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Saúde

Covid-19: Brasil soma 540.398 mortes e 19.308.109 casos

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O Brasil superou as 540 mil mortes em função da pandemia. De ontem (15) para hoje (16), foram confirmadas por secretarias de saúde 1.456 novas vidas perdidas para a covid-19. Com isso, o total de vítimas que não resistiram à doença chegou a 540.398. Ontem, o sistema marcava 538.942 óbitos.

Ainda há 3.460 mortes estão em investigação. O termo designa mortes com suspeitas de que podem ter sido causadas por covid-19, mas com origem sendo analisada por equipes de saúde.

A quantidade de pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia atingiu 19.308.109. Nas últimas 24 horas, as secretarias estaduais de saúde registraram 45.591 novos diagnósticos de covid-19. Ontem, o painel do Ministério da Saúde trazia 19.262.518 casos acumulados.

Ainda há 816.012 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves. Nas últimas duas semanas esse índice vem caindo progressivamente.

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Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (16), que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 17.951.699.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (16/07/2021). Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (16/07/2021).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (16/07/2021). – Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (134.320), Rio de Janeiro (57.388), Minas Gerais (48.681), Paraná (33.503) e Rio Grande do Sul (32.579).

Na ponta de baixo estão Acre (1.776), Roraima (1.804), Amapá (1.877), Tocantins (3.386) e Alagoas (5.610).

Vacinação

Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, já foram entregues 147,1 milhões de doses da vacina contra covid-19, de um total de 154,2 milhões em distribuição.

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Considerando as informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e dos levantamentos de cada secretaria estadual de saúde, foram aplicadas 120,8 milhões de doses, sendo 87,5 milhões da 1ª dose e 33,3 milhões da 2ª dose e dose única. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1,6 milhão de doses.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Brasil tem 20.503 casos e 464 mortes por covid-19 em 24 horas

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Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 24 horas, 20.503 pessoas foram diagnosticadas com covid-19 e 464 pessoas morreram da doença.

01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde 01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde

01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 19.938.358 diagnósticos e 556.834 mortes por covid-19. Segundo a pasta, 18.645.993 se recuperaram da doença.

Os dados estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada pela pasta neste domingo (1º). O balanço reúne os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Estados

Com mais de 139 mil mortes, São Paulo é o estado com mais óbitos pelo novo coronavírus; Em seguida estão Rio de Janeiro, com 59.298 e Minas, com 50.611. Acre é o estado com menos mortes, com 1,8 mil óbitos, seguido de Roraima, com 1857 e Amapá, com 1907.

Vacina

Segundo o Ministério da Saúde, foram distribuídas 184.4 milhões de doses de vacina para todo o Brasil. Destas, 142,2 milhões foram aplicadas, sendo 100.9 milhões como primeira dose e 41,4 milhões como segunda dose ou dose única.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: vacinação em massa na Maré, no Rio, ultrapassa 33 mil doses

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A campanha de vacinação em massa do Conjunto de Favelas da Maré contra a covid-19, na zona norte da capital Rio de Janeiro, aplicou 33.774 doses em moradores da comunidade entre a quinta-feira (29) e o meio-dia de hoje (1º). Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro.

Vacinação em massa na Maré supera as expectativas Vacinação em massa na Maré supera as expectativas

Vacinação em massa na Maré supera as expectativas – Marcelo Piu/Prefeitura do Rio

O número superou a meta de antecipar a vacinação de 31 mil pessoas entre 18 e 34 anos. Houve ainda a aplicação de segunda dose e a imunização de pessoas fora dessa população jovem que ainda não tinham recebido a primeira dose.

O assessor de Relações Interinstitucionais e médico sanitarista da Fiocruz, Valcler Rangel, informou que amanhã (2) e na terça-feira (3) será feita uma busca ativa em moradores que ainda não receberam a primeira dose. Para ele, a campanha foi bem-sucedida porque teve grande adesão dos moradores. 

“A gente sabia que hoje seria um dia menos concorrido, até porque as pessoas acordam um pouco mais tarde, mas quando chegou perto do meio dia foi muita gente para se vacinar e a gente sabia que tinha superado a meta. Outra coisa importante é que o clima de mobilização foi muito positivo da população, dos voluntários que trabalharam, dos profissionais envolvidos”, disse em entrevista à Agência Brasil. 

Segundo Rangel, houve um consenso de que a ação teve importância para além da vacinação. “Muita gente declarando ‘poxa tem alguém preocupado com a gente aqui na favela’ que não é, e nem pode ser, só um lugar de batida policial. O clima foi muito favorável”

O sanitarista diz acreditar que a população se sentiu parte do processo. ”Toda a campanha foi discutida com as pessoas de lá. Os representantes das associações de moradores tiveram papel fundamental e participaram diretamente da vacinação. As associações funcionaram como postos de vacinação”.

Fiocruz

A vacinação em massa faz parte de um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da ONG Redes da Maré e vai ser mais que um levantamento da efetividade direta do imunizante na proteção contra o vírus. A pesquisa tem também como objetivos monitorar a ocorrência de eventos adversos, principalmente, os casos mais graves, observar a ocorrência de casos gerados por variantes, em especial a Delta, que tem sido motivo de preocupação das autoridades sanitárias; e como é a dinâmica da pandemia a partir da vacinação completa da população da região.

O estudo é um desdobramento de diversas ações de mobilização social que vêm sendo implementadas pela Fiocruz na comunidade desde junho do ano passado no projeto Conexão Saúde-De Olho na Covid. Esse projeto, que é referência no combate à pandemia em territórios de favelas e oferece gratuitamente serviços de testagem, telessaúde e apoio no isolamento domiciliar a pessoas com a doença, foi fundamental para o avanço da pesquisa entre os moradores da Maré.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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