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Conheça os tipos de olheiras e as causas de cada uma delas

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Conheça os tipos de olheiras e as causas de cada uma delas
Vitoria Rondon

Conheça os tipos de olheiras e as causas de cada uma delas

Manchas escuras e profundas na região abaixo dos olhos atingem boa parte das mulheres

Os olhos geralmente são a parte que mais chama a atenção no rosto de uma pessoa. Além de refletirem as emoções, é nessa parte da face que normalmente aparecem as famosas olheiras. Para algumas mulheres, essas manchas causam incômodo, principalmente quando são escuras e profundas.

Segundo um estudo publicado pela revista Surgical & Cosmetic Dermatology (S&CD), as olheiras estão entre as queixas mais comuns entre os brasileiros de 23 anos e acomete cerca de 78% das mulheres, afetando a sua autoestima e bem-estar.

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O que são as olheiras? 

As olheiras são manchas escuras e profundas na região abaixo dos olhos. De acordo com a médica dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, elas podem ser causadas por fatores genéticos, excesso de melanina ou, ainda, podem ser adquiridas ao longo da vida.

Tipos de olheiras e causas 

Olheira estrutural 

Normalmente formada em uma área profunda abaixo dos olhos, a olheira estrutural pode ser mais intensa durante a juventude. Segundo a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, ela pode ser causada pela anatomia da órbita ocular – já que algumas pessoas possuem o sulco lacrimal mais profundo – e devido ao emagrecimento. “Isso pode ser determinado geneticamente ou ser causado pelo processo de envelhecimento normal”, explica.

Olheira vascular 

A Dra. Paola Pomerantzeff explica que a olheira vascular é causada pela presença de vasos abaixo da pele. Logo, quem tem mais vasos apresenta maior tendência em ser acometido por essa olheira. Além disso, esse é o tipo mais comum entre as pessoas que passam por estresse, cansaço e noites mal dormidas.

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Olheiras pigmentada 

De cor amarronzada, as olheiras pigmentadas são causadas pelo excesso de melanina na pele fina abaixo dos olhos. Segundo a dermatologista, elas podem ser agravadas pela insônia. “A falta de sono ou alergias respiratórias podem piorar as olheiras, causadas por aumento de pigmento”, explica.

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Olheira mista 

Muito comum, esse tipo de olheira ocorre quando há uma mistura de dois ou mais tipos das olheiras citadas anteriormente. Por exemplo, uma pessoa pode reunir características tanto da olheira estrutural quanto da vascular ou pigmentada.

Fatores que agravam as olheiras 

Cansaço e insônia 

O cansaço do dia a dia e as noites mal dormidas são alguns fatores que influenciam a dilatação dos vasos sanguíneos. Isto é, por deixarem a pele em torno dos olhos com uma aparência mais cansada, a dilatação dos vasos promove o surgimento das olheiras, que também podem ser causadas pelo choro.

Alimentação incorreta 

A alimentação incorreta também é um problema que pode agravar as olheiras. Segundo o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, alimentos como doces, carboidratos e sódio influenciam no surgimento das manchas. “Esses alimentos aumentam o processo inflamatório, por isso influenciam no aparecimento de olheiras”.

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Exposição excessiva ao sol 

A exposição excessiva ao sol é responsável por dilatar os vasos sanguíneos, o que pode agravar as olheiras, como as pigmentadas. Como esse tipo de olheira é causado pelo acúmulo de melanina, o excesso de sol diminui a espessura da região abaixo dos olhos e aumenta a concentração de melanina.

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Não tirar a maquiagem 

A maquiagem em si não dá olheira, mas não removê-la antes de dormir pode influenciar o problema. Esses produtos estéticos impedem que a pele receba oxigênio, deixando a pele desidratada.

Tabagismo 

Segundo a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o cigarro também é um dos responsáveis por piorar a qualidade da pele, pois dificulta a circulação do sangue e diminui o oxigênio na pele.

“Além de dificultar a circulação de sangue e o aporte de nutrientes, na fumaça do cigarro existem radicais livres e outras moléculas que têm o poder inflamatório, aumentando estresse oxidativo. Além disso, estudos mostram diminuição da quantidade de oxigênio na pele após um só cigarro”.

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Como tratar  as manchas escuras nos olhos?

Segundo o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr., os lasers são uma alternativa no tratamento contra as olheiras, pois é capaz de estimular a produção de colágeno “[…] Para o tratamento de olheiras, o laser gera um efeito mecânico capaz de causar uma microfragmentação no pigmento responsável pela formação das alterações, que é então eliminado pelo organismo. O laser também estimula a formação do novo colágeno, tratando rugas, flacidez e pés de galinha da região”, explica.

A utilização de cremes que diminuem o inchaço e protetor solar também podem ajudar no tratamento contra as olheiras, mas somente um profissional especializado, mediante uma avaliação, pode indicar um tratamento adequado para cada caso. Por isso, é sempre recomendado consultar um dermatologista antes de iniciar qualquer tratamento.

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Fonte: IG Mulher

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

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Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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Composto de colágeno idêntico ao do corpo humano chega ao Brasil

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Marca traz fórmula de colágeno mais potente em opções de chá, bebida e pó para diluição
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Marca traz fórmula de colágeno mais potente em opções de chá, bebida e pó para diluição

O Brasil vai ganhar mais uma opção de ingrediente, desta vez totalmente vegano, para cuidar da beleza e, principalmente, estimular a produção de colágeno. Trata-se do VeCollal, um bioidêntico de colágeno que tem o mesmo perfil de aminoácidos encontrados no organismo humano.

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A  proteína produzida naturalmente pelo organismo confere uma série de benefícios para a aparência, mas também para a saúde física. Entre os  benefícios do colágeno para a pele  estão a confecção de firmeza e melhora da elasticidade, que é o que faz com que ele seja um ativo importante para a rotina de skincare.

O bioidêntico chega ao país com a promessa de revolucionar o mercado de nutricosméticos – ou seja, para produtos que prometem intensificar a rotina de beleza de dentro para fora, como as  balas gummies para os cabelos e unhas, por exemplo. Patrícia Brossa, gerente comercial da Aunare, marca responsável por trazer o composto ao país, explica que o VeCollal é uma fonte de proteína muito mais completa do que a encontrada tradicionalmente no mercado.

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VeCollal estará, principalmente, em produtos alimentícios que ajudam a cuidar da beleza, os chamados nutricosméticos
Divulgação

VeCollal estará, principalmente, em produtos alimentícios que ajudam a cuidar da beleza, os chamados nutricosméticos

Brossa explica que os colágenos de origem animal, que fazem parte das composições atualmente encontradas, não possuem essa similaridade tão forte com o colágeno produzido no organismo humano. Por isso, essas composições acabam precisando de aminoácidos essenciais na composição, como o I-triptofano.

“Por isso trazemos o VeCollal, que é idêntico ao colágeno humano tipo 1 e fornece as proporções perfeitas para a construção natural de colágeno no corpo”, explica a gerente.

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Outro ponto que ela salienta é a possibilidade de uso por pessoas veganas: “Um colágeno de origem animal não pode ser consumido por veganos, mas um colágeno vegano pode ser consumido por qualquer um. Também temos estudos que comprovam que esse bioidêntico de colágeno vegano é mais funcional devido à biocompatibilidade, pois ele foi desenvolvido para ser idêntico ao colágeno humano”, explica.

Inicialmente, o bioidêntico terá versão em água, pó para diluição e chá, mas Brossa defende que VeCollal é a melhor alternativa para ser implementado em cápsulas, balas gummies, iogurtes, bebidas, snacks, barrinhas e até mesmo soluções dermatológicas e cremes. Para ela, o composto é uma facilidade para diversificar as alternativas do mercado de beleza no país.

“Além disso, o custo deste insumo é praticamente o mesmo do colágeno de origem animal, porém, com a vantagem de necessitar de uma menor quantidade de ingrediente na fabricação dos produtos, o que resulta em um custo e benefício muito melhor”, diz a executiva.

Fonte: IG Mulher

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