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Congresso Internacional de Odontologia de MT reunirá 50 palestrantes e 1 mil profissionais em Cuiabá

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Além de grandes profissionais da área, evento contará com uma feira de produtos, serviços e negócios

Cuiabá (MT) sedia, de 26 a 28 de março de 2020, o Congresso Internacional de Odontologia de Mato Grosso (CIOMT), que reunirá 50 grandes palestrantes no Centro de Eventos do Pantanal e cerca de 1 mil profissionais entre dentistas, técnicos em prótese e saúde bucal, auxiliar de prótese e de saúde bucal.

Dr. Walter Betoni Júnior, da coordenação do evento, explica que esta primeira edição do congresso tem por objetivo proporcionar um evento que satisfaça as expectativas de todos os participantes, com foco na capacitação científica em todas as áreas da odontologia, além de fomentar negócios com a feira de produtos e serviços

Para o presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT), Sandro Stefanini, eventos como este são fundamentais para aproximar os profissionais do setor e refletir na melhoria da odontologia em geral.

“Sempre apoiaremos congressos e eventos que foquem em temas relevantes para nós, profissionais, mas claro que para nossos pacientes. Todos ganham”, pontua o presidente do CRO-MT, autarquia que contará com estande na feira de negócios ao lado de várias empresas e instituições que patrocinam e apoiam o CIOMT.

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 A programação é intensa e está organizada por público alvo: Profissionais e Acadêmicos, Técnicos TSB & ASB e Protéticos.

Na quinta-feira (26)a partir das 8h, tem início a programação oficial do congresso com atividades para profissionais e acadêmicos. Às 19h, Cerimônia de abertura com a presença de autoridades do segmento, seguida de visita a Feira comercial de produtos e serviços, que conta com a presença de cerca de 30 empresas com ótimas oportunidades de negócios, inovações e tecnologias

Entre as palestras, temas como mini-implantes extra-alveolares, novos caminhos na gestão em odontologia, estruturação 3D da face, uso da tomografia na reabilitação oral, e aumentos ósseos horizontais e verticais.

Profissionais e acadêmicos seguem na sexta e sábado (28 e 29) com palestras sobre a conquista do sucesso no tratamento endodôntico; como incorporar a cirurgia guiada na rotina clínica; nova era da odontologia com os biocerâmicos; importância do diagnóstico 3D no planejamento de casos orto-reabilitadores; fazendo uma ortodontia proativa; entre outros.

Técnicos

Na sexta-feira (27) haverá programação exclusiva para Técnicos TSB & ASB, e que também contará com o “Encontro de TSB e ASB de Mato Grosso”.

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 A Dra Diurianne Caroline Campos França, Doutora em Ciência Odontológica com concentração em Saúde Bucal da Criança, abre a programação falando sobre “Câncer Bucal: O que a Equipe Auxiliar deve saber”.

Em seguida Dra Diurianne faz uma explanação a respeito da Utilização do programa Telessaúde-MT como ferramenta para apoiar o trabalho dos TSB e ASB.

A programação segue com relato de experiências de Saúde Bucal no serviço público de saúde dos municípios de Juscimeira e Sinop; a importância da Equipe Auxiliar no Atendimento Odontopediátrico, com Maize Camilo; O papel da Equipe Auxiliar nas rotinas administrativas; com Samara Valêncio; e Atendimento Humanizado, com Maria Aparecida Ribeiro.

Serviço

Interessados no Congresso Internacional de Odontologia de Mato Grosso poderão acessar informações detalhadas na página do evento https://www.ciomt.com.br/ onde está disponível a programação completa, ficha de inscrição e valores. Também está havendo uma promoção na página oficial do CIOMT do Instagram. Mais informações podem ser obtidas pelo (65) 3321-5454 ou (65) 9.9232-7201

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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