conecte-se conosco


Saúde

Covid-19: Estado do Rio tem tendência de queda nos indicadores 

Publicados

em

O Panorama Semanal Covid-19 do Estado do Rio de Janeiro, divulgado nesta sexta-feira (15), mostra que todos os indicadores precoces da covid-19 apresentam tendência de queda. A análise considera os dados registrados na semana de 4 a 10 de julho, nos 92 municípios fluminenses.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), entre os números que chamam atenção estão os atendimentos a casos de síndrome gripal nas Unidades de Pronto Atendimento da rede estadual (UPAs), que caíram 19% em relação à semana anterior. Na semana de 27 de junho a 3 de julho, a média diária de atendimentos foi de 603, sendo 347 de adultos. Já na semana de 4 a 10 de julho, a média diária foi de 489 atendimentos, sendo 275 de adultos.

O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que os atendimentos por síndrome gripal, solicitações de internação e positividade nos testes tiveram reduções significativas. “Para que esses números continuem caindo, precisamos que a população mantenha o esquema vacinal em dia e retorne aos postos de saúde para receber o imunizante”, alerta o secretário.

Veja Também:  Saúde lança programa que pode capacitar 200 mil agentes comunitários

As taxas de positividade de antígeno e RT-PCR, que permite identificar a presença do material genético (RNA) do vírus SARS-CoV-2 em amostras de secreção respiratória. mantêm a tendência de redução, já observada na semana anterior.

Na última semana, foram realizados, em média, 9,6 mil testes de antígeno por dia, sendo a positividade de 21%. Em relação ao RT-PCR, estão sendo analisados em média 840 exames por dia, com positividade de 18%. Na semana de 27 de junho a 3 de julho, a positividade dos testes de antígeno estava em 27% e a dos exames de RT-PCR, em 32%.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Rio vai paralisar imunização de crianças de 3 e 4 anos contra covid-19

Publicados

em

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou hoje (8) que, a partir desta terça-feira (9), a vacinação de crianças de 3 a 4 anos com a primeira dose (D1) contra a covid-19 será paralisada. A interrupção ocorre devido ao Ministério da Saúde não ter enviado doses de CoronaVac solicitadas desde o mês passado pela prefeitura do Rio. Já a aplicação da segunda dose (D2) para este público, prevista para iniciar em 13 de agosto, está garantida com a vacina reservada especificamente para esse fim.

De 15 de julho a 8 de agosto, as unidades da secretaria vacinaram 39.319 crianças de 3 e 4 anos com a primeira dose (D1) da CoronaVac, único imunizante autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso neste público. Quando a imunização desta faixa etária foi aprovada pela agência federal, o município do Rio tinha doses da vacina em estoque, o que permitiu o início imediato da aplicação. Apesar das solicitações de novas doses, neste momento, não há previsão de quando nova remessa será enviada pelo Ministério da Saúde.

Veja Também:  Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa em 4 de abril

Ministério da Saúde

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que está em tratativas para aquisição do imunizante com maior celeridade, de acordo com a disponibilidade de entrega das doses pelos fornecedores.

Para o estado do Rio de Janeiro, “foram entregues mais de 44,9 milhões de doses de vacina para a campanha contra a covid-19. Destas, mais de 10 milhões de doses são CoronaVac. A pasta reitera a disponibilidade de outras vacinas para o público acima de 5 anos e reforça a necessidade de estados e municípios cumprirem as orientações pactuadas para garantir a imunização da população brasileira”, esclareceu o ministério.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Covid-19: Brasil registra 170 óbitos e 17,4 mil casos em 24 horas

Publicados

em

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 17.409 novos casos de covid-19 em 24 horas e confirmaram 170 mortes por complicações associadas à doença em todo o país. Os dados estão na atualização divulgada nesta segunda-feira (8) pelo Ministério da Saúde. Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 34.035.780.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 565.320. A expressão em acompanhamento é usada para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não resultaram em alta, nem evoluíram para óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos chegou a 680.166 desde o início da pandemia. Ainda há 3.246 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa do óbito ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 32.790.294 pessoas se recuperaram da covid-19 no Brasil. O número corresponde a 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados e domingos e nas segundas-feiras, o número diário de casos e mortes registrado tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Veja Também:  Projeto Hora do Colinho acolhe bebês durante hospitalização no Acre

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado que registra mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo, com 173.346 óbitos. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 75.013; Minas Gerais, com 63.137; Paraná, com 44.645; e Rio Grande do Sul, com 40.549.

O estado com menor número de mortes em consequência da doença é o Acre, que registra 2.021 óbitos, seguido pelo Amapá, com 2.153; por Roraima, com 2.161; pelo Tocantins, com 4.189; e por Sergipe, com 6.419.

Vacinação

Até esta segunda-feira, o vacinômetro do Ministério da Saúde indicava que 469.551.995 doses de vacinas contra covid-19 tinham sido aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização.
Destas, 178,5 milhões como primeira dose, 159,6 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em mais de 103,5 milhões de pessoas e a segunda dose extra, ou quarta dose, em 18 milhões.

O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como “adicionais”, que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de do

Veja Também:  Hemorio faz campanha de doação de sangue para carnaval fora de época

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana