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Saúde

Covid-19: São Paulo aplica hoje primeira e segunda doses de vacina

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A aplicação das primeiras doses da vacina contra a covid-19 será feita hoje (10), em São Paulo, exclusivamente nas 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas 82 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, nesses locais também serão aplicadas as segundas doses, além das doses de reforço somente para quem tem acima de 90 anos. O público elegível para receber a segunda dose e a adicional também poderá ser vacinado nos drive-thrus.

Até ontem (9), às 13h, a capital paulista havia aplicado 15.614.297 doses, sendo 9.932.794 primeiras doses, 5.343.022 segundas doses, 321.709 doses únicas e 16.772 doses adicionais.

Neste sábado (11), estarão abertas apenas as AMAs/UBSs Integradas para todo o público elegível, com funcionamento das 7h às 19h. Já no domingo (12) a vacinação ocorrerá nos seguintes postos: farmácias Avenida Paulista: vacinação D1, D2 e DA (dose adicional. Avenida Paulista, 2.371 e 266 – das 8h às 16h; Galeria Prestes Maia (megaposto): vacinação D1, D2 e DA. Praça do Patriarca, 2 – das 8h às 17h; Parques: vacinação D1, D2 e DA, com funcionamento das 8h às 17h.

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Idosos

A imunização acontece ainda no Centro Esportivo Esportes Radicais (Centro); Parque do Guarapiranga (zona Sul); Parque do Carmo (zona Leste); Parque Villa Lobos (zona Oeste); Parque Recreativo Ceret e Parque da Independência (região Sudeste); e Parque da Juventude (zona Norte).

A Secretaria de Saúde informou, ainda, que idosos com mais de 60 anos podem fazer a inscrição nas UBSs para receber as doses de reforço, caso haja dose remanescente perto do término das atividades do serviço de saúde. Vale para quem tomou a segunda dose há mais de seis meses na capital. Para isso, é preciso apresentar o comprovante de vacinação com ciclo vacinal completo, documento com foto e comprovante de residência. Também podem se cadastrar para a aplicação do reforço vacinal, pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose ou única há pelo menos 28 dias.

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa determina recolhimento de lotes da CoronaVac

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de alguns lotes da vacina CoronaVac, contra a covid-19, que foram interditados após constatação de que “dados apresentados pelo laboratório não comprovam a realização do envase da vacina em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação”.

A determinação foi anunciada hoje (22) por meio da Resolução (RE) 3.609, que determinou o recolhimento dos lotes da CoronaVac que já haviam sido interditados de forma cautelar pela Resolução (RE) 3.425, de 4 de setembro de 2021.

No dia 3 de setembro, a Agência foi comunicada pelo Instituto Butantan que o parceiro na fabricação vacina CoronaVac, o laboratório Sinovac, havia enviado para o Brasil 25 lotes na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), totalizando 12.113.934 doses, que foram envasados em instalações não inspecionadas pela Anvisa.

Diante da situação, e “considerando as características do produto e a complexidade do processo fabril, já que vacinas são produtos estéreis (injetáveis) que devem ser fabricados em rigorosas condições assépticas”, a Anvisa adotou medida cautelar com o objetivo de mitigar um potencial risco sanitário.

Em nota divulgada há pouco, a agência informa que, desde a interdição cautelar, avaliou todos os documentos encaminhados pelo Instituto Butantan, “dentre os quais os emitidos pela autoridade sanitária chinesa”.

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“Os documentos encaminhados consistiram em formulários de não conformidades que reforçaram as preocupações quanto às práticas assépticas e à rastreabilidade dos lotes”, detalha a nota.

A Anvisa acrescenta que também fez a análise das documentações referentes à análise de risco e à inspeção remota realizadas pelo Instituto Butantan, “e concluiu que permaneciam as incertezas sobre o novo local de fabricação, diante das não conformidades apontadas”.

Os lotes interditados “não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa nos termos da Autorização Temporária de Uso Emergencial (AUE) da vacina CoronaVac”, uma vez que foram fabricados em local não aprovado pela agência e, conforme informado pelo próprio Instituto Butantan, “nunca inspecionado por autoridade com sistema regulatório equivalente ao da Anvisa”.

“Portanto, considerando que os dados apresentados sobre a planta da empresa Sinovac localizada no número 41 Yongda Road, Pequim, não comprovam a realização do envase da vacina CoronaVac em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação, a Anvisa concluiu, com base no princípio da precaução, que não seria possível realizar a desinterdição dos lotes”, completa a nota.

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A Anvisa concluiu também que a realização de inspeção presencial na China não afastaria a motivação que levou à interdição cautelar dos lotes, por se tratar de produtos irregulares, uma vez que não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa, por terem sido envasados em local não aprovado pela Agência.

Diante a situação, ficará a cargo dos importadores adotar os procedimentos necessários para o recolhimento das vacinas restantes de todos os lotes que foram interditados.

A agência enfatiza que “a vacina CoronaVac permanece autorizada no país e possui relação benefício-risco favorável ao seu uso no país”, desde que produzida nos termos aprovados pela autoridade sanitária.

Confira os lotes impactados

Segundo a Anvisa, 12.113.934 doses de lotes cujo recolhimento foi determinado pela Anvisa já foram distribuídos. São eles:

IB: 202107101H, 202107102H, 202107103H, 202107104H, 202108108H, 202108109H, 202108110H, 202108111H, 202108112H, 202108113H, 202108114H, 202108115H, 202108116H e L202106038.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio de Janeiro retoma vacinação de adolescentes

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro retoma hoje (22) a vacinação de adolescentes contra a covid-19, após dois dias sem aplicação. Nesta terça-feira,  recebem a primeira dose meninas de 13 anos. Amanhã, o dia também está reservado para elas e na sexta-feira é a vez dos meninos dessa idade.

Os adolescentes recebem a vacina da Pfizer, único imunizante autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a ser aplicado em menores de 18 anos. É necessário apresentar identificação original com foto, número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e, se possível, a caderneta de vacinação.

Na quinta-feira passada, o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica suspendendo a vacinação de adolescentes contra a covid-19, o que foi criticado pelo secretário Municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foram identificados 1,5 mil eventos adversos em adolescentes imunizados, todos de grau leve. Foi notificado um caso de morte de um jovem em São Paulo, mas o episódio ainda está sendo investigado para avaliar se a causa foi o imunizante.

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Nota técnica

“A gente foi surpreendido com uma nota técnica do ministério, das mais absurdas possíveis, que suspende a vacinação de adolescentes. Uma nota técnica que não corresponde à verdade. A vacina da Pfizer é segura para adolescentes, é uma das mais aplicadas no mundo, depois da AstraZeneca”, disse o secretário.

O comitê científico da prefeitura se reúne hoje para discutir a suspensão da vacinação de adolescentes.

Até o momento, o Rio de Janeiro já imunizou com a primeira dose 273.205 adolescentes entre 12 e 17 anos, o que corresponde a 54% da população dessa idade. Dentro do público-alvo total da campanha municipal, a partir dos 12 anos, 95,9% das pessoas já receberam a primeira dose e estão com o esquema vacinal completo, com duas doses ou a dose única, 59,4% dessa população.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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