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Conheça algumas dicas para ganhar na Lotofácil

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Vamos mudar de assunto. Em tempos de quarentena, só se fala em doença e o medo se instalou nas cabeças de pessoas de todo o planeta. Mas agora, mais do que nunca, é hora de ter esperança de que tempos melhores virão. E nada mais humano e diário do que o desejo de ficar rico e mudar de vida, é ou não é? Um sonho de 10 entre 10 brasileiros.

Então leia um pouco mais sobre dicas para ganhar na loteria, a maneira mais fácil e rápida de conseguir muito dinheiro honestamente. Conheça uma ótima modalidade disponível no Brasil, mas que é pouco conhecida e quase nada falada, se comparada com a rainha Megasena. Trata-se da Lotofácil.

Depois da Mega e da Quina, ela é a loteria que paga os maiores prêmios do país. Ano passado, em seu sorteio especial na semana da independência da pátria, a Lotofácil entregou a incrível quantia de 95 milhões de reais aos sortudos que conseguiram adivinhar as suas dezenas sorteadas.

Você conhece? Já jogou alguma vez? É muito mais simples do que qualquer um poderia imaginar, apesar de ser diferente das principais modalidades. São 25 números dispostos por volante, apenas. Cada apostador deve escolher 15 deles e torcer para serem os escolhidos.  Quem marca de 11 a 15 certos ganha um valor proporcional.

Gostou? É fácil de apostar, mas nem tanto de acertar. Já pensou, conseguir marcar todos os 15 números certos, sem errar nenhum? Mas muita gente consegue marcar 12, 13 e leva uma graninha para casa, pelo menos. Tem alguns estudos que podem favorecer sua sorte, se ligue nas dicas.

– Marque os números primos, de preferência. A estatística mostra que eles costumam sair muito mais que os outros. São eles: 2 – 3 – 5 – 7 – 11 – 13 – 17 – 19 – 23.

– Tente balancear suas escolhas entre os números pares e ímpares, tipo 7 de um e 8 do outro. Pode ser 6 e 9, ou 5 e 10 também, mas o ideal é que seja 7 e 8, tanto faz que tenha mais de um ou de outro.

– Não queira repetir os mesmos números já sorteados em concursos anteriores. A probabilidade deles se repetirem é baixíssima. Pode ser original à vontade.

– Dá pra jogar até 18 números por bilhete, só que custa muito mais caro. O valor mínimo, com 15 dezenas marcadas, é de R$ 3,00. Se quiser jogar 16, 17 ou 18, tente dividir o jogo com amigos ou familiares e dividir o custo. A probabilidade vai aumentar muito.

– E suas chances vão crescer tanto que é quase impossível não arriscar. Quer ver a diferença? Quem marca só 15 números tem 1 chance em 3.268.760 de acertar. Já quem assinala 17 dezenas por volante tem 1 chance em 24.035 de conseguir ser o vencedor. É muito mais fácil mesmo!

– Evite uma sequência muito grande de números consecutivos. Tente espaçar suas escolhas. O máximo que já saiu foi de 5 deles seguidos, mas aconteceu uma única vez.

– Jogue bilhetes alternados. Como? Escolha no segundo bilhete todos os números que você não escolheu no primeiro e repita apenas os números que faltarem para completar 15 dezenas.

Gostou das dicas? Pois então se programe e tente a sorte. Tá todo mundo dentro de casa, mas dá pra jogar pela internet com muita facilidade, basta ter um cartão de crédito ou conta em um serviço do tipo paypal ou picpay. Dá pra jogar com boleto também. Você emite um no site e paga através de internet banking, bem fácil.

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Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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