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Saúde

Covid-19: 711 pessoas morreram no DF após a primeira dose de vacina

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Desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19, 711 pessoas morreram em decorrência da reinfecção com o novo coronavírus depois de tomar a primeira dose de vacina. Quando consideradas as pessoas totalmente imunizadas, com as duas doses, foram registrados 263 óbitos oriundos de complicações resultantes da covid-19.

O balanço foi apresentado pelo secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, em entrevista coletiva realizada hoje (21), na sede do governo distrital, em Brasília.

O Distrito Federal vacinou até o momento 1.124.480 cidadãos com a primeira dose, o equivalente a 38,31% da população e a 50,63% da população acima de 18 anos. Já com as duas doses e com dose única foram imunizadas, respectivamente, 416.927 e 45.048 pessoas, o equivalente a 15,13% do conjunto dos moradores na capital e a 20% dos residentes com mais de 18 anos, público alvo da vacinação.

O secretário de Saúde destacou que é preciso considerar os efeitos positivos da campanha de vacinação nas quedas de casos de covid-19 e mortes e internações em consequência da doença.

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“Isso evidencia que as vacinas são suficientemente necessárias para que possa diminuir os casos de transmissão e óbito. Tivemos número elevado de pessoas contaminadas, mas tivemos óbitos relativos em número bem menor, quando comparado com a primeira onda”, pontuou.

Contudo, a vacinação não impede a reinfecção nem a evolução para quadros mais graves, inclusive morte. Por isso, o secretário ressaltou a relevância de manter as medidas de prevenção contra o novo coronavírus.

“A gente continua sempre alerta para que pessoas usem máscara, lavem as mãos, usem o álcool em gel e evitem aglomerações. Mesmo sendo vacinados, podemos adquirir o vírus e ter as complicações”, declarou.  

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 19,6 milhões de casos e 549,4 mil mortes

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O Brasil registrou em 24 horas 38.091 novos casos de covid-19. O acumulado de casos registrados no país desde o início da pandemia é de 19.670.534. Segundo balanço divulgado neste sábado (24) pelo Ministério da Saúde, com base em informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde e do Distrito Federal, no momento, há 780.326 casos em acompanhamento. Nessa situação, casos suspeitos, que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves, são observados por equipes de saúde.

Já o número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 549.448. Em 24 horas, foram registradas 1.108 mortes. Há ainda 3.428 óbitos em investigação no país. 

Há, ao todo, 780.326 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 18.340.760 pacientes já se recuperaram.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (137.211), seguido do Rio de Janeiro (58.361), Minas Gerais (49.675), Paraná (34.264) e Rio Grande do Sul (33.039). Entre os estados com menos registros de óbitos estão Acre (1.796), Roraima (1.828), Amapá (1.891), Tocantins (3.459) e Alagoas (5.724).

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil. Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil. – Ministério da Saúde
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Vacinação

Até hoje, foram aplicadas mais de 131 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, 94,6 milhões de pessoas receberam a 1ª dose e 37,1 milhões, a 2ª dose ou dose única.

Até o início da noite deste sábado, começaram a ser distribuídas 164,4 milhões de doses, tendo sido entregues 154,7 milhões de doses. Um total de 9,7 milhões de doses estão em processo de distribuição.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa encerra análise de pedido de uso emergencial da Covaxin

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, neste sábado (24), encerrar o processo que tratava da autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, da vacina Covaxin.

A decisão foi tomada após a Anvisa ser comunicada pelo laboratório indiano Bharat Biotech Limited International que a empresa brasileira Precisa não possui mais autorização para representá-la no país. A farmacêutica é a fabricante da vacina Covaxin.

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, destacou no voto que “o rompimento da relação comercial entre as empresas, bem como a decadência de requisito fundamental para a Autorização de Uso Emergencial, implica em impedimento da manutenção e continuidade da avaliação do pedido. A negativa está ancorada ao princípio da eficiência, uma vez que seguir com uma avaliação técnica de uma petição já administrativamente corrompida implicaria em significativo desperdício de esforços e recursos da administração”.

Em nota, a agência informou que o processo “será encerrado, sem a avaliação de mérito do pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, protocolado pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda no dia 29 de junho deste ano”.

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Estudos clínicos

Também pelo fato da Precisa não representar mais a Bharat Biotech no Brasil, ontem (23), a Anvisa já havia suspendido, cautelarmente, os estudos clínicos da vacina Covaxin no país. Por determinação da Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec) do órgão, os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à então patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. A aplicação da vacina em voluntários brasileiros não chegou a acontecer.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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