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Saúde

Covid-19: número de mortes cai 9% e de casos, 13%

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O número de mortes causadas pela covid-19 caiu 9% na Semana Epidemiológica 35, que vai de 29 de agosto a 4 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19.

Na SE 35, autoridades de saúde registraram que 4.352 pessoas não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 4.801 óbitos.

Distribuição dos novos registros de óbitos (A) por covid-19 por semana epidemiológica de notificação.  Distribuição dos novos registros de óbitos (A) por covid-19 por semana epidemiológica de notificação.

Boletim Epidemiológico Covid-19 – Ministério da Saúde

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel diária de mortes na SE 35 ficou em 686.  

O número de novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde teve queda de 13% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 149.259 novos diagnósticos confirmados, contra 172.118 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 21.323.

O resultado da SE 35 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.  

Distribuição dos novos registros de casos por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Distribuição dos novos registros de casos por covid-19 por semana epidemiológica de notificação.

Boletim Epidemiológico Covid-19 – Ministério da Saúde

Estados

Na semana de 29 de agosto a 4 de setembro, três estados mais o Distrito Federal tiveram incremento de casos, três ficaram estáveis e 20 experimentaram redução. Os crescimentos mais fortes ocorreram no DF (30%) e Pernambuco (25%). As quedas mais efetivas se deram em Sergipe (-47%) e Rio de Janeiro (-41%).

No caso dos novos óbitos, o número de estados com aumento desse índice foi de sete, enquanto outros quatro mais o DF ficaram estáveis e 15 tiveram menos mortes em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram no Amapá (33%) e em Roraima (31%). As reduções mais efetivas foram registradas no Acre (-75%) e Rondônia (-47%)

Mundo

O Brasil foi a quarta nação com mais novos óbitos na semana, atrás de Estados Unidos (10.852), Rússia (5.438) e México (4.962). Quando considerados números absolutos desde o início da pandemia, o Brasil segue na segunda posição, atrás dos Estados Unidos (648.106). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação.

Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países  com maior número de óbitos Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países  com maior número de óbitos

Boletim Epidemiológico Covid-19 – Ministério da Saúde

O Brasil foi o quinto país com mais novos diagnósticos de covid-19 nesta semana. Acima estão Estados Unidos (1.146.012), Índia (293.643) e Irã (208.089). Considerando os casos acumulados, o Brasil fica na terceira posição, atrás dos EUA (39,9 milhões) e Índia (32,9 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 18ª posição.

Evolução do número de novos casos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países  com maior número de casos Evolução do número de novos casos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países  com maior número de casos

Boletim Epidemiológico Covid-19 – Ministério da Saúde

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 15,7 mil novos casos e 537 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou 15.668 novos casos de covid-19 em 24 horas e 537 mortes pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado neste sábado (25) pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.343.304 casos e 594.200 óbitos. O boletim não apresentou os dados do Ceará.

Segundo o boletim, 20.033.908 de pessoas se recuperaram da doença e há 415.196 casos em acompanhamento.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Entre os estados, São Paulo é que tem o maior número de casos e de óbitos, com 4,3 milhões e 149 mil, respectivamente. No número de casos, o estado da Região Sudeste é seguido por Minas Gerais (2,1 milhões) e Paraná (1,5 milhão). As unidades da Federação que registram menor número de casos são Acre (87,9 mil), Amapá (122,8 mil) e Roraima (126,1 mil).

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No número de mortes, São Paulo é seguido por Rio de Janeiro (65,6 mil), e Minas Gerais (54,3 mil). Os estados com menor número mortes são Acre (1.836), Amapá (1.977) e Roraima (1.992).

boletim epidemiológico covid-19 boletim epidemiológico covid-19

boletim epidemiológico covid-19 – 25/09/2021/Divulgação Ministério da Saúde

Vacinação

Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 230,5 milhões de doses no Brasil, sendo 144,4 milhões de primeiras doses e 86 milhões de segundas doses e doses únicas. 

Também foram aplicados 26,7 mil doses adicionais em imunossuprimidos e 461,6 mil doses de reforço. No total, foram aplicadas nas últimas 24 horas, segundo o boletim, 1,18 milhão de doses.

Até agora foram distribuídas para as unidades da Federação 284,6 milhões de doses, sendo que 273,1 foram entregues aos estados e ao Distrito Federal há mais de sete dias e 11,5 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Saúde promove Dia D de vacina antirrábica na fronteira com a Bolívia

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O Ministério da Saúde lançou hoje (25) o Dia D de vacinação contra a raiva. Neste ano, a pasta escolheu as cidades de Corumbá e Ladário, no Mato Grosso do Sul, para reforçar a campanha.

O objetivo é alcançar alta e homogênea cobertura vacinal em cães e gatos domésticos, com a finalidade de formar barreira de proteção, mantendo a interrupção da transmissão.

A pasta espera imunizar 35 mil cães e gatos na região fronteiriça com a Bolívia. A vacinação também ocorrerá nas cidades bolivianas de Puerto Quijarro e Puerto Suarez.

Desde 2017, os dois países cooperam para eliminar a raiva humana transmitida por cães e gatos. Nenhum caso de raiva humana foi registrado neste ano. Apenas quatro casos em cães foram registrados, ocasionados pela variante de animais silvestres.

“Nós estamos iniciando hoje, em um evento binacional na fronteira entre Brasil e Bolívia, a campanha nacional de vacinação contra raiva. Essa é uma importante ação de saúde pública, na qual queremos atingir uma cobertura vacinal acima de 70% entre cães e gatos”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, durante a abertura do evento em Corumbá (MS).

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O  governo investiu R$ 49 milhões para a aquisição do imunizante e está prevista a distribuição de cerca de 30 milhões de doses para todas as unidades da Federação.

Para vacinar o animal, basta o tutor levá-lo até o posto mais próximo, com documentos pessoais e, preferencialmente com a carteira de vacinação do pet. As vacinas são fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde informou que entre 2010 e 2020, foram registrados 39 casos de raiva humana. Desses, nove tiveram o cachorro como animal agressor, 20 por morcegos, seis por outros animais silvestres e quatro por felinos.

“Alguns sinais podem indicar a ocorrência de raiva em cães, como alterações de comportamento, falta de apetite, desatenção, elevação da temperatura, aumento das pupilas, reflexo dos olhos lentos. Conforme a doença se agrava, também é possível perceber a dificuldade em engolir, salivação em excesso, falta de coordenação das patas e paralisia. A partir dessa etapa, a raiva costuma evoluir rapidamente para o óbito”, informou o ministério.

Edição: Maria Claudia

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Fonte: EBC Saúde

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