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Saúde

Covid-19: Manaus começa a vacinar adolescentes

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A prefeitura de Manaus começou hoje (13) a vacinar adolescentes. Será a sexta capital a imunizar a faixa etária entre 12 e 17 anos. A medida foi motivada pelo receio de disseminação de novas variantes do vírus, em especial a Delta.

Os adolescentes podem se vacinar nos postos de vacinação disponibilizados em diferentes regiões da cidade. Os locais estão disponíveis no site da prefeitura. Segundo a administração municipal, serão realizados mutirões com horários estendidos, inclusive à noite.

A campanha de imunização começou hoje com adolescentes com comorbidades. A partir deste sábado a aplicação das doses será aberta para todos os jovens, independentemente da condição.

Uma preocupação da prefeitura que contribuiu para a imunização deste público é a dificuldade de adesão das pessoas nessa faixa etária às medidas de distanciamento.

Conforme a prefeitura, receberam a 1ª dose de vacina contra a covid-19 86% dos moradores da capital amazonense, enquanto 29% concluíram o ciclo vacinal com as duas doses ou com imunizante de dose única.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 793 óbitos e 15,3 mil infecções em 24h

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O Brasil registrou 15.395 casos de covid-19 e 793 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.381.790. 

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Ainda há 403.101 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Há 3.220 falecimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Com as novas mortes, a soma de pessoas que perderam a vida para a doença alcançou 595.446 pessoas. 

Segundo o boletim, 20.383.243 pessoas se recuperaram da doença.

Os dados em geral são menores aos sábados, domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (149.380), Rio de Janeiro (65.856), Minas Gerais (54.425), Paraná (38.984) e Rio Grande do Sul (34.795). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.837), Amapá (1.977), Roraima (1.993), Tocantins (3.780) e Sergipe (6.008).  

Vacinação

Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 233,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 145,2 milhões como primeira dose e 87,9 milhões como segunda dose (ou dose única). 

Em 24 horas, foram aplicadas 614.362 milhões de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 284,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Varizes pélvicas, que atingem população feminina, podem ser tratadas

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“A mulher tem dores incapacitantes na pelve, [especialmente] no final do dia, com piora no período menstrual. Ela também tem dor no final da relação [sexual]”, é assim que o cirurgião vascular Walter Campos Júnior descreve os sintomas clínicos de pessoas com varizes pélvicas. 

A doença é caracterizada pela dilatação das veias na região próxima ao ovário e ao útero. O médico destaca que a dor pélvica crônica atinge três a cada dez mulheres. A doença decorre de uma dificuldade no sangue das veias da pelve em retornar para o coração.

“Esses ramos drenam para a veia ilíaca interna ou então para a veia renal esquerda e a veia cava direita. O refluxo do sangue nas veias, inversão de fluxo por problemas nas válvulas, pode causar as varizes pélvicas”, explica Campos Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular em São Paulo (SBACV-SP).

O médico explica que outra razão possível para a doença – que não pode ser prevenida – é a compressão das veias que recebem essa drenagem. “É importante o diagnóstico porque você pode ter compreensões diferentes. Você pode colocar o stent, ou se for refluxo, problema de válvula, você fecha a veia que está com refluxo”, exemplifica. Há opções de tratamentos hormonais também.

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A doença atinge, normalmente, mulheres jovens, com cerca de 30 e 35 anos. “Muitas vezes você tem problema entre os casais, porque tem mulheres que não tem relação [sexual] e acabam se separando”, relata.

Após avaliação médica, o diagnóstico é feito com exames de imagem, iniciando com ultrassom pélvico ou transvaginal e seguindo para exames mais complexos, como ressonância, tomografia e angiografia. As varizes não são apenas um problema estético.

Campos Júnior aponta ainda que, entre os homens, a varicocele é um problema que se assemelha às varizes pélvicas. Nesse caso, os vasos dilatados ficam nos testículos, causando desconforto, dor e até mesmo infertilidade. O tratamento é feito com cirurgia, stent ou embolização.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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