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Conheça 5 dicas para não cair em golpe da Black Friday

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Especialista alerta para possíveis irregularidades em ofertas recebidas por consumidores como descontos abaixo do normal ou links inexistentes

Legenda: Veridiana Lopes, educadora financeira e criadora do Economia Diária

Com menos visitas às lojas físicas em decorrência da pandemia do novo COVID-19, a edição da próxima semana da Black Friday deverá ser marcada por uma alta no volume de compras realizadas pela internet. Ao mesmo tempo em que comprar online pode ser uma ótima opção, principalmente com o retorno das atividades econômicas, além do pagamento de alguns benefícios como, por exemplo, auxílio emergencial e 13º salário, há o aumento do caso de problemas de segurança na internet, os chamados golpes.

Atraídos por ofertas que oferecem bons descontos e o desejo de comprar aquele tão sonhado produto, os consumidores não se dão conta de que podem estar caindo em fraudes. Por isso, de acordo com Veridiana Lopes, educadora financeira formada pela DSOP, especialista em planejamento financeiro pessoal e criadorda do Economia Diária, é preciso ficar atento para não ser enganado com os falsos anúncios “Além de verificar se o endereço do site é o oficial da empresa, é preciso checar o histórico de reputação para ver o número de reclamações”, avalia a especialista.

Para ajudar os consumidores a não caírem nos golpes, a educadora financeira listou cinco dicas importantes:

Links suspeitos

Ao receber um link que o direciona para uma possível oferta irrecusável, o consumidor deve fazer uma busca sobre a empresa nas redes sociais e ficar atento caso se depare com uma página sem comentários ou com comentários bloqueados. “É importante avaliar na internet e não abrir qualquer e-mail ou clicar em links estranhos e que não fazem parte do cotidiano. Desconfiar de sites com excesso de erros ortográficos é sempre a melhor opção”, destacou.

Preço muito abaixo

Toda empresa precisa ter uma margem de lucro para manter o equilíbrio financeiro. Por isso, ainda de acordo com Veridiana Lopes, “preço muito baixo requer cautela”. “Somos atraídos por uma grande ‘oferta’ e acabamos não checando aquilo que é, de fato, verídico. Principalmente, nesse período pós-pandemia, no qual muitas empresas estão fazendo promoções com grande porcentagem de desconto. É necessário checar se aquela oferta e empresa são confiáveis”, alerta.

Formas de pagamento

Ao realizar uma compra pela internet, é importante verificar as formas de pagamento e desconfiar se houver poucas opções. Emissão de boletos falsos ou direcionamento para pagamento em conta bancária de pessoa física são alguns dos crimes mais praticados pelas pessoas mal-intencionadas. “Ao sinal de que algo não está certo, não faça o pagamento. Empresas reais vão oferecer mais de uma opção de pagamento para o consumidor”, destaca Veridiana Lopes.

Cartão de crédito virtual

Ainda de acordo com a educadora financeira, optar pelo pagamento com a opção de cartão de crédito virtual é a melhor forma de não cair em golpes. Nessa modalidade, o banco emissor gera um número virtual para o cartão de crédito cuja validade é para apenas aquela compra. “Um cartão virtual é uma ‘cópia’ do cartão de crédito, porém com números diferentes e que expira após um tempo. Neste caso, usando a opção virtual, o consumidor evita que a tarjeta seja clonada”, ressalta a criadora do Economia Diária.

Fuja do golpe

Com um bom plane1jamento e um pouco de pesquisa é possível escapar das fraudes na Black Friday e tornar a data em um bom motivo para economizar. “Em caso de golpe, o que caracteriza crime de estelionato, é preciso juntar todas as provas como, por exemplo, recibos de pagamentos, e-mail com mensagens de confirmação de pedido, um print da loja virtual e até a nota fiscal. Em seguida, o consumidor precisará fazer um boletim de ocorrência antes de se dirigir à uma unidade do Procon”, finaliza Veridiana Lopes.

 

Crédito: Divulgação

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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