando ou reduzindo o ambiente

A cor é algo que pode influenciar na percepção de amplitude do ambiente. Usar tons escuros em cozinhas pequenas, por exemplo, pode passar a sensação de que ela é ainda menor. “Opte sempre por cores mais claras e portas com espelhos, que ajudam a dar sensação de amplitude”, indica Patrícia Lacerda.

O tamanho de móveis e eletrodomésticos também interfere na sensação de amplitude. Por isso, é sempre indicado optar por aqueles que respeitem o tamanho do espaço e a ergonomia, para não deixar o cômodo mais apertado ou causar a sensação de vazio.

Itens decorativos

Os elementos decorativos ajudam a tornar o ambiente mais bonito e, ao mesmo tempo, funcional. “Os principais elementos da cozinha são as luminárias, as arandelas, as calhas de serviços perto das cubas e os acessórios de metal próximos à coifa (para inserir alguns itens decorativos), tais como plantas ou, até mesmo, pendurar colheres e panelas, no estilo cozinha italiana ou casa de campo”, lista Norah Carneiro.

Segundo Patrícia Lacerda, atualmente os revestimentos e as texturas também têm ajudado a compor o décor da cozinha. “Vale fazer uma base neutra e usar uma parede ou uma parte da bancada com um revestimento de destaque, pode ser colorido, geométrico, do seu gosto!”, recomenda. A arquiteta e urbanista também sugere usar espelhos nas portas dos armários, mesclando com um tom base ou madeirado.

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Além disso, de acordo com as profissionais, outros elementos que podem ser inseridos na decoração da cozinha são quadros, vasos, relógio, livros de receitas, potes transparentes para os mantimentos, entre outros. Deve-se apenas ter cuidado para inseri-los de maneira harmoniosa e consciente, para não poluir o ambiente com o excesso de objetos.

Plantas

As plantas são bastante versáteis. Elas podem ser utilizadas em qualquer ambiente, inclusive, na cozinha. No entanto, é preciso se atentar às características do local para, então, escolher a espécie ideal. “Cozinhas que tenham grandes janelas com iluminação natural, são perfeitas para os queridos temperinhos e ervas, como orégano, coentro, cebolinha, salsa, manjericão”, indica Patrícia Lacerda.

“O cozinhar tornou-se hábito e ter a possibilidade de possuir alimentos frescos da própria horta é uma sensação, sem dúvida, muito prazerosa”, acrescenta Norah Carneiro.

Para ambientes que não recebem muita luz do sol, vale optar por plantas como suculenta, cacto e fitônia. “O ideal é colocá-las longe do fogão, devido aos riscos e, até mesmo, para manter a saúde da planta, evitando respingos de frituras e afins”, alerta a designer de interiores.

Fonte: IG Mulher

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Rômulo Arantes Neto posa com apenas uma toalha preta

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Mario Testino  fez o ensaio com Rômulo Arantes Neto
Reprodução/Instagram

Mario Testino fez o ensaio com Rômulo Arantes Neto

Conhecido por sua ousadia, o fotógrafo peruano Mario Testino, já fotografou inúmeras celebridades, como a Madonna e a Lady Di. Entre os seus ensaios mais famosos com artistas brasileiros, fotos posadas nuas com apenas algumas toalhas têm se tornado as favoritas do fotógrafo, já tendo posado para ele nomes como Bruna Marquezine e Cauã Reymond. 

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Recentemente, o mais novo famoso que adentrou à seleta lista de modelos do fotógrafo foi o ator Rômulo Arantes Neto, que teve a sua foto divulgada no domingo (07), aparecendo apenas de óculos escuros e com uma pequena toalha preta cobrindo as partes íntimas. 

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“BLACK TOWEL, ROMULO ARANTES, 2022”, escreveu Mario Testino  na legenda da publicação. 

Além de Rômulo, a topmodel Isabeli Fontana também posou para Testino, em uma foto ousada a beira da piscina com uma toalha preta no ombro que corre por seu corpo.


Fonte: IG Mulher

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Agosto lilás: Violência patrimonial restringe independência feminina

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No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias
Foto: Unsplash

No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias

Em celebração aos 16 anos da Lei Maria da Penha, o mês de agosto é conhecido como o mês da luta contra a violência doméstica. A lei, que foi criada em 7 de agosto de 2006, estabelece 46 artigos que buscam proteger a integridade física e psicológica da mulher. 

Entre as formas de violência doméstica descritas na legislação federal, uma das menos conhecidas e debatidas pelos brasileiros é a violência patrimonial.

O artigo 7 da Lei Maria da Penha define a violência patrimonial como “qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades”.

Na maioria dos casos, as vítimas são mulheres que não têm fonte fixa de renda e dependem de parceiros para sobreviver. “Diversos motivos podem prender uma mulher nessa armadilha, como a dependência financeira e o medo de prejudicar os filhos. Porém, a questão emocional tende a pesar mais’’, afirma Lana Castelões, advogada de família da Albuquerque Advogados.

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De acordo com a especialista, esse tipo de violência ainda é pouco denunciada no país. “A violência patrimonial é comum, porém subnotificada, tendo em vista que, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem a possibilidade de registrar a ocorrência’’.

Para a advogada, as vítimas não têm conhecimento das medidas legais que podem guiar a situação. Desde 2015, a falta de pagamento de pensão também se enquadra na lei. “Muitas pessoas não sabem que esse crime se encaixa quando um responsável legal, que tem recursos financeiros, deixar de pagar pensão alimentícia para a mulher’’.

Desigualdade

A desigualdade de gênero é um fator predominante nesse crime. As demandas de casa e o cuidado com os filhos geralmente restringem as mulheres na posição de ‘dona de casa’. Sem a chance de trabalharem ou conquistarem a independência financeira, essas vítimas passam a depender financeiramente e emocionalmente dos parceiros.

A pesquisadora Clara Fagundes reflete que, nos últimos anos, as mulheres ganharam mais espaço no mercado, mas ainda não existe liberdade para o gênero. ‘’Mulheres ainda são impedidas de buscar a independência financeira, seja por regras religiosas ou políticas que prejudicam a ascensão materna no mercado, seja por relações familiares abusivas ou crenças machistas’’.

A profissional afirma que a falta de representatividade, a dissociação do feminino à ideia de liderança, a priorização do amor romântico, a sobrecarga feminina com os trabalhos domésticos e a ideia sexista de que existem trabalhos de homem e de mulher são os principais fatores que afastam as mulheres dessa liberdade.

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores
Foto: Fundação CEPERJ

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores

“A cultura patriarcal também impacta as mulheres de forma individual. A falta de confiança é um obstáculo para muitas na busca pela sua independência. Esse fenômeno pode ser chamado de “síndrome da impostora” e leva mulheres a questionarem sua capacidade todos os dias, em casa ou no trabalho’’.

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Para Fagundes, a falta de oportunidades no mercado pressiona mulheres a continuarem em relações abusivas e degradantes. “Mulheres com poder de decisão sobre a própria vida costumam ser também independentes financeiramente’’, declara.


Por mais que não existam dados nacionais sobre a violência patrimonial, o Dossiê da Mulher, produzido no Rio de Janeiro, conseguiu datificar as problemáticas em torno desse crime. De acordo com a análise, que é realizada anualmente no estado carioca, 79,3% dos casos dessa violência foram praticados dentro de casa.

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres
Foto: André Leonardo

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres

Entre os tipos de crime, 50,4% foram de dano, 41,8% foram violação de domicílio e 8,8% foram de roubo de documentos.

Uma das mulheres que tiveram de lidar com a violência patrimonial foi a vendedora C.I*. O crime aconteceu sem que ela percebesse: ‘’Eu tinha um relacionamento há 6 anos e era casada há 3 anos. Um dia, eu saí para trabalhar e, quando retornei, ele tinha vendido todas as minhas coisas’’, diz. “Ele sumiu com tudo, só estavam minhas roupas por lá’’.

O parceiro, na época, chegou a deixar os filhos de C.I* passarem fome. Depois dessa situação, ela percebeu que precisava terminar a relação. ‘’Foi aí que eu dei um basta em tudo’’.

Para a matriarca, é necessário muita força e coragem para conseguir ser independente. ‘’Seja forte e corajosa para dar um basta. Pode parecer o fim, pode parecer que nada mais tem faz sentido e que a dor nunca vai passar. Com o tempo, eu juro que a dor vai embora’’, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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