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Saúde

Covid-19: GDF anuncia vacinação a partir de 37 anos na próxima sexta

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O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou hoje (21) o início da vacinação para faixas etárias a partir dos 37 anos na próxima sexta-feira (23). Diferentemente da dinâmica adotada até o momento, não haverá a necessidade de agendamento.

A mudança foi feita diante de reclamações das dificuldades de cidadãos conseguirem realizar a marcação da aplicação das doses. Em oportunidades anteriores de abertura de vacinação o preenchimento das vagas ocorreu em menos de uma hora.

Para responder às críticas, o GDF informou que irá ampliar o número de postos de vacinação de 54 para cerca de 100, espalhados em diferentes pontos da capital. Os locais serão distribuídos por idade e por critérios específicos, que ainda não foram anunciados.

Em entrevista coletiva na sede do governo, o secretário da Casa Civil Gustavo Rocha informou que o GDF vai adotar essas medidas para tentar diminuir as filas. O público alvo abrange quase 300 mil pessoas, então a chance de haver fila é grande.

Outra demanda é de moradores de faixas etárias superiores que ainda não conseguiram se vacinar pelas dificuldades no agendamento. Pessoas das faixas até 59 anos ainda buscam conseguir a aplicação das doses.

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Na entrevista coletiva, Gustavo Rocha rebateu críticas de que o DF estaria em um ritmo lento de vacinação. No ranking nacional, a capital está na 19ª posição. Até o momento foram vacinados 38,31% da população com a primeira dose e 15,13% com a segunda dose ou dose única.  

“À luz das vacinas que recebemos, o ritmo está completamente adequado. Não temos vacinas em estoque, as que estão são para segunda dose, e as que nós recebemos nós aplicamos. Não há que se falar em ritmo lento, mas o que ocorre é que temos número de vacinas aquém do que deveria estar recebendo”, argumentou. O DF recebeu 2,057 milhões doses do Ministério da Saúde.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rio entrega hoje 197 mil doses da vacina Astrazeneca aos 92 municípios

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) inicia agora de manhã a entrega de 197 mil doses da vacina Oxford/Astrazeneca aos 92 municípios fluminenses. A remessa é destinada à ampliação da cobertura vacinal da população do estado.
 
Para os municípios das regiões Norte, Noroeste, Baixada Litorânea e Costa Verde, mais distantes, a distribuição será realizada por três helicópteros, que partem do Grupamento Aeromóvel da Polícia Militar, em Niterói, região metropolitana do Rio. Já para as demais cidades, a entrega será realizada por vans e caminhões, com escolta da Polícia Militar.
 
A Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde (SVAPS) vem reforçando rotineiramente com as secretarias municipais de Saúde a importância de os responsáveis técnicos e gestores municipais organizarem suas ações de vacinação, respeitando a destinação das doses para a primeira ou segunda aplicação do esquema vacinal. O órgão  informa que a distribuição do imunizante é feita de forma proporcional e igualitária a todos os 92  municípios.
 
O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que o estado do Rio de Janeiro atingiu, esta semana, a marca de mais de 10 milhões de doses aplicadas contra a covid-19.
 
“Isso representa 53,7% da população com 18 anos ou mais imunizada com a primeira dose e 21,8% com a segunda dose ou dose única do esquema vacinal. Neste momento, é importante que os municípios realizem uma busca ativa para identificar as pessoas que ainda não retornaram aos postos para tomar a segunda dose da vacina”.
 

Edição: Lílian Beraldo

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Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa suspende estudos clínicos da Covaxin no Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na noite de hoje (23) que determinou a suspensão cautelar dos estudos clínicos da vacina indiana Covaxin no Brasil. A decisão foi tomada pela Coordenação de Pesquisa Clínica da Anvisa (Copec/GGMED).

Em nota, a Anvisa informou que os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos.

A agência informou que a decisão da suspensão foi tomada em decorrência do comunicado da empresa indiana Bharat Biotech Limited Intercional enviado à Anvisa nesta sexta-feira informando que a empresa Precisa não tem mais autorização para representar a Bharat Biotech no Brasil. Essa decisão, na avaliação da Anvisa, inviabiliza a realização dos estudos clínicos.

A indiana Bharat Biotech é a fabricante da vacina Covaxin.

Segundo a Anvisa, não houve aplicação da vacina Covaxin em voluntários brasileiros.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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