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Saúde

Covid-19: Brasil registra 21,4 milhões de casos e 598 mil óbitos

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O Ministério da Saúde divulgou hoje (5)  novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 21,4 milhões de casos confirmados da doença e 598 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 20,4 milhões, número que representa 95,3% dos casos. 

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 20,5 mil novos casos e 677 óbitos.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 4,3 milhões de casos e 150,2 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (2,1 milhões de casos e 54,7 mil óbitos); Paraná (1,5 milhão casos e 39,3 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1,4 milhão de casos e 34,9 mil óbitos).

Vacinação

De acordo com o painel nacional de vacinação, o Brasil já conta com 242.736.755 doses de vacinas diversas contra covid-19 aplicadas. Destas, 147,99 milhões são referentes à primeira dose, enquanto 94,73 são referentes à segunda dose ou dose única. Em 24 horas foram vacinadas 950.212 pessoas. No total, já foram distribuídas 301 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: USP apresenta proposta de vacina de spray para Anvisa

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) se reuniram com representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) hoje (19) para apresentar uma pesquisa em andamento para desenvolver uma vacina contra a covid-19 utilizando o dispositivo da aplicação por spray.

O projeto encontra-se na chamada fase pré-clínica. Este nome é dado quando uma pesquisa está na etapa de análises em laboratório e em testes com animais.

Depois disso, o produto poderá ser avaliado em exames clínicos com humanos. Mas, segundo a Anvisa, a equipe de pesquisadores da USP não informou aos representantes da agência quando esse avanço para as novas fases deverá ocorrer.

Os integrantes da Anvisa tiraram dúvidas e elencaram requisitos e parâmetros técnicos necessários para a submissão de solicitação de autorizações e ou registros definitivos junto ao órgão regulador.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pesquisa indica queda da anemia em crianças de até 5 anos

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A prevalência de anemia em crianças brasileiras de 6 meses a 5 anos caiu de 20,9% para 10,1% entre 2006 e 2019, segundo dados divulgados hoje (19) no Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani-2019). A redução ocorreu em todas as regiões brasileiras, com a exceção da Norte, onde a prevalência subiu de 10,4% em 2006 para 17% em 2019.

A coordenadora do eixo micronutrientes do Enani e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Inês Rugani, afirma que a prevalência de 10,1% caracteriza a anemia como um problema de saúde pública leve, segundo parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para deixar de ser considerado problema de saúde pública, o percentual precisa ser menor que 5%. 

O estudo também mapeou a deficiência de vitamina A nas crianças de 6 meses a 5 anos e constatou uma prevalência de 6% no Brasil, o que representa uma redução em relação aos 17,4% registrados em 2006, na Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde. 

Com a queda, o percentual nacional saiu da zona de problema de saúde pública moderado (10% a 20%) e passou a ser considerado um problema leve (2% a 10%). A deficiência de vitamina A foi maior no Centro-Oeste (9,5%), Sul (8,9%) e Norte (8,3%).

A pesquisadora da UFRJ afirmou que é importante aprofundar o conhecimento sobre as desigualdades regionais e locais com novas pesquisas. “Os dados parecem indicar que a gente está em um momento em que podemos começar a trabalhar com a focalização de grupos mais vulneráveis”, avaliou.

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Outros micronutrientes foram avaliados pela primeira vez em âmbito nacional, como a vitamina B12. Nesse caso, a prevalência da falta da vitamina foi de 14,2% no Brasil, chegando a 28,5% na Região Norte.

O coordenador nacional do Enani-2019, Gilberto Kac, destaca que esse micronutriente reflete desigualdades socioeconômicas e um cenário de insegurança alimentar. 

“As fontes de vitamina B12 são exclusivamente alimentos de origem animal, principalmente – carne bovina, suína, fígado, vísceras e peixes. A dificuldade de acesso a esses alimentos pode estar relacionada à alta prevalência de deficiência de vitamina B12 nessa faixa etária”, analisa Kac em texto divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma das instituições participantes do projeto.

A deficiência de vitamina D teve prevalência calculada em 4,3% para o Brasil. Nesse caso, os menores percentuais foram 0,9% no Nordeste e 1,2% no Norte, enquanto o maior foi de 7,8% no Sul. Também foram apresentados dados para a deficiência de zinco, que teve prevalência de 17,8% no Brasil, abaixo do limite de 20% que configura um problema de saúde pública. 

A pesquisa incluiu 12,5 mil domicílios e conseguiu coletar amostras de sangue de 8,8 mil crianças de 6 a 59 meses de idade. Também foram realizadas entrevistas com as famílias.

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A coordenadora-geral de alimentação e nutrição no Ministério da Saúde, Gisele Bortolini, ressaltou a importância da pesquisa para as políticas públicas e afirmou que o consumo dos dados pela gestão é imediato. 

“A prioridade, do ponto de vista de política pública, é a alimentação saudável das crianças. Esse é o objetivo. No entanto, enquanto persistirem as carências, temos os programas de suplementação”, afirmou.

“A decisão que a gente já aprimorou, olhando para a Região Norte, identificando essa vulnerabilidade, é intensificar a ação por meio do NutriSUS  [Estratégia de Fortificação da Alimentação Infantil com Micronutrientes (vitaminas e minerais) em Pó] . Nesta sexta-feira, a equipe está indo para o Amazonas, para a intensificação do NutriSUS, que ia acontecer na escola e vai acontecer na atenção primária.”  

A pesquisadora da Universidade de São Paulo Marly Cardoso participou da transmissão ao vivo do lançamento da pesquisa e elogiou o trabalho, mas lembrou que os dados são de 2019 e refletem um período anterior à pandemia de covid-19. “Esses resultados refletem o antes da pandemia e a década anterior de ações de atenção e cuidado nutricional e a saúde infantil. A gente está diante de um outro cenário que exige cautela”.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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