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Saúde

Covid-19: Espanha libera entrada de voos do Brasil

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A Espanha liberou a entrada no país de voos partindo do Brasil, depois de interromper as conexões em fevereiro deste ano, por causa da pandemia de covid-19. O anúncio foi feito hoje (31) pela embaixada espanhola no Twitter e vale a partir do dia 3 de agosto, para familiares de cidadãos espanhóis e para quem tem visto de longa duração, incluindo estudantes.

“A partir do dia 3 de agosto serão permitidos os voos desde o #Brasil para a #Espanha para membros da família de cidadãos espanhóis e portadores de vistos de longa duração, inclusive estudantes. É estabelecida uma quarentena obrigatória para todos os passageiros”, publicou a embaixada na rede social.

No dia 22 de julho a Espanha já havia reaberto suas fronteiras, com restrições, para pessoas de 23 países, mas o Brasil tinha ficado de fora da lista.

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Na quarta-feira (28), o secretário-geral do Itamaraty, Fernando Simas Magalhães, se reuniu com o embaixador da Espanha no Brasil, Fernando García Casas, para tratar do assunto, em especial a situação dos estudantes.

As exigências sanitárias para entrar na Espanha incluem um certificado que pode ser o de vacinação, de recuperado de covid-19 com mais de 11 dias ou o teste diagnóstico negativo com no máximo 48 horas. Qualquer um dos certificados deve ser traduzido para o espanhol, inglês, francês ou alemão.

Para a vacinação serão aceitos passageiros que tenham tomado as duas doses da Pfizer, AstraZeneca ou Coronavac pelo menos 14 dias antes da chegada à Espanha, sendo dispensado nesses casos os testes diagnósticos adicionais. A comprovação é feita por meio do certificado digital do Ministério da Saúde, o Conecte SUS, com tradução oficial da embaixada que pode ser requerida pela internet.

Independente da nacionalidade ou da situação de vacinação, todos os viajantes que cheguem à Espanha a partir do Brasil deverão passar por uma quarentena de dez dias, a ser feita no hotel ou domicílio escolhido pela própria pessoa.

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As informações foram publicadas no Boletim Oficial do Estado espanhol hoje  e tratam das restrições impostas a países com alto risco sanitário para covid-19, segundo critérios de avaliação como taxa de incidência da doença por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e percentual da população vacinada.

O Brasil, a África do Sul, Argentina, Bolívia, Colômbia e Namíbia foram incluídos na categoria de alto risco, estabelecendo a quarentena para os ocupantes de voos procedentes destes países, para que possa ser feito o acompanhamento e rastreio de possíveis casos importados da doença. Viagens de turismo à Espanha continuam proibidas.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio de Janeiro pode ter eventos abertos com até 500 pessoas

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A partir de hoje (21), a cidade do Rio de Janeiro pode realizar eventos em locais abertos, com lotação máxima de 500 pessoas, e competições esportivas em estádios e ginásios com público que esteja com o esquema vacinal completo e respeitando a lotação de 50% da capacidade. A flexibilização das restrições devido à pandemia de covid-19 foram possibilitadas pela diminuição nas internação por doenças respiratórias na cidade, bem como a queda de casos confirmados e de óbitos pelo novo coronavírus.

Permanecem suspensas as atividades em boates, danceterias e salões de dança, até que a cidade alcance 65% da população com as duas doses da vacina ou a dose única aplicadas, quando será liberada 50% da capacidade em ambientes fechados. As medidas estão previstas no Decreto nº 49.411, publicado na edição de sexta-feira (17) do Diário Oficial do Município, com as novas regras de flexibilização do comércio, serviços e atividades.

De acordo com o prefeito Eduardo Paes, o calendário de reabertura anunciado em agosto foi levado para análise do comitê científico que assessora a prefeitura na pandemia e foi adaptado para coincidir com os marcos da vacinação.

“O decreto já autoriza coisas que não estavam autorizadas, mas também cria parâmetros para a gente olhar para a frente. A cidade está com 60% [de adultos] vacinados, quando chegar a 65% [da população total] tem novas flexibilizações. De certa maneira, está recolocado um planejamento de abertura, a partir do que foi definido pelo comitê científico”.

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De acordo com o decreto, academias de ginástica, piscinas e centros de treinamento físico podem ter aulas em grupos, “desde que respeitado o uso de máscaras e a conferência da situação vacinal”. Em bares, lanchonetes e restaurantes está permitido o consumo para clientes sentados nas áreas internas e com distanciamento mínimo de 1 metro entre as mesas. Também está permitido o serviço para clientes em pé, nas áreas externas.

Shopping centers, centros comerciais e galerias de lojas, bem como museus, bibliotecas, cinemas, teatros, casas de festa, salões de jogos, circo, recreação infantil, parque de diversões, temáticos e aquáticos, pista de patinação, entretenimento, visitações turísticas, aquários, jardim zoológico, casas de espetáculo, concerto e apresentações artísticas, drive-in, feiras, congressos e exposição deverão observar a lotação máxima de 70% da capacidade nas áreas internas e o distanciamento mínimo de 1 metro entre os participantes.

Vacinação

Segundo o painel de vacinação da prefeitura, até o momento, o Rio de Janeiro atingiu o marco de 50,7% da população total vacinada com o esquema completo de duas doses ou dose única e 82% das pessoas com pelo menos a primeira dose. Considerando o público-alvo, com 12 anos ou mais, já foram vacinados 82% com a primeira dose e 58,7% com a imunização completa.

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Hoje, está prevista a vacinação na cidade das pessoas com 18 anos ou mais, para tomar a segunda dose, além de gestantes, lactantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente a partir dos 12 anos. A dose de reforço nos idosos atende quem tem 88 anos ou mais.

Para amanhã (22) será retomada a vacinação dos adolescentes, com as meninas de 13 anos. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também antecipou a segunda dose da Pfizer para quem tem 50 anos ou mais, passando de 12 semanas para 21 dias o intervalo entre as doses.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) distribui de hoje até quinta-feira (23) o maior lote de vacinas contra a covid-19 já enviado aos 92 municípios fluminenses, com um total de 1.473.910 doses. O estado recebeu do Ministério da Saúde 676.260 vacinas da Pfizer, para primeira e segunda aplicações; 557.400 da Coronavac, para primeira e segunda aplicações; e 240.250 da Astrazeneca, para segunda aplicação.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

“Conhecer demência é conhecer Alzheimer” é tema de campanha 

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A iniciativa global “Setembro: Mês Mundial da Doença de Alzheimer” completa, este ano, o décimo aniversário da campanha que busca desmistificar o preconceito e a desinformação que cercam a doença. O tema da campanha em 2021 é “Conhecer Demência, Conhecer Alzheimer”. 

Hoje (21), quando se comemora o Dia Mundial do Alzheimer, o mestre em psiquiatria e psicologia médica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisador do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), Adiel Rios, explicou à Agência Brasil que o Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro. Ela acomete algumas funções cerebrais, entre elas a memória, o cálculo, a linguagem e o comportamento.

“Todas essas funções são comprometidas de forma progressiva e lentamente, de maneira que isso interfere na vida diária do paciente”, explicou. Os primeiros sinais podem surgir de alterações comportamentais. Nem sempre são alterações de memória.

Adiel Rios disse que, de modo geral, como se trata de uma doença que acomete mais o indivíduo idoso, acima de 65 anos de idade, os primeiros sinais podem ser depressão, alteração no comportamento, mais agitação, delírio, mudança na personalidade, agressividade e até mesmo alucinações. “Essas podem ser mudanças frequentes no início da doença, quando o paciente sequer tem alteração da memória. Depois, podem surgir essas alterações”.

O psiquiatra esclareceu que o Alzheimer, contudo, não envolve qualquer perda de memória. “A gente deve ficar atento porque, todos nós temos esquecimento, o que é natural. Mas a perda de memória no Alzheimer é uma perda de memória que se repete e compromete o dia a dia, interferindo, muitas vezes, nas funções e no funcionamento das atividades pessoais”.

Sem cura

Como exemplo, ele citou o caso da pessoa que esquece que está no shopping e não lembra como voltar para casa, repetidas vezes. Trata-se de um esquecimento mais grave, que passa a ser também recorrente. A pessoa começa a ter dificuldade para se orientar no tempo e espaço. Segundo Adiel Rios, com o evoluir da doença, esse esquecimento passa a ser maior. As memórias do paciente acabam sendo deterioradas, principalmente as memórias da vida, autobiográficas. “O paciente começa a esquecer nome de filhos, de netos e, por fim, até dele mesmo, nos estágios finais”.

O Alzheimer não tem cura. Existem medicações que estabilizam a doença ou diminuem, pelo menos, a velocidade de progressão. “Mas isso durante um intervalo de cinco anos ou mais. Durante esse tempo, essas medicações podem oferecer ao paciente e ao familiar melhor qualidade de vida, menos alterações no comportamento, menos perdas de memórias, mas cura ainda não. Oferecem um conforto muito grande e uma qualidade de vida muito maior do que se não tomadas [as medicações]”.

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Rios informou que a medicina vem pesquisando várias alternativas, mas ainda não existe nada milagroso, nem um procedimento definitivo que faça com que a doença possa ser interrompida. Atualmente, existem áreas em que o médico pode atuar para intervir precocemente e, talvez, adiar o início da doença ou, até mesmo, evitar. Para isso, a pessoa deve realizar atividade física; ter uma alimentação balanceada (dieta do Mediterrâneo), com alimentos ricos em ômega 3; controlar fatores de risco cardiovasculares, como diabetes, pressão alta, colesterol; evitar o tabagismo e o consumo de álcool em excesso; realizar atividades intelectuais, como testes, exercícios; manter atividade profissional; habilitação cognitiva.

Outra coisa essencial durante a pandemia de covid-19 é a preservação das relações sociais e familiares. Estudos indicam que o isolamento pode levar com maior precocidade à doença de Alzheimer. “O isolamento não seria algo bom”.

Diagnóstico

Nesta terça-feira (21), a Associação Internacional da Doença de Alzheimer (ADI, a sigla em inglês) lançará o Relatório Mundial de Alzheimer que, neste ano, se concentrará no aspecto do diagnóstico, levantando questões importantes para sistemas de saúde, governos, gestores e pesquisadores.

Adiel Rios afirmou que quanto mais precoce é feito o diagnóstico, mais fácil é, para o médico, intervir e controlar os fatores de risco, o declínio cognitivo, que podem piorar o curso da doença, oferecendo ao paciente atividades de terapia ocupacional, entre outras, utilizando mais precocemente medicações anticolinesterásicas; “É uma maneira de a gente ofertar maior qualidade de vida a essas pessoas que terão, inexoravelmente, a doença”.

A coordenadora do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Jerusa Smid, concordou que o diagnóstico precoce é importante para que os médicos comecem a interferir em alguns a fim de que a evolução da doença seja mais lenta. Além de controlar pressão alta e diabetes, a neurologista citou a realização de atividade física aeróbica regular, controlar sintomas de depressão. “São várias medidas em que você vai atuar que podem retardar a progressão da doença”. Lembrou também de cuidar de perda auditiva e evitar isolamento social.

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Envolvimento

O Alzheimer é doença que envolve a família inteira, porque o paciente vai perdendo a autonomia e precisa de ajuda para fazer pequenas coisas.À medida que a doença progride, o indivíduo vai perdendo a autonomia e ficando cada vez mais difícil ele fazer as atividades sozinho. “É preciso envolver toda a família”. Segundo Jerusa Smid, a principal contribuição dos médicos é cuidar do paciente e tratar os sintomas comportamentais que são frequentes, causando muito estresse nas fases moderada e grave, “e orientar o cuidador, dizer como as coisas vão evoluir, o que esperar da evolução dessa doença”.

As medicações mais comumente usadas e que estão no rol do Sistema Único de Saúde (SUS), disponíveis gratuitamente inclusive, são os inibidores da acetilcolinesterase (Donepezila, Rivastigmina e galantamina, não usados em associação) e Memantina, nas fases moderada e grave da doença, para tratar os sintomas cognitivos (perda de memória, confusão mental, lentidão do raciocínio e julgamento). Esses medicamentos devem ser usados até o fim da vida.

Covid-19

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,2 milhão de brasileiros sofrem com a doença e 100 mil novos casos são diagnosticados a cada ano. Em todo o mundo, o número chega a 50 milhões de pessoas. Segundo estimativas da ADl, os números poderão evoluir para 74,7 milhões em 2030 e para 131,5 milhões em 2050, devido ao envelhecimento da população. O psiquiatra Adiel Rios disse que a doença tende a aumentar no pós-pandemia.

Alguns estudos mostram que pode ocorrer uma associação com o novo coronavírus em pacientes que tiveram a doença ou que sofreram com o isolamento. “Mas não é nada definitivo. Isso está ainda em pesquisa. Alguns estudos indicaram, porém, uma relação entre ansiedade, depressão, insônia e também o Alzheimer”, concluiu Rios. Jerusa Smid avaliou, por outro lado, que o isolamento social pode acelerar na população idosa o início da doença. “Não no sentido de causar [a doença], mas de acelerar, trazer os sintomas mais para perto do momento atual do que poderia ser mais para a frente”.

A doença de Alzheimer foi descrita pela primeira vez em 1906, pelo psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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