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Cotado no Brasil, Renault Kiger ganhará nova versão na Índia

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Renault Kiger é o SUV subcompacto indiano mais barato que o Duster; tem motor 1.0, de três cilindros
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Renault Kiger é o SUV subcompacto indiano mais barato que o Duster; tem motor 1.0, de três cilindros

A Renault comemora 10 anos no mercado indiano com a confirmação de uma versão especial do Kiger , SUV subcompacto com foco em mercados emergentes. O modelo é cotado para estrear no Brasil em meados de 2025, mas sua produção nacional dependerá de fatores que falaremos mais à frente.

A nova versão do Kiger recebe o sobrenome RXT . Ela será posicionada acima da versão RTZ, que atualmente ocupa o topo da linha do subcompacto na Índia. Na comparação com a versão anterior, terá novas rodas, faróis em LED e central multimídia exclusiva com conexão Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O Kiger RXT também trará uma nova tonalidade vermelha exclusiva na carroceria.

Não há surpresas abaixo do capô, onde o Kiger mantém o motor 1.0 de três cilindros que pode desenvolver 72 cv de potência a 6.250 rpm e 9,6 kgfm de torque a 3.500 rpm. O câmbio pode ser manual ou automático do tipo CVT. Preço e data de lançamento não foram anunciados, mas clientes interessados já podem fazer uma reserva do Kiger RXT no site oficial da Renault da Índia.

Kiger no Brasil

Nissan Magnite, o 'irmão gêmeo' do Renault Kiger, também é cotado para estrear no Brasil
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Nissan Magnite, o ‘irmão gêmeo’ do Renault Kiger, também é cotado para estrear no Brasil

Os SUVs subcompactos Renault Kiger e Nissan Magnite são partes importantes da nova estratégia global das montadoras, que firmaram aliança em 1999. Eles são fabricados na Índia com foco na exportação para mercados emergentes, como Malásia, Tailândia e Indonésia. O Kiger é posicionado abaixo do Duster , enquanto o Magnite é uma opção mais barata na comparação com o Kicks .

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Após o anúncio dos modelos na Índia em 2020, começaram a surgir os primeiros rumores sobre a produção no Brasil. Ao que tudo indica, a Nissan tem interesse em produzir o Magnite localmente, mas a Renault adota cautela sobre o Kiger .

A Aliança Renault-Nissan opera em sinergia no Brasil. Logo, os lançamentos seguem uma estratégia conjunta para impedir a canibalização de produtos. Ter a dupla no país poderia significar uma fabricante roubando o espaço da outra. E neste momento, a produção do Nissan Magnite está mais próxima de ser concretizada. 

Fonte: IG CARROS

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Fiat Cronos tem desconto de R$ 5 mil na versão de entrada

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Fiat Cronos tem tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv  com câmbio manual de cinco marchas
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Fiat Cronos tem tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv com câmbio manual de cinco marchas

Apesar da falta de microchips semicondutores na indústria, o Fiat Cronos pode ser encontrado com pouca fila de espera nas concessionárias da marca. Para o fim do mês de setembro, a versão mais em conta do Cronos 1.3 2022 teve seu preço reduzido de R$ 75.990 para R$ 71.051 – ou seja, quase R$ 5 mil de desconto.

Este desconto, por outro lado, mostra como o preço do Cronos 1.3 subiu nos últimos meses. Em julho, o sedã compacto argentino estava sendo anunciado por R$ 68.246 no site de ofertas da Fiat. Hoje o valor é bem superior, mesmo com a promoção.

O Cronos tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv de potência e 14,2 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco velocidades. Segundo o Inmetro, o modelo pode marcar 8,9 km/l no etanol e 12,5 km/l na gasolina na cidade. Em circuito rodoviário, os números vão para 10,4 km/l no etanol e 14,7 km/l na gasolina.

Ele ainda conta com um pacote de equipamentos interessante, com assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, volante multifuncional, central multimídia UConnect com espelhamento da tela do celular e computador de bordo.

O Cronos também se destaca pelo porta-malas de 525 litros, o maior da categoria. Equipamentos como ajustes elétricos do retrovisores, rodas de liga leve, repetidores laterais das setas e câmera de ré são opcionais que não aparecem na versão em promoção.

Fonte: IG CARROS
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MP Lafer: conheça a história da réplica brasileira do roadster inglês MG TD

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O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem
http://mplafer75.blogspot.com/2012/

O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem

Conversíveis sempre foram símbolos de esportividade. E numa época em que a importação oficial brasileira era proibida, um dos poucos conversíveis que poderiam ser adquiridos era a réplica do MG série T da fábrica Lafer, o MP Lafer.

A história do MP Lafer do Brasil começou nos idos de 1970, mais precisamente em 1972 com a fabricação do belo roadster MP que replicava o MG TD 1952. Mas para que este sonho fosse alcançado, Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série que atendesse ao gosto dos jovens da época.

Com uma equipe de profissionais altamente especializados na construção com plástico reforçado com fibra de vidro, logo o MP não demoraria para ganhar o sucesso.

A dúvida era qual carro poderia ser fabricado. Não demorou muito e Percival logo se decidiu pelo MG TD 1952 , um carro pertencente à Sra. Ivone, esposa de um funcionário da Lafer – João Arnault – o qual a tinha presenteado pelo seu aniversário. Tudo isso só veio à tona por causa do atraso de Arnault em chegar à empresa, pegando assim o carro de Ivone para chegar a tempo.

Logo trataram de desmontar o MG para que o projeto fosse colocado em prática com os novos moldes dos futuros MP. Com isso, em 1974 começavam a ser produzidas as primeiras unidades do MP , logo após a aprovação do público durante o Salão do Automóvel em SP , ocorrido em 1972.

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50
Renato Bellote

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50

Basicamente o MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar de 1,5 litro , instalado na traseira que proporcionava um bom desempenho, segundo a fábrica. Equipado com este motor de 1.500 cc e 52 cv – carburação simples – o MP Lafer chegava a  115 km/h.

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Outra vantagem do carrinho era a distribuição do seu peso bruto de apenas 1.080 kg, graças à carroceria feita de fibra de vidro e resina de poliéster, dividida em duas partes, para posteriormente ser laminada. Isso era importante para dar maior resistência ao conjunto.

Suas dimensões eram de 3.910 mm de comprimento, 1.570 mm de largura e 1.350 mm (sem a capota e com o para-brisa abaixado – 1.090 mm).  Só por curiosidade, quando o roadster da Lafer esteve exposto no Brasil Export, em Bruxelas , no ano de 1973, os brasileiros tiveram ainda a satisfação de receber os elogios do pessoal da MG, pela perfeição com que sua réplica havia sido feita.

Por dentro, o painel revestido em madeira era bastante nostálgico, lembrando o carro que o originou. No centro do painel estavam medidor de combustível, de temperatura, relógio (opcional), indicador de pressão do óleo, voltímetro e, ao lado, como não poderia deixar de estar, velocímetro e o conta-giros com mostradores maiores.

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês
Renato Bellote

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês

Diferente do MG , o espaço para motorista e passageiro era excelente e os bancos individuais e anatômicos eram muito confortáveis. O volante da marca Panther era esportivo e bem acabado – revestido em madeira – além da boa funcionalidade, graças à posição, quase vertical. A alavanca de câmbio também é da VW, e bem localizada, com fácil alcance da mão.

Os pedais ficavam em posição ergonômica e confortável. O freio de mão, por sua vez, era localizado um pouco abaixo do painel, dificultando o acionamento do mesmo. Enfim, um carro sem mais e nem menos, justo à sua proposta de carro-esporte. Outra diferença em relação ao MG original era a adoção de janelas laterais de vidro, no lugar das cortinas de plástico abotoáveis.

Nas primeiras unidades, as portas tinham abertura no sentido contrário (do tipo suicida), como acontecia nos MG originais, porém mais tarde esta peculiaridade foi abolida por questões de segurança.         

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Com espaço para apenas o motorista e passageiro, o MP era um carro tipicamente esportivo e agradava não só aos jovens, mas também a um público mais conservador, graças às linhas clássicas como, por exemplo, os para-lamas salientes que desciam suavemente até a soleira das portas formando um só conjunto.

O para-brisa, quando retirada a capota (revestida de lona), podia ser baixado, assim como acontece com os Jeep Willys . Uma das características do MP era o estepe que era localizado atrás do cofre do motor (traseiro), que, protegido por uma tampa saliente, deixava à mostra as belas rodas. E por falar nelas, opcionalmente o roadster vinha equipado com rodas 15 x 4,5 polegadas (14 x 6 opcional) calçando pneus 5,60 x 15 (175 x 14 opcional).

Logo depois das 40 unidades produzidas, o MP deixava de usar o motor VW 1.300 e recebia o motor VW 1.600 (1.585 cm³). Sua potência máxima era de 60 cv a 4.600rpm , e torque máximo de 12 kgfm a 2.600 rpm . Mas o chassi do Fusca foi mantido.

Percival Lafer - um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série
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Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série

Equipado com dupla carburação, o MP 1.600 passou a desenvolver a velocidade final de 122 km/h . Houve ainda um projeto de se utilizar o motor do Fusca 1600-S , porém isso acabou não acontecendo por problemas de fornecimento.

No final de 1975 a empresa Lafer acumulava 110 unidades vendidas , sendo três delas para o Japão e Estados Unidos. Já no ano seguinte, das 371 unidades produzidas , 12 foram exportadas . Tamanho foi o sucesso, que empresários de olho neste mercado decidiram dedicar-se à produção de um carro similar ao MP. Foi assim que surgiram o MG Agnus , o Pantera , o Enseada e o Avallone , entre outros.

Em maio de 1977 chegou a versão TI , uma nova opção que era desprovida de cromados e de linhas mais simples, destinada a um público mais jovem. O novo carro fazia lembrar um Excalibur ou Clenet.

O sucesso do novo carro, não só no Brasil como nos vários países da Europa e EUA, fez com que a Lafer exportasse 1.000 exemplares de um total de 4.300 produzidos durante os 16 anos de sua fabricação (1974 a 1990). Devido aos altos custos tornou-se inviável dar seguimento à produção.

Fonte: IG CARROS

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