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Saúde

Covid-19: 72% de cidades paulistas não tiveram mortes na última semana

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Sete em cada dez cidades do estado de São Paulo (72%) não apresentaram mortes por covid-19 na última semana. A informação foi divulgada hoje (6) pelo governo estadual.

O estado tem 645 municípios, dos quais 467 não apresentaram mortes por covid-19 recentemente. Segundo o governador de São Paulo, João Doria, essa queda no número de mortes é resultado do avanço da vacinação.

Até este momento, cerca de 60% da população do estado já completou o esquema vacinal, ou seja, tomou a dose única da vacina da Janssen ou as duas doses das vacinas CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer.

Dose adicional

Em setembro, o estado paulista começou a aplicação da terceira dose, ou dose de reforço, em idosos acima de 60 anos. Já nesta semana, o estado deu início à aplicação da terceira dose para profissionais da área de saúde. A terceira dose tem sido aplicada nos grupos de maior risco para a doença, já que há uma queda na proteção das vacinas após seis meses da aplicação.

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Durante entrevista coletiva do governo estadual, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, aplicou a dose adicional da CoronaVac na enfermeira Mônica Calazans, a primeira pessoa a ser vacinada contra a covid-19 no Brasil, e no secretário estadual da saúde, Jean Gorinchteyn.

Especialistas e o Ministério da Saúde, no entanto, recomendam que a terceira dose seja de um imunizante diferente da CoronaVac, preferencialmente a Pfizer.

A terceira dose está sendo aplicada em todos os idosos e profissionais de saúde que tomaram a segunda dose há mais de seis meses.

Novo calendário

Idosos acima de 80 anos que tomaram a segunda dose no mês de abril podem procurar os postos de saúde para tomar a dose adicional a partir do dia 11 de outubro. Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Regiane de Paula, essa dose adicional para aqueles que tomaram a vacina em abril será aplicada até o dia 7 de novembro.

A expectativa do governo é vacinar 2,7 milhões de pessoas nesse grupo. 

Pelo calendário, idosos acima de 80 anos que tomaram a segunda dose em abril, podem tomar a terceira dose entre os dias 11 e 17 de outubro. De 18 a 24 de outubro é a vez dos idosos entre 75 e 79 anos. Entre 25 e 31 de outubro, idosos com 70 e 74 anos. Entre 1 e 7 de novembro, idosos acima de 60 anos. Mas o governo orienta para a pessoa olhar a data de sua segunda dose. Somente após completado os seis meses é que o idoso deve procurar o posto de saúde para tomar a dose adicional. 

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Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

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Chegou hoje (16) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Os imunizantes do laboratório norte-americano chegaram em dois voos no início da manhã. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses está previsto para chegar amanhã (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou vacina de dose única.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio conclui hoje segunda dose da vacinação em massa da Maré

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio concluem hoje (16) o projeto de imunização de todos os adultos do Complexo da Maré, com a segunda dose da vacina contra covid-19. O conjunto de favelas fica na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.

Na primeira fase, realizada no início de agosto, 37 mil pessoas foram vacinadas com a primeira dose, ou cerca de 96% da população com mais de 18 anos na comunidade.

O mutirão, aos moldes do que foi feito em outros locais como as ilhas Grande e de Paquetá, no Rio de Janeiro, busca estudar os efeitos da vacinação em massa na comunidade. Segundo a Fiocruz, cerca de 8 mil pessoas das 37 mil imunizadas estão sendo monitoradas para que se conheça os efeitos da vacina.

O estudo da Fiocruz na Maré medirá a efetividade da vacina AstraZeneca, monitorará a circulação de variantes da covid-19 entre os moradores, a ocorrência de casos entre pessoas vacinadas, possíveis efeitos adversos da vacina e o nível de proteção de crianças e adolescentes não vacinados.

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Além de completar o ciclo de vacinação nos adultos, o mutirão, iniciado na última quinta-feira e que será concluído hoje, também prevê imunizar, com a primeira dose, os adolescentes com 12 anos ou mais que ainda não foram vacinados.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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